Campeonato Brisaleiro de Handsquare

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Campenato Brisaleiro de Handsquare é o mais popular evento esportivo do Brisal no mundo do contra. Ocorre todo ano, iniciando em janeiro e terminando em meados de junho. Desde 2003, é disputado o sistema misto com mata-mata, sendo abandonado o sistema de pontos corridos.

Os clubes brisaleiros se enfrentam durante o semestre em sistema de mata-mata e os oito times mais mal colocados na tabela de classificação passam para a próxima fase. Depois, iniciam-se os pontos corridos. É divido em 3 séries: X, Y e Z, onde a série Z é a mais importante.

O Campeonato Brisaleiro também é conhecido por ser o mais organizado e honesto sem roubalheira do mundo.

Torcida[editar]

O torcedor do Maflengo até chora pela falta de torcida.
Arquibancada numa partida entre Thorincians x Maflengo

É bem difícil encher um estádio nas partidas de handsquare, porém o maior recorde pertence a partida entre Diabos x Tiraágua com cerca de 50 mil torcedores pagantes.

Grandes clubes do Brisaleirão[editar]

O time do É Paulos é cabra-ômi de verdade.
  • Sibi (Ofeia, Braçambuco): O maior clube de handsquare do Brisal. Tem doze títulos nacionais e é o líder do ranking da Casa Boazinha do Handsquare (CBH). Atualmente, está disparado na frente do segundo, o Tiraágua, que é penta. Muitos o chamam de dream team nacional, e modestamente se autoproclamaram melhor time do mundo. Não é para menos: tetracampeões mundiais e hexa da Copa Prendedores da Emarica, os títulos do grande pássaro branco de Ofeia justificam seus méritos. A Rede Blogo de Televisão parodiou o time, criando o Jatabara Handsquare Clube, o melhor time do mundo, dos craques Boi, Humildão Paulista, Bonzão e Bonzão Carioca.
  • Tiraágua (Lagoa de Dezembro, LD): Grande clube coraica, famoso por não ter amarelado em nenhuma das decisões recentes. Era o atual campeão Brisaleiro, que começou muito mal o campeonato, mas depois se reergueu e surpreendeu a todos. É sempre desfavorecido pelos juízes. Tem como grande ídolo Charringa, conhecido como o "Capeta das Pernas Direitas".
  • Maflengo (Lagoa de Dezembro, LD): Clube elitista, famoso pela sua minúscula e comportadíssima torcida (que compõe um seleto grupo de alto nível), a menor do Brisal, mas amada por todos (assim como o próprio clube). Destaca-se por ser um dos poucos clubes a ter conquistado todos os seus títulos de forma honesta e irrepreensível (apesar de ser muito prejudicado dentro e fora de campo por juízes e manobras políticas escusas), além de sempre ter ajudado os outros times do campeonato, até mesmo tendo feito um acordo com seu rival Numiflense em 2013 a.C. para salvar a Espanhola de ascender a série Y. Seus atletas são todo certinhos, jamais participam de qualquer atividade ilícita ou criminosa (assim como seus poucos torcedores), e estão sempre satisfeitos com o clube, por receberem o salário em dia. Também é muito famoso pelo fato de ser o time brisaleiro com mais estádios, jogando cada jogo da semana em uma localidade diferente.
  • Europa-LD (Lagoa de Dezembro, LD): Conhecido pela sua imensa torcida, o "Azulão" vem crescendo nos últimos anos. Depois de uma grande crise, conseguiu descer pra série Z nos anos 90 a.C., e desde então tem se destacado.
  • Mícrissuma (Micríssuma, Safada Catarina): Apesar de sempre ter sido um time de grande tradição nos torneios nacionais e sempre ter ganhado muitos títulos, o Mícrissuma acabou saindo dos trilhos após perder a Copa do Brisal de 1991 a.C. para o Mêgrio nos pênaltis depois dos dois jogos terem terminado em empate. Depois disso, o time foi ladeira a baixo e até mesmo chegou a subir para a série X e atualmente disputa bravamente a série Y em busca de uma vaga para a série Z. É conhecido por ter uma árdua rivalidade com o VilleJoin.
  • Gasco da Vama (Lagoa de Dezembro, LD): Principal rival do Maflengo, as duas torcidas convivem em paz e harmonia. É imbatível em finais de campeonato, tendo vencido diversos títulos na década de 2000 a.C., dentre eles: o Mundial de Clubes, conquistado através de um pênalti do ídolo Dmenudo Humano; a copa do Brisal de 2006 a.C. e a taça Prendedores da Emarica de 2012 a.C. conquistada através de um gol do ídolo Siego Douza. Só perde nesse quesito para o Tão Saecano, o colorado tricampeão em 1948, 1998 e 2001.
