Canal 90

Origem: Desciclopédia, a enciclopédia livre de conteúdo.
Ir para navegação Ir para pesquisar

Cquote1.svg Eheeeeey, aqui é o Nojo... Cquote2.svg
Danilo Nojo, iniciando um novo vídeo (antiga frase).
Cquote1.svg Fala, noventistas! Aiiiiii, aqui é o Nojo, e seja muito bem-vindo aqui no Canal 90, bofes, uiiiii! Cquote2.svg
Nova frase do apresentador, depois que soltou a franga de vez.

Cquote1.svg Fala, noventistas; no vídeo de hoje, famosos gays que perderam tudo... Cquote2.svg
O criador da bagaça.

O Canal 90, dedicado a mostrar os anos 90 (ah, vá!), é apresentado por Nojo (nome que combina perfeitamente com ele) que te ensina tudo sobre aquela década, aqueles tempos de glóriaaaaa, uiiii. A música de abertura era "Urbânia Diga Adeus", de um tal de Carbona, mas isso foi só no começo, entre 2012 e 2013, quando foi criado, porque Nojo concluiu que a música não é gay o suficiente, então ela foi retirada do canal.

Tá, mas quem é Nojo?[editar]

Para conhecer melhor o Canal 90, é preciso conhecer quem é o mentor desse lixo, e ele atende pelo nome de Danilo Nojo de Oliveira, ou Danilo Nojo Polaca (sei lá qual é a alternativa correta). É uma bicha burra como uma anta com apenas um neurônio, que tenta a todo custo engrossar a voz para disfarçar, tem uma cara redonda que mais parece uma lua cheia com uma imensa e desproporcional boca cheia de dentes comprados na 25 de Março, nasceu em Jacareí, no Vale do Paraíba, em 4 de maio de 1989 e foi lá que ele viveu toda sua infância noventista dando a bunda para todos os moleques da turma, tendo tudo aquilo que os pais miseráveis podiam dar (ele já era pobre de marré marré marré, antes de ser quem é hoje, um youtuber fracassado) e vendo Banheira do Gugu, Manchete, CRUJ, TV Colosso, Angélica e outros lixos que o tornaram um retardado irrecuperável.

Nojo é o trigésimo de 40 filhos, (a mãe dele só sabia procriar, teve muitas ninhadas) e se chama assim pois seu sobrenome é originário do submundo gay da Hungria (bicha no úrtimo!) e teve um blog sobre música gay independente, já trabalhou num circo como engolidor de pintos espadas, numa concessionária de carros alegóricos e como travesti, até que, em setembro de 2012 fundou, de maneira pretensiosa, o Canal 90, um canal medíocre e decadente dedicado a toda merda e promiscuidade gay que teve naquela década: enfim, isso eu já disse antes, aiiii, santaaaa!

Nojo é conhecido por usar sempre uma encardida e ridícula boina, fazendo cosplay do baixinho da Kaiser ou daquele bigodudo dos games ou um boné da Charlotte's, ou uma calcinha de rendinha rosa e por mostrar sempre sua vida pessoal fake no Insta, e por ser nojento, metido e afeminado paca.

Conteúdos que você encontrará no Canal 90[editar]

A popularidade de Nojo[editar]

Nojo já era popular na infância, quando se divertia dando a bunda a seus amigos e ia levar as fitas VHS de filmes gays de volta às locadoras sem rebobinar e por ser a menininha de toda garotada que o usava como cabrita barranqueira. Atualmente, seu canal conta com 24 inscritos e cerca de 24 visualizações/vídeo. Viado enrustido assumido, dedica-se de corpo e alma a pesquisar novo conteúdo para o Canal 90, dedicando 24 das 24 horas (ele adora esse número) de seus dias a isso, o resto do tempo ele usa para dar a bunda, fazer chupetinha com aquela enorme e ridícula boca de chupeteiro guloso e mostrar a família (de fachada, que ele arranjou para tentar, em vão, encobrir que é bicha) ou fazer os mérchands de vibradores.

Como eu Sobrevivi dando a bunda nos Anos 90: Histórias Reais de Uma Década Surreal e safadinha[editar]

Com o enorme fracasso do Canal 90, em 2018, em comemoração aos 6 anos do mesmo, Nojo dedicou-se de corpo e alma à elaboração de seu primeiro livro, Como eu Sobrevivi dando a bunda nos Anos 90: Histórias Reais de Uma Década Surreal e safadinha, disponível também para compra em sebos de livros encalhados afinal quem vive de passado é museu.

Lá, ele detalha o que foi a decadente e promíscua década de 90, desde as brincadeiras sexuais dele como passivo e aparatos eróticos de sex shop gay que ele usa, passando pela música de drag queen que ele curte, TV e futebol feminino que ele jogou nos tempos de colégio, até concluir que sobreviveu aos anos 90 apesar das inúmeras cirurgias para restauração do orifício anal arrombado. A fonte usada para escrever foi Futura Sans (prima rica da Century Gothic), muito em alta na década, o que dá ainda mais cara de coisa de viado ao livro. Seu fracassado livro vendeu só 24 cópias na primeira semana de lançamento, depois encalhou tudo e foi vendido por peso a sebos e outras espeluncas que vendem todo tipo de lixo que ninguém quer.

Atualmente[editar]

O Canal 90 não é mais voltado só aos anos 90 (como assim? Não entendi.), no qual 70% do conteúdo ele fala de "FAMOSOS GAYS QUE..." (...mudaram de vida, perderam tudo que já não tinham, como o próprio dono do canal; enfim); 30% é conteúdo realmente noventista gay. Nojo ainda só não falou do Brick Game gay, uma das sensações entre os baitolas da época, nem cita os machos dele, por medo de processos na justiça.

Nojo não é mais tão pobre de marré marré marré: agora tem um puta barraco em uma favela de Jacareí, onde vive com a esposa fake e o filho, fruto de inseminação artificial, pois Nojo tem nojo de mulher, tudo isso bancado pelo YouTube, claro, afinal Nojo é uma bicha preguiçosa que tem nojo de trabalho.

Um pouco do árduo trabalho de vagabundo do Nojo[editar]

Ver também:[editar]