Baba Yaga

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BruxaBrancaDeNeve.jpg Este artigo é sobre uma bruxa!

ou algo tão feio e horripilante quanto uma bruxa...

Se você vandalizar, será transformado em juiz de futebol.

Night creature.JPG Baba Yaga surgiu das trevas!!

E pode te levar pra conhecer o capeta cara-a-cara!


Baba Yaga é uma megera da mitologia eslava mundialmente conhecida pela sua xenofobia em relação aos russos (provavelmente por ser polaca). Sendo um espírito de pura maldade e ódio no coração, Baba Yaga se consagrou como a maior serial killer do folclore do leste europeu, tendo acumulado em sua ficha criminal, ao longo dos séculos, inúmeras infrações penais graves como assassinato, infanticídio, canibalismo, tráfico de órgãos, emprego de trabalho escravo infantil e posse de imóvel ilegal.

Características[editar]

Cquote1.svg Fu fu fu...Sinto cheiro do espírito russo! Cquote2.svg
Baba Yaga procurando por ingredientes frescos para o jantar

Baba Yaga é descrita como uma velha carcomida que vive no meio do mato a espera de turistas russos ou escoteiros eslovenos para colocar num caldeirão e fazer um rango. Esqueça Hogwarts e seus magos Nutella: a velha Baba Yaga é uma bruxa raiz, daquelas que impõem respeito, que só de ter seu nome citado já fazem qualquer caipira ou tio engraçadão se borrar nas calças.

Por ser uma bruxa clássica, ela obviamente é um cão chupando manga, sendo mais feia que indigestão de torresmo (ou que tua mãe fazendo cara de desgosto após acordar de manhã e encontrar seu filho vagabundo lendo a Desciclopédia ao invés de procurar emprego).

Com seus longos e grisalhos cabelos despenteados, que não viam um pente há mais de três séculos, Baba Yaga também fez carreira na indústria da moda, lançando no mercado tendências de penteado que percorrem eras e até hoje conquistam adeptos de renome, como Maria Bethânia.

Ainda por ser uma bruxa à moda antiga, Baba Yaga é uma macumbeira de primeira, embora não hajam muitos relatos sobre qual a escola de magia em que tenha se especializado. Provavelmente porque os poucos que tiveram a felicidade de presenciar suas magias do 9° círculo jamais voltaram pra contar história.

Comportamento[editar]

Cquote1.svg Isso aqui com um cafézinho quente vai descer que é uma maravilha... Cquote2.svg

Com seu lenço na cabeça, Baba Yaga é muito temida, sobretudo por parecer uma cigana que a qualquer momento pode começar a dançar flamenco ou tentar te convencer a comprar algum conjunto de toalhas. Sabe-se que dentre seus feitos, Baba Yaga foi medalhista de ouro na modalidade risadas diabólicas, desbancando com seu famoso Fu fu fu adversários de peso como Saga de Gêmeos e Dona Nevis.

Vale ressaltar que Baba Yaga decide quem pode ou não adentrar sua casa. Para isso, o visitante deve bater palmas, dar três pulinhos e chamar pelo seu nome. Caso o indivíduo a desrespeite durante esse ritual, sua casa imediatamente vai pisoteá-lo até a morte, transformando-o em pasta, que ela provavelmente vai recolher e usar como ingrediente de alguma receita de família.

Baba Yaga gosta de ser justa, designando tarefas para quem ela recepciona em sua humilde residência, com intuito de dar a suas vítimas mais algum tempo de vida. O modus operandi é simples: se sua vítima fazer um serviço porco, vai pra panela. Se sua vítima fazer um serviço perfeito... Baba Yaga continuará designando tarefas até que ela faça um serviço porco.

História[editar]

Diferentemente de Paulo Coelho, Baba Yaga é uma maga de verdade. Até hoje Mr. M não sabe explicar como ela consegue voar num balde de leite.

