Cannon Spike

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Virtualgame.jpg Cannon Spike é um jogo virtual (game).

Enquanto você lê, Morrigan solta um Darkness Illusion.

Canhão Espetudo
Cannon Spike cover.png

O spin-off desconhecido da Cammy

Informações
Desenvolvedor Psikyo
Publicador Capcom
Ano 2000
Gênero Porcaria
Plataformas Dreamcast
Avaliação 1/10
Classificação indicativa Livre

Cannon Spike é uma dessas porcarias exclusivas de Dreamcast que ninguém nunca ouviu falar, lançado em 2000 por uma empresa mais desconhecida ainda de capachos da Capcom, um spin-off bem foleiro onde um bando de personagem altamente secundário da Capcom veste patins e vai dar tiro em um bando de vilão genérico. O nome do jogo é uma homenagem ao famoso golpe da Cammy onde ela vira um parafuso e dá uma rasteira no adversário, mas ela não executa tal golpe em momento algum.

Desenvolvimento[editar]

Quando perceberam que o jogo estava uma bosta, colocaram logo a Cammy ali do nada, pelo menos o jogo agora fica com uma gostosa com um fio-dental atochado no cu, o último legado do Dreamcast.

Como o jogo é altamente desconhecido, carecem informações precisas sobre como ou porque a Capcom se sujeitou a criar uma porra dessas. Não que a Capcom não tenha criado vários lixos no passado, mas todos seus lixos sempre tiveram um motivo de existirem, mas para Cannon Spike esses motivos parecem sombrios. A teoria mais aceita diz que a Capcom devia um favor para a Sega e acredita-se que essa dívida foi criada quando a Sega foi a única empresa de consoles que aceitou o jogo da Capcom Power Stone em seu Dreamcast, ignorando a falta de qualidade daquele jogo, e para compensar essa dívida a Capcom se viu obrigada a lançar para Dreamcast um jogo que misturasse personagens de Street Fighter, Megaman e Darkstalkers, suas principais franquias na época, mas felizmente para a Capcom não havia no contrato nenhuma determinação que o jogo precisaria ser bom ou ter os personagens principais dessas franquias. Assim a Capcom contratou uma empresa foleira e semi-falida especialista em fazer clones de Aero Fighters chamada Psikyo, deu para eles uma meia-dúzia de personagens secundários, e mandou eles criarem o jogo que quisessem.

Cannon Spike tornou-se o último jogo a ser lançado para Dreamcast antes de sua miserável falência, sendo o último prego no caixão no ramo de consoles da Sega.

Jogabilidade[editar]

Este jogo é uma porra, você controla um personagem de uma câmera do alto que vestindo patins sai escorregando pelas fases atirando infinitamente. Com munição infinita a única preocupação do jogador é evitar a inevitável cãimbra que ele vai ter após passar vários minutos consecutivos pressionando o mesmo botão. Como a mira é automática tanto sua quanto do oponente, não importa o quão ninja você é, não é possível esquivar-se dos tiros alheios, o jogo se resume a trocação de tiro e vence os duelos quem tem HP maior, simples assim. Só inimigo genérico e uns robõs sem graça pra matar, aí as vezes aparece o M. Bison que está tão puto com esse jogo fedorento que quer ser chamado de Fallen Balrog.

Quanto aos personagens que o jogador pode escolher são os personagens secundários aproveitados da Capcom, pois como se trata de um mero jogo de Dreamcast não era necessário criar nada muito inovador, então o jogador pode escolher entre o Arthur de Ghosts 'n Goblins, a Chapeuzinho Vermelho de Darkstalkers, o Shiba de Three Wonders(quem?), e o Guile genérico e a Cammy de Street Fighter. Uma tal de Simone é a única personagem exclusiva desse jogo, mas havendo a Cammy não faz sentido o jogador escolhar outra mulher pra jogar, porque sim, a Cammy está usando aquele fio-dental verde e indecente fincado na buceta nesse jogo também.