Batman de Zur-En-Arrh

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Um troço desses nem é digno de ser chamado de Batman, nem que fosse o da Feira da Fruta.

Batman de Zur-En-Arrh é um nome impronunciável dado para dois diferentes Batmans Batmen: um vindo de outro planeta, dimensão ou sei lá o que, e outro que é... acredite... o próprio Batman. A gente vai tentar explicar já já como é que pode uma porra dessas...

O original de Zur-En-Arrh[editar]

O originalzão é um alienígena humanoide chamado Tlano (é TLA-NO, não Thanos) e usa a mesma roupicha do Robin Batman, mas com restos de trapos obtidos provavelmente do mesmo circo de quinta de onde saiu o Coringa, contudo, por algum motivo incompreensível e mequetrefe, o Tlano tem poderes iguaizinhos aos do Superman. O porquê dele ter se inspirado no morcegão e não no azulão de Metrópolis eu não faço a menor ideia, mas talvez por ele não gostar de resolver as coisas como o bananão do Clark Kent, que nem pra dar um "chega mais, minha nega" na Lois Lane conseguia, então decidiu virar Batman, só que versão bloco LGBT do Carnaval de Olinda (já que todo mundo sabe que o original é também, só que ele fica lá dentro do armário, como um bom morcego).

O personagem foi criado pelo escritor Ed Herron e pelo desenhista Dick Sprang e apareceu apenas na revista "Batman Vol. 1" nº 113 de fevereiro de 1958, numa época em que faziam um monte de história bizarra com o Batman, ao invés de colocá-lo pra dar porrada em criminosos reais, e taí uma delas.

A versão "Batman chapadão"[editar]

Durante a saga Batman: Descanse em Paz, o morcegão andava perturbadão por culpa de umas tentativas de lavagem cerebral que o doutor Simon Hurt tava fazendo nele. Com isso, ele usou uma técnica ancestral incel cuja definição mais próxima é uma espécie de autismo voluntário (voluntário, hein?) para se manter redpillado e evitar enlouquecer de verdade, todavia, ele sentiu vários efeitos colaterais, incluindo vontade de rodar os bat-rangues no ar, incômodo com a roupa apertada e até falar sozinho, jurando que conversava com um tal de Batmirim e usando um monte de farrapos de umas festinhas na Mansão Wayne pra fazer o uniforme de Batman de Zur-En-Arrh e usá-lo em caso de perigo para a mente ou quando o uniforme tradicional começava a coçar e a cheirar cecê, sempre falando as palavrinhas mágicas Zur-En-Arrh (que significa "Tu-Tá-Doidão!"). Em que isso realmente ajudou o Batman eu TAMBÉM não faço ideia, já que as histórias escritas pelo demente do Grant Morrison só são entendidas por quem tem um QI de 300 ou faz uso crônico de maconha estragada.

v d e h
O incompreensível mundo do Universo D.C.