Bella da Semana

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Garota hentai.gif PERVERTIIIIIDOOO(a)!

Tava procurando putaria e caiu nesta página "sem querer", não é?! Pelo menos feche a porta do quarto e divirta-se!

Bella da Semana é um site de putaria atualizado semanalmente que se apresenta como a maior e melhor revista masculina do Brasil, ignorando completamente a existência da Playboy brasileira e da Sexy. Faltou apenas mencionar que é uma revista DIGITAL, sem versão impressa, o que acaba sendo uma vantagem, já que os punheteiros não correm o risco de grudar as páginas.

O que é?[editar]

A Sandy original nunca posou nua, mas você pode se contentar com a sósia pobre dela no Bella da Semana!

Disponível em cinco idiomas diferentes, o Bella da Semana, segundo a descrição presente no próprio site, é a mais famosa revista digital masculina do Brasil e busca trazer sedução, entretenimento, ensaios, fotos e vídeos das mais TOPs e belas modelos brasileiras. Ou seja, é a mesma proposta manjada de qualquer outro meio de comunicação que apela para mulher gostosa e pelada em busca de sucesso, mas não quer ser considerado pornografia.

História[editar]

Criado em 2001 por um punheteiro catarinense, o Bella da Semana tem servidor hospedado em Florianópolis e filiais espalhadas em outros países como Estados Unidos, Inglaterra, Portugal e México. Considerado o mais antigo site pornô de origem brasileira, recebe aproximadamente um milhão e meio de acessos por mês.

O puteiro virtual foi criado para facilitar a vida dos moleques que ainda não tinham idade suficiente para comprar uma revista adulta nas bancas, pois como eram os primórdios da internet no Brasil, as grandes publicações mencionadas no início do artigo não tinham criado ainda seus respectivos sites oficiais. Na época, a maldita inclusão digital nem se importava com burocracias de faixa etária e afins, então qualquer um podia ter acesso completo ao conteúdo do Bella da Semana sem grandes esforços. Claro que atualmente não é mais assim, e além de ter que comprovar que tem dezoito anos ou mais, o público ainda tem que pagar por uma assinatura fuleira se quiser ver tudo sem censura. Mas se não quiser gastar sua grana, basta ter paciência, que a pirataria sempre arruma um jeito de espalhar os nudes gratuitamente depois.

Enquanto as mulheres famosas cobravam um dinheirão para mostrar as tetas, o cu e a buceta nas Playboys da vida, o Bella da Semana buscava attwhores anônimas que topassem tirar a roupa de graça, prometendo que aquilo seria uma ótima maneira de divulgarem sua beleza e iniciarem futuramente uma carreira prolífica de modelo. Pior que algumas realmente conseguiram destaque na mídia, sendo posteriormente vistas em reality shows ou programas de auditório.

De acordo com o cafetão CEO do site, os acessos do Bella da Semana triplicaram durante a pandemia de COVID-19, bem como bateu recordes de busca no Google.

Modelos "famosas" do Bella da Semana[editar]

Queria ver a Marcela Temer pelada? Que tal então esta versão genérica oferecida pelo Bella da Semana?

Várias putas gostosas foram literalmente descobertas pelo Bella da Semana, e hoje trabalham como apresentadoras de televisão, atrizes, jornalistas, blogueiras e escritoras. Por exemplo, o site foi uma baita vitrine para o Pânico na TV arrumar algumas de suas panicats, revelando talentos como Mariana Skieres, Regiane Brunnquell, Juju Salimeni e Carol Narizinho. Até mesmo a poderosa Rede Globo beneficiou-se das beldades ali presentes, recrutando participantes para as primeiras edições do Big Brother Brasil, dentre as quais destacam-se Manuela Saadeh, Tathy Rio e Fernanda Cardoso. Há também aquelas que viraram subcelebridades aleatórias que ninguém sabe ao certo o que fazem atualmente, até porque continuaram investindo no erotismo para não caírem no esquecimento, vide os casos de Gil Jung, Viviane Bordin, Veridiana Freitas e Vanessa Vailatti.

Uma boa parte das pseudomodelos do Bella da Semana acabaram repetindo a dose e saíram peladas em outros sites e revistas de entretenimento onanístico, consolidando-se como musas profissionais da bronha. Provavelmente muitas delas abriram mão de suas identidades reais e adotaram um nome de guerra para investir em carreiras de atriz pornô, prostituta, stripper e outras profissões que fariam seus pais orgulhosos.

Ver também[editar]