Caralivro

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Nota: Se procura aquela cópia malacabada feita por Suckerberg da VERDADEIRA rede social, consulte Facebook.
Página inicial do Caralivro (visitado pela última vez em 6 de maio de 2021)

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Padre Quevedo
Caralivro (leia rápido dez vezes) é uma rede social criada pelo multiendividado brasileiro Marcos Monte-de-Açucar em 1900 e guaraná com rolha, atualmente fadada ao ostracismo, apenas conhecida por ter sido vítima de plágio de um grupo de arruaceiros de Harvard.

O Caralivro surgiu da troca de bilhetinhos de papel entre alunos da UniEsquina, campus Rio Branco (AC) e logo se tornou uma febre. Ou não... na verdade a febre era malária.

Assim como as ervas medicinais amazônicas — e também a flora e fauna brasileira, a Desciclopédia, o G17 e o elgooG — o Caralivro foi levado para a Gringa por biotraficantes.

Apesar do duro golpe, o sítio nunca se prestou a publicar anúncios, e continua se mantendo no ar graças ao dinheiro arrecadado guardando carros, nas doações em escadarias de igrejas, nas rifas, no malabarismo e vendas de balinhas de sinaleiro da Peccin — sabores leite e café.

Curiosidades[editar]

  • Fiel às origens, o sítio está todo redigido em um português canônico, sendo inclusive o português a linguagem de programação em que o dito sítio foi construído.
  • A estrutura atual abriga mais de oito mil membros.
  • Apesar do atual estado de decomposição, o Caralivro ainda é MUITO melhor do que o Orkut
  • O Caralivro não dá a mínima para "o que você está pensando", nem se você comeu Kit Kat, cupcake bolinho ou Nutella
  • Aqui ainda não existiam aqueles malditos BOTS que te bloqueavam quando se convidasse mais de 8 mil pessoas para que seja o seu amigo.
  • Mas também não tinha nem jogos nessa merda, ainda.
Mirror2.jpg Conheça também a versão oposta de Caralivro no Mundo do Contra:

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