Bolsa Delícia

Origem: Desciclopédia, a enciclopédia livre de conteúdo.
Ir para navegação Ir para pesquisar
Jailson Mendes, o primeiro beneficiário do Bolsa Delícia no Brasil.

O Bolsa Delícia é um programa assistencialista idealizado por Jean Wyllys em conjunto com Alexandre Senna, o prefeito da cidade baiana de Cu Pequeno e político filiado ao PCOco (Partido da Causa Ocomunista). O Bolsa Delícia é uma ação do governo direcionada aos ursos grandes, peludos e mansos carentes, que não tem um pau amigo para chamar de minha delícia.

História[editar]

O programa surgiu no princípio dos anos 2000, no final do primeiro mandato de Alexandre Senna como prefeito de Cu Pequeno. Notando o crescimento da popularidade de Jô Abdul, seu principal rival nas eleições municipais, que estava comprando os votos dos machos virgens com garrafinhas de suco de laranja, Alexandre Senna decidiu seguir por esse caminho também. Assim, contando com o apoio intelectual de seus conselheiros Mangueira boy, Jean Wyllys e Erick Munhoz, em uma pirocada canetada, ele decretou a criação do Bolsa Delícia, um programa assistencialista que garante aos cadastrados uma visita semanal de um go-go boy com uma piroca bem veiuda, que aparecerá do nada enquanto o macho virgem estiver tomando seu café da manhã.

Alexandre Senna com seus conselheiros no Palácio do Oco, em reunião que resultou na criação do Bolsa Delícia.

O Bolsa Delícia é considerado o programa governamental de maior sucesso no Brasil, com adesão de 100% dos habitantes de Cu Pequeno. Até mesmo os indígenas usufruem do programa, como os nativos da Tribo Papacu, aldeia vizinha de Cu Pequeno. O cacique Índio de Família, amigo pessoal de Alexandre Senna, diz que o prefeito fez mais pela comunidade indígena do que as ONGs sanguessugas, que só mandam pra aldeia aquelas velhas com teta no joelho ou soy boys de pau pequeno que só servem pra tirar fotos. O Bolsa Delícia é tão aclamado que, por conta do programa, Alexandre Senna recebeu um mandato vitalício como prefeito de Cu Pequeno, tendo a liberdade para governar a cidade da maneira que achar mais deliciosa.

Atualmente, o Bolsa Delícia está em vigor, não tendo sido interrompido nem mesmo durante a pandemia de COVID-19. Atendendo ao desejo dos cupequeninos, Alexandre Senna declarou o arrombamento anal e a pirocada na cara como serviços essenciais, que não podem ser interrompidos em nenhuma situação.

Estrutura[editar]

Para se cadastrar no Bolsa Delícia, o macho virgem precisa atender a certos requisitos, como beber ao menos dois copos de suco de laranja por dia, para se manter saudável e não sobrecarregar o sistema de saúde da cidade, e estar empregado em uma das empresas estatais de Cu Pequeno, trabalhando no cacete ou como operário na fábrica que produz a peça que você queria, ou como policial na delegacia do Policial Gaúcho. Caso o interessado se enquadre nestes requisitos, ele deve se dirigir à Prefeitura Municipal de Cu Pequeno, onde precisará provar que é macho de verdade, que é macho até debaixo de outro macho. Feito o teste, o macho virgem estará devidamente cadastrado no programa, e receberá seu cartão do Bolsa Delícia em até 24 horas... isso, é claro, se o carteiro não decidir trabalhar e relaxar.

Caso o macho consiga um companheiro fixo ou o homem de seus sonhos, ele deverá informar imediatamente as autoridades competentes, para que seja realizada a suspensão do benefício. Nos últimos anos, houve muitos registros de fraude no sistema, com casais continuando a usufruir do Bolsa Delícia. Para estes meliantes, a pena é de dois meses a um ano de reclusão no Presídio Municipal de Cu Pequeno.