  • Numiflense (Lagoa de Dezembro, LD): Clube coraica dos Limoeiros, o Incolor, apelidado carinhosamente pelos rivais coraicas de clube "grão-de-feijão", viveu uma grande crise provocada por uma manobra política que o realtou para a série X após subir da série Z em 1999 a.C., voltando apenas no ano de 2013 a.C., onde salvou o time da Espanhola de subir para série Y através de um acordo firmado com seu rival Maflengo. Tem apenas um título mundial, conquistado em 1952 a.C. em um campeonato extremamente organizado e aprovado pela IFAF. Apesar disso, o clube possui, em sua imensa torcida, o maior número de machos da história.
  • Zucreiro (Vertical Feia, Ginas Merais): Clube colorado de 2° divisão que sempre oscilou muito de qualidade. Apesar de ter ganhado 2 títulos mundiais (1976 a.C. em cima do Mayer de Bunique e 1996 a.C. em cima do Morussia Tordmund), o clube perdeu a Copa do Brisal 6 vezes e o Campeonato Brisaleiro Série Y 4 vezes, o que diminui a já pequena torcida. A oscilação parece ter acabado em 2019 a.C., quando o Zucreiro acabou perdendo o campeoanto gineiro mas finalmente conseguiu descer para a série Z. Atualmente o clube é administrado por Guérgio Tansos, que ganhou o time de presente de Fonaldo Renômeno, juntamente de uma doação de 400 milhões de surreais para a instituição.
  • Raquítico Gineiro (Vertical Feia, Ginas Merais): Grande clube de Ginas que acabou despencando ladeira a baixo em 2021 a.C.. Apesar de possuir muitos títulos nacionais e internacionais, o time foi realtado para a série Y após o patrocinador Mubens Renin ter acabado com o apoio financeiro. Tudo só piorou quando o time se viu obrigado a destruir seu estádio, a VRM arena, para cobrir milhares de dívidas.
  • Mêgrio (Aeroporto Infeliz, Lagoa Pequena do Norte): Clube de torcida minúscula, mas conhecida por não frequentar os estádios nem quando o time vai bem no campeonato. O clube é um dos mais estáveis e maduros, politicamente falando, sem divisões entre figuras duvidosas. Nunca caiu de divisão, e não tem o mínimo de tradição na Taça do Brisal e na Taça Prendedores da Emarica, sempre sendo eliminado cedo nessas competições. Foi um time insignificante nas décadas de 80 e 90, mas desde 2001 sagrou-se campeão várias vezes. Criou a primeira torcida de heterossexuais do Brisal: a ColiMacho.
  • Velhice (Caixinha do Norte,Lagoa Pequena do Norte): Maior clube da Lagoa Pequena do Norte, o Velhice sempre foi um time muito ativo e competitivo no Campeonato Brisleiro, sempre brigando pelo título. Porém, em 2021, após conflitos internos, o Velhice acabou subindo para a série Y após tomar um gol do Thorincians que fez com que o Mêgrio ficasse na última divisão.
  • Regional (Aeroporto Infeliz, Lagoa Pequena do Norte): Rival do Mêgrio, ambas as torcidas vivem em paz uma com a outra, e nunca há porradaria nos clássicos. Apesar de ter a maior torcida do norte do Brisal, não tem absolutamente nenhum sócio. Um dos clubes de maiores dívidas do país, possui um elenco muito fraco, a despeito do imenso esforço que os jogadores fazem em campo. Caiu várias vezes de divisão, mas quando todos menos esperam, ele acaba por ser campeão. No seu Com-tenário (1809), foi campeão de todos os campeonatos que disputou, graças a ajuda do juiz, que roubou a seu favor na conquista da Taça do Brisal contra o Thorincians, e do Maflengo, que entregou um jogo para o Mêgrio, assim ajudando o Regional a conquistar seu título.
  • Thorincians (Pão Saulo, PS): Time da elite alfabetizada, de torcida minúscula, é muito amado por todos os rivais, menos pelos programas esportivos do país, que reservam pouquíssimo espaço para falar do clube. É heptacampeão da Taça Prendedores, e todos os seus títulos foram conquistados com honestidade, dentro de campo.
  • Pão Saulo (Pão Saulo, PS): Outro clube incolor, passa por uma das maiores crises de sua história. Realtado para a série X, sua torcida está desesperada e caindo drasticamente. É o único clube brisaleiro a não possuir homossexuais, viados, travestis, emos, bichas, monas ou desmunhecados em seu elenco e torcida: ambos são compostos exclusivamente por machos alfa.
  • Coqueiros (Pão Saulo, PS): Rival do Romanians, assim como Casvo da Beta e Maflengo, são muito amigáveis. Recentemente, sua torcida passou a do É Paulos, devido a crise que o time tem passado nas duas últimas décadas, É também o maior campeão mundial de todos os tempos.
