Baltimore

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Nota: Para algum lugar melhor que essa favela, consulte Washington, D.C.


Baltimore (chamada de Baltimorte no dialeto local) é o maior gueto do estado de Maryland e maior subúrbio de Washington. Não recomendamos se aproximar demais.

História[editar]

Dois dos principais produtos de Baltimore juntos ao mesmo tempo.

Baltimore foi fundada no dia 30 de julho de 1729 e recebeu o nome de seu fundador Sir Lord Baltimore.

Era para ser apenas uma cidade inútil na costa leste dos Estados Unidos, mas Baltimore cresceu no século XIX depois da construção da capital Washington, e toda capital que se preze precisa de um gueto grande, marginalizado e cheio de treta.

Dizem que Baltimore cresceu por servir como grande depósito de açúcar vindo do Caribe, mas se você fosse olhar mais de perto aquele pó não era açúcar, é óbvio que eram dorgas manolo! Como você acha que os políticos de Washington conseguiriam sobreviver sem dar uma cheirada num gatinho antes de ir para o congresso?

Foi em Baltimore que em 1812 Frank Zappa escreveu e compôs o Hino nacional dos Estados Unidos da América baseado num baseado que consumiu no local.

Apesar de ter se tornado uma "cidade independente" em 1951, isso é só no papel, porque há quem diga que Baltimore na verdade nem existe e só passe de um bairro de Washington. Baltimore sempre sofreu de crise de identidade, já que tudo na cidade sempre chama-se "Aeroporto Internacional de Baltimore-Washington", "Universidade de Baltimore-Washington", "Hospital de Baltimore-Washington", "Puteiro de Baltimore-Washington", "Boca-de-fumo de Baltimore-Washington", e assim para quase tudo.

Economia[editar]

Baltimore é um dos maiores compradores de drogas da América do Sul para serem vendidas nos becos de Washington. É também o maior exportador de Doenças Sexualmente Transmissíveis para Washington, D.C.

Se uma pessoa entrar em uma bodega com apenas uma moeda de dez centavos no bolso, terá uma quantia maior do que a soma de toda a riqueza produzida em Baltimore no século XXI.

Educação[editar]

Baltimore é sede da Universidade Johns Hopkins, que tem a escola de medicina mais prestigiada do mundo pelo fato de que nunca faltam cadáveres para os alunos analisarem, dissecarem e operarem.

Lazer[editar]

As principais atividades de lazer do povo de Baltimore incluem comer frango frito, nadar no esgoto, bater nas pessoas sem motivos, assaltar, correr da polícia de Washington, vender drogas e pescar siris.

Esportes[editar]

Cquote1.svg O freguês sempre tem razão Cquote2.svg
Pittsburgh sobre nenhum time de Baltimore jamais ter vencido um time de Pittsburgh em um jogo de pós-temporada

Baltimore é a casa dos times mais odiados das ligas americanas. Times sempre formados por manos, destacam-se o Baltimore Ravens no futebol americano, que rivaliza na formação de gangues com o Cincinnati Bengals, e o Baltimore Whorioles, que é conecido no mundo do beisebol como a puta da AL East, desde que foi comprado por Peter Diabolos, que vendeu 97% dos jogadores decentes do time e substituiu-os por animais do Farmville.

É também conhecida como a Capital da Natação de Maryland (o que não quer dizer muito, já que Maryland só tem umas cinco cidades mesmo), ou como a maior ex-cidade dos esportes americanos, já que é a cidade que mais perdeu times para outras cidades ao longo da história.

Habitantes ilustres[editar]

Obviamente, todos se mudaram depois de ganharem na vida:

Curiosidades[editar]

  • A cada nove baltimortos, oito são viciados em heroína e o nono é traficante.
  • Se você conseguir matar dez pessoas em Baltimore, você recebe a chave da cidade e uma medalha de ouro. Como Michael Phelps tem dezoito delas, isso faz dele um dos maiores assassinos em série da história dos EUA.
  • Apesar das equipes esportivas da cidade serem representadas por animais como o corvo, um pássaro ou anteriormente um potro, o mascote oficial de Baltimore é a zebra, em homenagem à grande segregação racial existente na cidade.
  • Baltimore é o único local nos Estados Unidos que aceita projéteis balísticos como moeda para transações financeiras, assim como o status social das pessoas é medido por quantos assassinatos foram cometidos por esta.
  • Cientistas recomendam evitar visitar Baltimore como turista a qualquer custo. Em um estudo da Universidade Johns Hopkins com cem turistas japoneses, 18% dos turistas ficaram com coceiras no púbis após ficarem expostos à cidade por duas horas. Os outros 82% levaram tiros. Os que sobreviveram aos tiros levaram mais tiros.