Baba Yaga nem sempre foi uma bruxa canibal devoradora de humanos. Antes de ter se tornado uma entidade maligna, ela nasceu em algum lugar isolado no antigo Império Russo. Filha de camponeses pobres, Baba Yaga levava uma vida tranquila no pântano, bebendo água límpida dos rios, comendo javali e se escondendo do Leshy.

Tudo ia bem até que seus pais morreram de malária, deixando-a sozinha no mundo. Para fugir da depressão de perder seus entes queridos, a jovem Yaga se juntou a uma seita de benzedeiras pagãs conhecida como Wicca, onde dentre tantas outras coisas, ela aprendeu a fazer xaropes milagrosos e a conjurar magias de alto nível.

Yaga começou a ajudar a população local, usando suas fireballs para espantar os goblins e trolls que atacavam os vilarejos reclusos do interior. Mas a vida é uma caixinha de surpresas, e Yaga viu todo o seu mundo virar do avesso quando a Igreja Ortodoxa Russa descobriu sobre sua macumbaria satânica e a lançou na fogueira.

Antes de morrer, Yaga jurou vingança, amaldiçoando toda a Rússia pelo que lhe fizeram. Alguns anos depois Baba Yaga retorna do Além, numa versão distorcida de si mesma, na forma de uma velha cigana perversa com fome de carne humana. Desde então ela tem assombrado a população russa, principalmente os caipiras que vão para a floresta cortar lenha.

Posteriormente Baba Yaga teria expandindo seu território, passando a atuar também na Polônia, Eslováquia, República Tcheca e Ucrânia, até ter se popularizado para assustar cagões de toda a cultura eslava. Afinal, devorar apenas russos no café todos os dias em algum momento enjoa o paladar.

Lenda[editar]

Com seu pilão à prova de fugas, Baba Yaga assegura que o rango nunca consiga escapar do seu caldeirão. Pelo menos não sem um traumatismo craniano...

Há muito tempo atrás, em uma região inóspita da Rússia, vivia um feliz casal composto por uma simples camponesa de nobre coração que vai todos os dias ao bosque recolher lenha e um pobre vendedor de tomates. O casal era completamente fodido, sem um cachorro pra dar um chute, mas ao menos vivia feliz com seus dois filhos gêmeos, duas crianças educadas que não pintavam o sete, pois tinham medo de serem visitadas de noite pelo lobisomem ou pelo Rasputin.

Certo dia a mãe das crianças é acometida por uma praga, provavelmente lançada pelo Chernobog, o deus eslavo de tudo do ruim e do pior, que odiava gente pobre e feliz no campo. Assim o pai das crianças fica desolado, e entra em desespero, pois não estava preparado para lidar sozinho com a puberdade de duas crianças quando elas chegassem às vésperas da adolescência. Procurando uma forma de se livrar do pepino, o pai das crianças acaba se casando de novo, achando que a velha história da madrasta má era apenas uma lenda urbana.

A tramoia da madrasta[editar]

Achando que podia dar atenção redobrada para seus filhos biológicos e ficar só por isso mesmo, o pai das crianças decide sair para oferecer sua mercadoria na venda da esquina, deixando as crianças sozinhas com a madrasta. Previsivelmente, a madrasta, que já tinha os próprios filhos encapetados pra cuidar, nem perde tempo e já trata logo de se livrar dos fedelhos. Assim, ela tenta passar a perna nas crianças, enviando-as para a casa de uma bruxa feia na floresta, dizendo que a velha era dona de uma fábrica de chocolates da Nestlé e que ficaria feliz em dividir um Chokito com eles.

Inicialmente as crianças, que nunca tinham visto um doce na vida, vão correndo rumo a floresta, na expectativa de achar a tal bruxa. Em dado momento cai a ficha, e elas percebem que a madrasta tinha lhes tapeado. Porém, se eles voltassem, a madrasta poderia alegar desobediência e golpeá-los com uma havaiana de pau. Sem saber o que fazer, as crianças desviam do caminho e vão visitar sua tia-avó, uma senhora aleatória que ficava o dia todo em casa tomando chá.

