Calígula (filme)

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Não confunda com a versão politicamente correta do Gore Vidal feita em 2005...

Admita, esse é o motivo que você procurava esse filme pra assistir.

Calígula, originalmente chamado Caligola, é um filme ítalo-americano de 1979 totalmente desprovido de verdades históricas, um verdadeiro vexame e que só serve para satisfazer o gosto de punheteiros sacanas...

Cquote1.svg Quem mandou o Roger Ebert escrever essa introdução? Cquote2.svg
Você sobre a introdução desse artigo
Cquote1.svg É verdade, acho que sim, vou tirar ele agora mesmo, sai fora! Cquote2.svg
Eu sobre a introdução desse artigo
Cquote1.svg SEUS PERVERTIDOS! Eu sai do cinema justamente porque tinham vinte de vocês ao meu redor tendo orgasmos e melecando a cadeira! Cquote2.svg
Roger Ebert sobre esse filme

Enfim, Calígula é um puta filmaço feito com muito carinho, amor e satisfação, forte e delicioso.

Cquote1.svg That's what she said! Cquote2.svg
Michael Scott

E que relata exatamente o que o grandioso imperador Calígula era, parabéns Tinto Brass e Malcolm McDowell pelo roteiro corajoso, e vergonha pra você, Gore Vidal, que ficou de mimimi com as alterações no enredo e deserdou a obra e em 2005 decidiu fazer uma versão mais afrescalhada e mais LGBT que a original, que, ok, só virou o que virou graças não aos produtores medrosos dos EUA, e sim graças à produtora Penthouse, que conseguiu pela primeira vez na vida mostrar que não fazia só pornografia barata apesar de as cenas com John Gielgud, Peter O'Toole, Helen Mirren e outros famosinhos de Hollywood fazendo putaria de todo tipo é algo bem cursed...

Enredo[editar]

Cquote1.svg Mas você me disse que esse filme era sobre o Império Romano, seu degenerado! Cquote2.svg
Tua mãe sobre o filme do Calígula

Basicamente conta a história do Calígula, desde sua chegada atribuladíssima ao trono, seus casamentos com um monte de mulheres como Drusila (sua própria irmã), Lívia Orestila e Milônia Cesônia (ignoraram a Júnia Claudila e a Lolia Paulina eram feias demais da conta e não rolava chamar atrizes feias pra esse filme), a nomeação do Incitato, seu cavalo, como senador romano, e sua aclamação como deus da putaria, antes de os senadores putos da cara mandarem ele pro inferno, digo, pra junto de Hades pra queimar seu cu por lá, botando o pirado do Cláudio e sua esposa tão vagaba quanto o Calígula Messalina no lugar.

Mas quem se importa com o enredo? Todo mundo só quer ver as cenas de putcharia que esse belo filme nos proporciona, em especial aquela cena da orgia com as mulheres dos senadores dando para um monte de escravos fortes e pauzudos, típicos ursos grandes, peludos e nada mansos passando a piroca nelas (daí você entende o real motivo dos senadores terem ficado tudo de cu doce).

Polêmicas[editar]

Gore Vidal simplesmente abandonou o projeto, que visava ser só uma representação mais bonitinha da história do imperador, quando viu que a Penthouse iria enfiar aquelas orgias todas bem explícitas e fuderosas (literalmente). Tanto que em 2005 decidiu fazer um remake que seria meio que uma "versão do diretor", que ninguém deu um puto pra essa versão.

Os críticos de cinema ficaram putos para caralho e deram nota zero sem dó nem piedade pro filme provavelmente porque eram todos brochas.

Em 1992, no Brasil, a finada Rede OM tentou passar o filme SEM CORTES, para desespero do Alborghetti, que ficou puto da cara e desgraçado da cabeça com a possível exibição do filme (confira no minuto 1:21):

Mesmo não sendo por conta das críticas do apresentador da própria emissora (que também ficava puto com o diretor Celso Araão por trazer outros filmes "pornográficos" como Warlock - O Demônio, Orquídea Selvagem e Impacto Total), a justiça brasileira meteu um processinho proibindo a continuidade da exibição do filme (que foi dividido em 2 partes, a passar entre 19 e 20 de junho - e ia ser 18 e 19, só que 18 era Corpus Christi e ficaram com medinho de um católico maluco tacar fogo na emissora e trocaram a data) e, mesmo passando chamadas falando de liberdade de expressão e censura, ninguém deu um puto pra emissora de paranaenses metidos a "politicamente incorretos" de cu é rola. Porém essa polêmica toda trouxe algo bom: a repercussão fez a OM em 22 de maio de 1993 virou a CNT, passando no Brasil todo, tendo até Galvão Bueno narrando joguinhos por lá e tudo o mais não que isso hoje em dia signifique nada demais, já que a emissora hoje em dia só serve pra passar programa da Igreja Universal...

Esse filme também é perfeito para trollar professores de história que não costumam assistir filmes, sugerindo a ele fazer uma sessão de cinema com a sala toda (ou com o colégio inteiro, incluindo toda a direção e coordenação, por que não?) e daí já deixar a VHS ou o DVD (ou... isso tem na Netflix? Enfim, o stream) no ponto certinho da cena da orgia, em especial na parte lá do boquete duplo... Nem sei se você vai tomar advertência ou seu professor tomar uma justa causa...