Berserk and the Band of the Hawk

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Virtualgame.jpg Berserk and the Band of the Hawk é um jogo virtual (game).

Enquanto isso, um Emonarok mata alguns Pokémons.

Dynasty Warriors +18 Edition
Bandodofalcão.jpg

Descontos que provam que o homem nasce sem maldade em parte nenhuma do corpo

Informações
Desenvolvedor Os caras que só fazem o mesmo jogo
Publicador Os que só lança jogo ruim
Ano 2016
Gênero Massacre do Blocão Repetitivo
Plataformas PlayStation 4, PS Vita, PlayStation 3 e Desconto
Avaliação Consegue ser pior que o de Dreamcast
Classificação indicativa +18

Babel fish.gifTraduzindo: Furioso e a Banda do Falcão
Babel Fish sobre Berserk and the Band of the Hawk
Cquote1.svg Se eu pudesse eu matarra mil! Cquote2.svg
Tradutor do jogo sobre seu péssimo trabalho
Cquote1.svg Mate 1000 Cquote2.svg
Objetivo de toda santa fase do jogo
Cquote1.svg Os caras do Dark Souls? Não, manda pro pessoal do DW Cquote2.svg
Os produtores do jogo fazendo merda
Cquote1.svg Kkkk os cara só tem 8 personagens Cquote2.svg
Hyrule Warriors sobre Band of the Hawk

Belzerk e o Bando da Falcatrua (Deveriam ter feito que nem o Japão e chamado de Berserk Warriors, mas tudo bem) é possivelmente o Musou mais preguiçoso de todos os tempos , mais provável que não seja, porque a série Dynasty Warriors: Gundam ainda existe, a segunda maior vergonha da franquia e um péssimo jogo no geral. Lançado pra servir de propaganda pro anime ruim, o jogo porcamente adapta todos os eventos do mangá até o arco do Falcão do Milênio, portanto sendo o terceiro jogo da série que cobre esse mesmo arco (3/3).

A impressão que o jogador tem enquanto joga Band of the Hawk é que o jogo foi feito às pressas com as sobras da sexta feira, e catapultado pro resto do mundo com pouco interesse se alguém ia ligar ou não. O negócio mal tem conteúdo, corta coisa pra caralho da história, reutiliza pedaços dos filmes no lugar de cutscenes, reutiliza os efeitos sonoros horríveis do Berserk 2016 e, acima de tudo isso, é chato.

Enredo[editar]

Que nem seu antepassado, Band of the Hawk decide adaptar diretamente os eventos do mangá ao invés de criar novos, sendo talvez a propriedade intelectual da série que mais adaptou coisa das páginas do Miura: O jogo vai desde o começo da jornada de Guts, quando ele ainda era um mercenário errante, até ele e sua trupe partindo no barco em direção a Elfhelm (onde eles passariam 8 anos de publicação).

Isso, só que 10 horas

Por motivos de redundância, e pra evitar inchaço no artigo, vá ler o mangá. Ele é de longe a melhor versão da história, em nenhum momento fica ruim, a arte é incrível e os sentimentos ainda mais. Se você não estiver afim, então vá assistir o anime ou os filmes. Literalmente qualquer coisa é melhor pra acompanhar a história do que esse jogo ou a versão de 2016.

Alguns dos melhores momentos da narrativa, coisas como o duelo de Guts e Serpico, Guts se aliando com Zodd para derrotar Ganishka, até mesmo a cena do Eclipse, são incrivelmente picotados e dilacerados em combates horríveis, boss fights truncadonas e fases entediantes. Se você quer mesmo passar 10 horas sentado na sua cadeira vendo dois bonecos conversando com quase nenhuma animação e diálogo mal traduzido, seguido de meia hora de você apertando quadrado, seguido de um clipe animado de 2 minutos do filme, seguido de mais conversa chata, vá em frente.

Jogabilidade[editar]

É um Musou, o que é que você espera? No Story Mode você adentrará em batalhas pré-determinadas, podendo utilizar apenas personagens específicos (Guts 98% das vezes), precisando realizar objetivos específicos (Matar todas as tropas e conquistar o mapa 98% das vezes) para vencer a batalha e prosseguir. Os outros modos são basicamente a mesma coisa, mas você pode usar os outros personagens e vez ou outra condições novas serão adicionadas ao gameplay.