Ao chegarem lá e explicar o que se passava, sua tia-avó, uma mulher sábia e vivida, lhes responde com um glorioso "foda-se", dizendo que não tinha nada o que fazer. Após não ajudar com porra nenhuma e dar para as crianças um pote de biscoitos, sua última refeição, a senhora diz que já que as crianças estavam com um pé na cova mesmo, elas deveriam ao menos ser educadas com Baba Yaga, para que ela os devorasse sem mastigar muito, evitando uma morte agonizante e dolorosa.

A casa de Baba Yaga[editar]

Baba Yaga sempre fica feliz por receber criancinhas gordas e carnudas para o almoço.

Assim que chegam na casa da Baba Yaga, ela os recebe de braços abertos, água na boca e caldeirão aceso. Vendo o futuro que os aguardava, as crianças tentam fazer a cabeça da velha, se colocando a disposição para ajudá-la em casa. Como Baba Yaga estava de bom humor e gosta de ser justa, ela permite que os pirralhos a ajudem, mas com uma condição: caso eles deixassem o serviço pela metade, eles imediatamente virariam purê.

Porém, Baba Yaga era trapaceira, e não estava nem um pouco a fim de deixar a janta escapar. Assim ela designou duas tarefas impossíveis para as crianças: enquanto a menina teria que calcular uma integral tripla, o menino precisava encher uma banheira de água com uma peneira.

Enquanto batia a cabeça, dois ratos leprosos aparecem e oferecem ajuda a menina, alegando que em troca de um biscoito eles poderiam ajudar. Imediatamente a menina ajuda os roedores, que por terem feito dois anos de matemática, rapidamente resolvem o problema. Em seguida, eles a aconselham a dar um pote de Whiskas para o gato preto.

Enquanto isso, dois pássaros anorexos prometem auxiliar o pirralho em sua tarefa em troca de comida. O pirralho dá a eles um pedaço de biscoito, e eles o ajudam, revelando que se a anta tivesse pensado em colocar argila na peneira antes, já teria enchido a banheira há muito tempo.

A fuga das crianças[editar]

Baba Yaga caçando. Seus métodos são simples: ficar parada e esperar pacientemente. Quando algum humano passar na sua frente, basta golpeá-lo com o pilão e pronto, a ceia está garantida!

Quando Baba Yaga chega de noite e vê que os pivetes tinham conseguido resolver suas tarefas impossíveis, ela fica puta, mas como promessa é dívida, ela não os devora, certa de que no dia seguinte eles não escapariam do caldeirão. Logo pela manhã Baba Yaga pede que as crianças decifrem a teoria do caos até ela chegar.

Ao procurar os sábios conselhos do gato, que aceita dá-los de graça em troca de um pote de ração, o bichano é curto e grosso ao dizer que de hoje eles não passariam caso ficassem ali. Como a velha não fazia carinho no gato há mais de três décadas, ele os presenteia com um conjunto de panos de rosto e um pente da ACME, dois poderosos artefatos arcanos criados por Gandalf que ajudariam a distrair a bruxa caso ela os perseguisse.

Quando Baba Yaga chega, ela fica furiosa, pois além de ver que as crianças tinham fugido, o gato preto tinha arranhado todos os móveis da casa e espalhado a areia da sua caixa em cima da pia. Não apenas isso: os cães também trocaram sua fidelidade à velha por um pedaço de biscoito. Mesmo sendo uma bruxa, Baba Yaga se restringiu apenas a perseguir os fedelhos, já que não queria se rebaixar ao nível dos humanos matando indefesos cachorrinhos e gatinhos.

Baba Yaga acaba deixando as crianças fugirem, pois bateu um reumatismo nas costas no meio do caminho e ela não conseguiu continuar com a perseguição. Quando as crianças voltam pra casa, elas deduram sua madrasta, que leva um chute nos fundilhos de seu pai. Segundo a lenda, essa história tem um final feliz, com a madrasta vagando sem rumo pela floresta e sendo encontrada pela Baba Yaga faminta, que a manda para a panela e enche a pança com sua carne.