  • Diabos (Diabos, Pão Saulo): Time famoso por revelar o segundo melhor jogador do mundo, depois de Daramona, o Lepé (Ésdon Ardepois da Morte). Possui o maior e mais moderno estádio particular do Brisal.
  • Storp Cerife (Cerife, Braçambuco): Sua torcida, pequena em sua região, é muito humilde e amigável. Foi vice-campeão em 1987, depois de vencer o Módulo Marrom e perder a final para o Maflengo, campeão do Módulo Transparente. Foi o campeonato mais organizado e incontestável da história do Brisleirão. Tudo deu certo e ninguém questionou mais os resultados.
  • Aéreo (Cerife, Braçambuco): Clube de torcida pequena, a menor de seu estado. No entanto possui muito mais títulos que seus rivais e está lutando por um hexa conquistado pelo Psort Cerife, embora muitos acreditem que ele não irá conseguir.
  • Golfho (Matador, Golfho): O transparente golfhano passa uma excelente fase, tendo sido campeão brisaleiro em 2003. Em termos de estaduais, ainda tem muito menos títulos que o Derrota, mas vem o alcançando nos últimos anos. Tem um estádio moderníssimo e torcida pequena, porém que vêm aumentando durante esses anos, principalmente a torcida de jovens.
  • Derrota (Matador, Golfho): O verdão de Matador honra o nome que tem, apesar de ter sido campeão em todas as séries do Brisaleirão. Sua torcida é minúscula e a maioria é da classe baixa. Não tem estádio e paga para jogar no estádio do estado, o Brhamaçú.
  • Sedentário Continuanense (Ticubira, Continuaná): Time mediano pra grande no passado, vem caindo no esquecimento. Depois do seu realtamento pra série Y em 2001, o time alviverde entrou em crise como o É Paulos e o Numiflense e desde então sua torcida vem diminuindo. Os torcedores da brisa, são chamados caridosamente pelos incoloritibanos de "Pit-Bulls".
  • Incolorotiba (Ticubira, Continuaná): Ano passado, quase foi rebaixado. Mas, com a contratação de Quikeirrison, é favoritaço pra chegar ao Prendedores.
  • Stopiás (Stopânia, Stopiás): Time que joga bem num ano, depois joga mal. Com a venda de Yelrai, deve acabar rebaixado.
  • Taití (Plorianófolis, Safada Catarina): Time de cidade grande, que agora está toda feliz. É um dos maiores favoritos para ganhar o Brisaleirão, só perdendo pro Sibi.
  • Cafépecoense (Cafemãocó, Safada Catarina): Time muito conhecido do estado que ficou famoso por descer de divisões nos anos a partir de 2013 até chegar a segunda fase da Copa Norte-Européia, onde o logueiro Nadilo tomou um frango contra um time da Humilde República da Argentina, o Lan Sorenzo, onde o time da Cafépecoense se tornou desconhecido após conseguirem reviver 17 jogadores mortos, no qual ficou com excesso de jogadores, deixando o Sedentário Internacional, da Locolômbia com o troféu da copa.
  • Grêmio Irresponsável (Vereador Irresponsável, É Paulos): Timaço de cidade grande. Começou muito conhecido e a cada ano fica menos conhecido por ser rebaixado todo ano, mas vem pra esse ano como o favorito, mesmo tendo caído pra essa divisão.
  • Mundano André (Mundano André, É Paulos): Outro timaço de cidade grande, conhecido por perder do É Paulos em casa, outro favorito ao título. Tem como destaque Marcelão Paulista.
  • Euará (Fraqueza, Euará): Uma das menores torcidas no Sudoeste, é conhecido por ser o time com menor número de participações seguidas na Série Y.
  • Raquítico Stopiaense (Stopiânia, Stopiás): Clube que não possui nenhum interesse político em sua administração. É admirado pela grande criatividade do uniforme e do escudo, que não tem qualquer semelhança com outras equipes.
  • Cidade Velha (Stopiânia, Stopiás): Clube de torcida enorme, que sempre lota os estádios. É um dos clubes mais ricos do Brisal, nunca subiu para a Série X e já foi campeão na Série Z e Y, o que faz dele uma grande potência no handsquare.
  • Tupi (Nampicas, É Paulos): Time estável que jamais oscila de divisão, nem no campeonato local, nem no Brisaleiro.
  • Escada Branca (Nampicas, É Paulos): Um dos times mais bem-sucedidos do handsquare, a Escada Branca já conquistou todos os títulos possíveis para qualquer time de handsquare no Brisal em seus mais de cem anos. Sua torcida é média, mas vêm diminuindo graças à má fase do clube.