Tecnicamente o jogo tem mais profundidade que o Millennium Falcon pelo simples fato de ter 8 personagens ao invés de 1 só, mas isso não é bem verdade. Além de 8 personagens ser um número patético para um Musou (Hyrule Warriors tem 31, Fire Emblem Warriors tem 32, One Piece: Pirate Warriors 4 tem 52), eles mal possuem variações nos combos, quase não tem roupas alternativas e pouquíssimos possuem de fato armas diferentes para utilizar no combate. A maioria deles é desbloqueável simplesmente jogando a campanha, mas não espere poder jogar de cara com todos. Outros personagens, como o Skull Knight, Sir Adon e até mesmo Pippin, chegam a ter modelos 3D no jogo, mas nunca se tornam jogáveis. Seriam eles DLC pra mais tarde? O jogo flopou, então nunca saberemos.

Para quebrar a monotonia de massacrar centenas de inimigos genéricos e passivos, o jogo vez ou outra enfia um boss no meio da parada. Figuras como Bazuso, O Conde, Mozguz, Slan, etc. Num outro jogo talvez a luta contra eles fosse legal, mas num Musou todo combate contra um chefão se resume a esperar ele terminar a "fase de ataque" dele, bater enquanto ele pode ficar stunnado, se afastar e repetir. Vale ressaltar que nenhum ataque seu parece causar dano real neles, mas todos os ataques deles te jogam pra trás 500 metros.

Tá achando o jogo chato? Quer colocar numa dificuldade maior? Se prepare porque todo mundo subitamente vira o Silver the Hedgehog e desenvolve uma tara por te prender num stun lock. Algum inimigo forte sempre vai te derrubar, apenas para outro inimigo forte te derrubar assim que você tá pra se levantar, e o processo se repete até sua vida acabar. Se depender da câmera do jogo ficando presa em toda santa parede ou pedaço de pedra, a situação só piora.

Personagens[editar]

Como dito anteriormente, o jogo trás 8 personagens jogáveis, a maioria deles do arco Golden Age.

  • Guts (Acertaram dessa vez): O grande protagonistazão depressivo. É o personagem do jogo que tem mais skin, uma para cada arco basicamente. Seu canhão de braço continua tão OP quanto sempre, porém menos necessário agora que todo mundo morre com um sopro e um beijinho na bochecha. Sua forma de Besta das Trevas pode ser usada após o confronto com Grunbeld, e com ela fica pulando por ai como se fosse o pião do baú.
  • Griffith: O grande filha da puta da série é jogável pela primeira vez nesse jogo. Tem um estilo visivelmente mais elegante que o restante do elenco. Completando o Endless Eclipse 100% você desbloqueia sua versão OP, capaz de estuprar a namorada do melhor amigo sempre que quiser.
  • Caska: O amor da vida de Guts e a personagem mais fudida de toda a série. A versão jogável dela ainda tem todos os miolos no lugar e consegue lutar. Seu golpe especial invoca um exército de simps para atacar por ela. Realisticamente falando, é a pior personagem do jogo.
  • Judeu Judô Judeau: Um dos queridinhos do Bando do Falcão original, se diferencia do resto dos personagens pelo fato do seu moveset ser focado em ataques a distância: Faquinhas que causam um dano fudido, muito mais que as faquinhas horríveis que o Guts usava. Como no conteúdo original, não espere que ele vá viver muito.
  • Serpico: O escravo coreano da Farnese. Ele e a Schierke são os únicos personagens jogáveis do jogo que não são parte dos arcos iniciais, ou seja, pau no cu do Isidoro, do Grunbeld, do Mozgus, do Ganishka e de mais meio mundo de personagem ignorado.
  • Schierke: A bruxinha kawaii da série. No mangá tá sempre causando choque de tonalidade junto com o Puck e aqui não é diferente, especialmente quando você tá utilizando ela pra adentrar no inferno e matar milhões de demônios.
  • Zodd: O maior simp do Guts também é jogável pela primeira vez nesse jogo. Diferente de sua alcunha, aqui ele pode e vai morrer quando estiver sendo controlado por Você.
  • Wyld: Quem? O que levou os desenvolvedores a escolher botar ele no jogo é um mistério até hoje. O cara só durou uns 10 capítulos e ainda tomou um pau do Guts quando ele ainda nem era quebrado.

