Campeonato Brasileiro de Futebol de 1960

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Aquele tal primeiro título que só acredita nele quem é besta.

A Taça Brasil de 1960, também chamada após um cheat code que rolou em 2010 de Campeonato Brasileiro de Futebol de 1960, foi a segunda competição do tipo comandada pela finada CBD, e foi a primeira que já dava ao campeão a possibilidade de já jogar a do ano seguinte.

O campeão dessa vez foi o Time dos Porcos, além de que o time, graças a uma trapacinha chamada Campeonato Brasileiro de Seleções Estaduais ele e o Time da Cobrinha, os dois finalistas dessa competição, foram direto pras semifinais dessa vez, só esperando os vencedores de acordo com o regulamento fodido da época.

Os timinhos que participaram[editar]

Equipe Cidade Estado Classificação Participações Título(s)
ABC, ABC, Toda Criança Tem que Ler e Escrever Natal link={{{3}}} Rio Grande do Norte RN Campeão potiguar de 1959 1 (1959) 0 (não possui)
Esporte Clube Macumba Salvador Bandeira da Bahia Bahia BA Campeão baiano de 1959 1 (1959) 1 (1959)
Centro de Esportes da Igrejinha Capela link={{{3}}} Alagoas AL Campeão alagoano de 1959 0 0 (não possui)
Coxinhas Curitiba Bandeira do Paraná Paraná PR Campeão paranaense de 1959 0 0 (não possui)
Estrelinhas do Sul Belo Horizonte Bandeira de Minas Gerais Minas Gerais MG Campeão mineiro de 1959 0 0 (não possui)
Patrick Estrela Esporte Clube João Pessoa Bandeira da Paraíba Paraíba PB Campeão paraibano de 1959 0 0 (não possui)
Tapetense Futebol Clube Rio de Janeiro Bandeira do Rio de Janeiro Rio de Janeiro GB (essa porra nem existe mais, pra que botar bandeira? Vai a do Rio mesmo!) Campeão carioca de 1959 0 0 (não possui)
Time com nome de idoso Niterói Bandeira do Rio de Janeiro Rio de Janeiro RJ Campeão fluminense de 1959 0 0 (não possui)
Fortal da Quintura Fortaleza Bandeira do Ceará Ceará CE Campeão cearense de 1959 0 0 (não possui)
Gaymio Porto Alegre Bandeira do Rio Grande do Sul Rio Grande do Sul RS Campeão gaúcho de 1959 1 (1959) 0 (não possui)
Time da Pop 100 São Luís Bandeira do Maranhão Maranhão MA Campeão maranhense de 1959 0 0 (não possui)
Porcos Mutantes de Angry Byrds São Paulo link={{{3}}} São Paulo SP Campeão paulista de 1959 0 0 (não possui)
Paula Ramos (nomezinho de atriz pornô) Florianópolis Bandeira de Santa Catarina Santa Catarina SC Campeão catarinense de 1959 0 0 (não possui)
Papão Azulzinho Belém Bandeira do Pará Pará PA Campeão paraense de 1959 0 0 (não possui)
Rio Branco de Espírito Santo Vitória Bandeira do Espírito Santo Espírito Santo ES Campeão capixaba de 1959 1 (1959) 0 (não possui)
Santa Cruz Falsiê Estância Bandeira de Sergipe Sergipe SE Campeão sergipano de 1959 0 0 (não possui)
Santa Cruz Verdadeiro Recife Bandeira de Pernambuco Pernambuco PE Campeão pernambucano de 1959 0 0 (não possui)

A competição em si com os outros times que se esforçaram pra caralho em vão[editar]

O único time que realmente importa nessa fase toda é o Florminense mentira, o Fortaleza também importa, tanto que foi pra final e ainda teve o artilheiro da competição, o BCC. Pois é, mesmo sem seu truque secreto, o tapetão, o Fluflu conseguiu despachar seu rival estadual, o grandiosíssimo Fonseca, com um 3 a zero na casa deles em Niterói e nas Laranjeiras um massacre de 8 x 0. Depois na final do grupo Leste a vítima foi o Cruzeiro, com um soberbo 4x1 nas Laranjeiras após um empate no Independência. As quartas de finais o Fluminense perdeu a primeira pro Grêmio (que só jogou nesse jogo graças a um sorteio - sim, ele e o Coxa foram incompetentes demais pra sair do empate nos três jogos que disputaram e não tinha ainda disputa de pênaltis nesse tempo) por um a zero, depois aplicou um sonoro 4x1 e aí na negra empatou por 1x1, e aí como critério de desempate finalmente o número de gols valeu e os gaúchos foram tomar chimarrão mais cedo.

Já o Fortaleza detonou o ABC e posteriormente o Moto Club, afinal times com nomes bizarros têm mais que perder mesmo. Nas quartas de final a vítima foi o Bahia, campeão do ano anterior, que dessa vez não teve a mesma sorte e foi derrotado por um 2x1 na casa do Fortaleza e depois um empate sem gols na Fonte Nova que deu nada pros macumbeiros, que dessa vez e pelos próximos vinte e sete anos a macumba não ajudou em nada. Na semifinal foi a vez de pegar o Santa Cruz, que achou que iria vencer facinho por ficar só na maciota esperando o adversário, mas deu ruim, perdeu e mandou o Fortaleza pra final. Bem, já o Fluminense...

A trajetória do título mais mamão com açúcar do universo[editar]

O Fluminense não teve a mesma sorte: pegou um Palmeiras inspirado, embora inspirado no método Abel Braga de jogo: na retranca. Tanto que os dois jogos perigavam terminar em empate de zero a zero, igual você e tua mulher todo dia na cama. Mas no segundo jogo, já nos instantes finais, Beto Barbosa cover conseguiu fazer um gol aos 44 do segundo tempo, em pleno Maracanã, pro chororô dos cariocas.

Já os jogos das finais foram literalmente mamão com açúcar, com o Verdoso metendo um 3x1 no Getúlio Vargas e, já no Estádio do Pacaembu, um sonoro e fodido 8 x 2 estraçalhou de vez o time dos cabeçudos, que só iriam chegar perto de novo de uma conquista em 1968 (perto é bondade minha, já que tomariam dois sacodes do Bostafogo pra ninguém botar defeito).