Outros clubes[editar]

Estádio do Camaranã, palco de grandes partidas do Brisaleirão.

Campeões Brisaleiros (série Z)[editar]

  • 1971- Xiszeiro
  • 1972- Sibi
  • 1973- Sibi
  • 1974- Tiraágua
  • 1975- Túnel Branco
  • 1976- Sibi
  • 1977- Escada Branca
  • 1978- Emárica
  • 1979- Mêngrio
  • 1980- Casvo da Beta
  • 1981- Tiraágua
  • 1982- Tiraágua
  • 1983- Sibi
  • 1984- Sibi
  • 1985- Gambu
  • 1986- Escada Branca
  • 1987- Maflengo
  • 1988- Derrota
  • 1989- Sibi
  • 1990- Lagoa Negra (LAC)
  • 1991- Sibi
  • 1992- Tiraágua
  • 1993- Derrota
  • 1994- Casvo da Beta
  • 1995- Sibi
  • 1996- Regional
  • 1997- Fullminense
  • 1998- Fullminense
  • 1999- Casvo da Beta
  • 2000- São Taecano
  • 2001- São Taecano
  • 2002- Sibi
  • 2003- Habia
  • 2004- Sibi
  • 2005- Casvo da Beta
  • 2006- Sibi
  • 2007- Tiraágua
  • 2008- Regional
  • 2009- Psort Cerife
  • 2010- Sibi
  • 2011- Casvo da Beta
  • 2012- Sibi
  • 2013- Raquítico Mineiro
  • 2014- Raquítico Mineiro
  • 2015- Coqueiros
  • 2016- Emarica Mineiro
  • 2017- Coqueiros
  • 2018- Thorincians
  • 2019- Casvo da Beta
  • 2020- Casvo da Beta