Endless Eclipse Mode[editar]

Até o nível 100 você já vai ter matado mais que a Peste Negra

Depois do modo história, é o modo com mais conteúdo do jogo e onde você vai passar a maior parte do seu tempo jogando (Ou Não). Nesse modo, você precisa solucionar vários "desejos" (basicamente sidemissions) se aprofundando cada vez mais no abismo, aquele lugar cheio de cadáver, sangue e demônio que aparece durante o Eclipse. Cada nível é mais difícil que o anterior, com checkpoints a cada 20 níveis e bosses que aparecerão em níveis específicos, culminando no último nível, o nível 100, onde você enfrentará o Femto.

Com isso já deve ter ficado mais que claro que se trata basicamente do Bloody Palace desse jogo. Que nem no DMC, os primeiros 20 níveis são basicamente gratuitos, os inimigos mal causam dano e morrem com dois tapas, jogadores experientes provavelmente ficarão de boas até o nível 50, mas depois o caldo começa a engrossar bastante. Todos os inimigos começam a ter muita vida e causar muito dano, não ajuda que a câmera gosta de ficar presa nos cantos e os inimigos continuam com sua tendência de stun lock. É no nível 50 que o Lorde dos Ladrões aparece, e se você ficar preso entre ele e uma parede já era. Já que você não se recupera naturalmente, é muito importante preservar seus itens de cura especialmente pros níveis finais.

Os níveis 80-100 são basicamente as coisas mais difíceis de qualquer Musou da história. Literalmente todos os inimigos são ultra fortes, ultra tankudos, e eles vão te perseguir e vão te atacar ao mesmo tempo. É basicamente impossível completar essas etapas sem usar o cavalo, uma mecânica que todo mundo esquece que existe, e sem usar algum tipo de trapaça, por menor que seja. Os últimos 5 níveis sempre vão enfiar um mega boss pra comer seu rabo no final de cada um deles e a luta contra Femto no estágio 100 foi projetada especialmente para quebrar seu controle.

Ele tem 3 barras de HP, automaticamente suga sua vida quando você está próximo, tem todo um arsenal de golpes a distância para usar contra você, além do combo corpo a corpo que vai terminar num puta buraco negro que vai te matar. Não esqueça que também haverão inimigos ultra poderosos rodando a área esperando a hora de pular no seu pescoço e voi lá: AVC. O único jeito de derrotar ele sem passar por uma emergência médica é fazer que nem Onimusha 3 e guardar todos os itens de cura pra essa luta, além de só ir pra porrada quando tiver com a barra de magia cheia.

Recompensas[editar]

Completar as missões e os níveis do Endless Eclipse te concedem algumas coisas, mas nem de longe isso é conteúdo o bastante pra justificar o jogo:

Não, não vale a pena
  • Completando 80% das missões, você desbloqueia Griffith com sua armadura nova do Falcão do Milênio, o que não muda quase porra nenhuma do gameplay dele.
  • Completar os 100 níveis com qualquer personagem, geralmente te dá a Roupa Alternativa dele. Não se empolgue muito porque 70% delas são só "Fulano usando Capacete", com exceção da Schierke, porque ai vira "Ela só que sem Chapéu". As únicas que de fato valem a pena são as do Guts, Zodd e Wyld, porque todas te concedem um modo endemoniado infinito para os personagens.
  • Completando absolutamente todo, incluindo as missões, te concede as Asas da Escuridão, e com elas você pode brincar de ser o final boss do jogo e absolutamente aniquilar qualquer coisa na sua frente se movendo a 500km/h por todas as fases, criando buraco negro onde bem entender.

Galeria[editar]

Ver Também[editar]

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