Batalha das Fronteiras

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Batalha das Fronteiras foi a primeira batalha da Primeira Guerra Mundial. Após aquela zona de todos países declarando guerra uns aos outros após a cagada em Sarajevo, qual a primeira coisa sensata a se fazer? Invadir a França, claro! Todos odeiam a França mesmo, oras, especialmente os alemães que todos sabem que são homofóbicos. Como era o de esperar a França foi a vadia dos alemães nesse prelúdio da guerra, totalmente desarticulados, desatualizados, dependentes dos ingleses, com pouca tática e muita improvisação, os alemães foram totalmente superiores e em menos de 1 mês avançaram em quase todo ocidente francês.

Prelúdio[editar]

O que a Áustria invadindo a Sérvia e a Rússia reunindo um exército de 10 milhões de soldados equipados com armamento sucateado e estratégias militares do século retrasado tem a ver com a Alemanha invadir a França? Absolutamente nada, e isso que torna as guerras tão divertidas. Por algum motivo os alemães acreditaram que apesar dos russos serem a real ameaça, era mais sensato dizimar a Bélgica do mapa só porque eles estavam no caminho da França, e foi isso que ameaçaram fazer.

Os alemães enviaram primeiro uma cartinha educadamente pedindo que os belgas declarassem publicamente que não passam de uma versão mal feita de alemães, e outra para os franceses pedindo que eles admitissem publicamente que seu queixo fede a chulé e seus perfumes fedem a suor de porco e que só não admitem isso para manter um falso status de seu luxo. Obviamente tanto Bélgica quanto França recusaram esse ultimato, e a Alemanha invadiu.

Batalha[editar]

Tropas francesas caminhando abertamente para o suicídio.

Os alemães invadiram a Bélgica e conquistaram todo país vizinho em menos de 35 minutos. A velha tática belga de recomendar austeridade econômica, taxar produtos agrícolas e unidade monetária não deu certo contra as espingardas alemães que explodiram tudo.

A Batalha de Mulhouse (7-10 de agosto) foi a primeira ofensiva francesa, liderados por um general metido a Napoleão só que no século errado, colocou seus soldadinhos para marchar em gritantes uniformes vermelhos que foram alvos perfeitos para o tiro ao alvo dos germânicos que dizimaram os franceses na primeira batalha. Os franceses acostumados a batalha corpo-a-corpo nos subúrbios de Paris furtando não tinham chances contra os alemães atirando de longe entrincheirados em trincheiras meticulosamente escavadas em zigue-zague de maneira a devastar o maior número de natureza possível, coisa que os ingênuos franceses procuravam preservar.

2 dias depois houve a Batalha de Haelen (12 de agosto) que foi o contra-ataque alemão na pequena cidade neerlandesa de Haelen que era um grande polo bucólico produtor de tamancos. Os belgas foram traídos pela sua própria competência quando tentaram destruir a ponte de Gete e falharam quando ela resistiu intacta ao conjunto de 1 milhão de estalinhos de festa junina que os belgas plantaram em sua estrutura e explodiram, falhando em impedir o avanço das tropas, armamentos e suprimentos alemães que concederam a vitória naquela batalha.

A Batalha de Lorena (14-25 de agosto) foi mais uma trapalhada francesa, quando estes enviaram duas divisões de tropas para surpreender os alemães em Sarre através da Lorena, dessa vez com apoio dos britânicos que chegaram no continente e para ensinar os franceses fizeram a famosa formação inglesa em bloco, e caminharam todos para a morte certa por fuzilamento.

Concomitamente estava havendo ao norte a Batalha de Ardennes (23-25 de agosto) ficou para a história da indústria alimentícia francesa como o Milagre Econômico da Mortadela. Algum general francês muito genial, percebendo como a cavalaria era totalmente inútil naquele tipo de guerra, enviou todos seus cavalos para o fronte de batalha que foram imediatamente explodidos. Os cadáveres dos animais foram aproveitados ao norte, na Normandia, para a fabricação de mortadelas, que foi tanta que foi criogenizada para que não perdesse a validade, e a mortadela de Ardennes é consumida até hoje como especiaria.

Na medida que os dias iam passando e alemães e franceses iam ganhando experiência, ambos lados tornaram-se fanáticos por pontes, onde houvesse ponte eles queriam conquistar, os generais tinham tesão por pontes, se entrasse no quarto do General alemão Heinz Halls Hulls veria um monte de posteres de pontes peladas, um verdadeiro pervertido. E justamente por causa disso a Batalha de Charleroi (23-25 de agosto) foi travada para capturar a Ponte de Sambre.

Pós-batalha[editar]

Se a guerra fosse medieval onde eram usados apenas cavalos, machados, astúcia, superioridade numérica e resistência a lama, os alemães capturariam Paris em menos de 24 horas dado o desenrolar das ofensivas alemães na Bélgica e França em apenas 1 mês. Mas apesar de toda superioridade tática dos alemães e de seus soldados serem meros ciborgues sem sentimento, a batalha terminou num grande impasse, com a invenção da arma de fogo até os inúteis dos franceses poderiam ser agora alguma coisa na guerra, era só mirar e apertar no gatilho, assim soldados dos dois lados ficaram entrincheirados cheirando merda.