Baba Yaga e Vasilisa[editar]

Entre as inúmeras lendas em que Baba Yaga aparece, a de Vasilisa é uma das mais clássicas. Numa bela manhã chuvosa e sinistra, Baba Yaga decide sair para pegar um ar fresco, assustar uns caipiras e devorar uns mendigos, o básico. Assim que chega em sua casa, voando em seu almofariz mágico, Baba Yaga começa a sentir um cheiro podre e insuportável. Não, não era o metano venenoso dos pântanos, era algo muito pior: humanos.

Como Baba Yaga já tinha almoçado duas crianças que ficaram acordadas até tarde assistindo o Felipe Neto, ela já estava de barriga cheia, e não estava nem um pouco a fim de receber visitas. Até porque, sua geladeira estava no conserto, e ela não tinha como armazenar nenhum defunto até a hora do café-da-manhã.

Ao ordenar que o pilantra aparecesse, eis que surge por entre os arbustos Vasilisa, uma fedelha chata sem a menor percepção artística, que estava escondida porque ficou com medinho da belíssima decoração da casa de Baba Yaga, feita com caveiras e ossos humanos. De cara a bruxa já pensou em matar a pirralha ali mesmo, impactando sua órbita craniana com um golpe de vassoura.

Apesar de seu impulso, Baba Yaga decidiu ouvir a pirralha ao ver que ela carregava consigo uma boneca de vodu, o que lembrou da infância da própria bruxa, quando ainda não existia a Barbie. A garota relatou que tinha sido enviada até sua casa pela madrasta (pra variar), para pedir um pouco de fogo emprestado, afinal, todo mundo que já jogou Dungeons & Dragons sabe que Baba Yaga é a mãe de todas as bruxas, sendo portanto uma piromante profissional.

Tirando a bruxa do sério[editar]

Baba Yaga no conto Vasilisa procurando por especiarias na floresta. Nada combina mais com a carne fina de garotinha russa que orégano e manjericão.

Vendo que a menina era bem saudável e estava no ponto, Baba Yaga promete dar fogo a ela caso ela fizesse tudo o que mandasse pelos próximos dias. Caso Vasilisa fizesse qualquer cagada, ela imediatamente viraria ensopado.

Obviamente foi apenas uma desculpa: Baba Yaga só queria manter a catarrenta em sua casa até a geladeira voltar do conserto e ela ter como armazenar os restos mortais de Vasilisa, que daria carne pra uma semana.

A regra era simples: todos os dias Vasilisa deveria varrer o chão emporcalhado com manchas de sangue, limpar a residência infestada de moscas varejeiras, cortar as unhas dos pés de galinha da sua casa e cozinhar um guisado de carne humana para o jantar. Enquanto saía pela floresta em busca de olhos de sapo para suas poções mágicas, Vasilisa ficava para trás pegando no batente.

Como a boneca de vodu de Visilisa era a lendária Serafina, ela criava vida sempre que Baba Yaga estava fora, e ajudava a fedelha a fazer todas as tarefas que eram designadas. Os dias se passaram, e Baba Yaga ficava cada vez mais puteada da cara, pois por mais que procurasse um defeito, aquela catarrenta sempre fazia tudo perfeitamente.

Finalmente chegou o dia em que Baba Yaga explodiu de raiva, e perguntou para Vasilisa como caralhos ela conseguia fazer tudo que ela mandava todo santo dia, sendo que a maioria das outras crianças não conseguia passar da primeira noite. Vasilisa afirma que tinha recebido a bênção do espírito zombeteiro de sua falecida mãe.

Baba Yaga imediatamente a expulsa, pois não precisava em sua casa de uma criança abençoada que não pudesse usar como recheio de torta. Por ser uma bruxa de palavra, a velha deixa Vasilisa levar fogo pra casa como prometido, mandando a pirralha enfiar a tocha no cu e sumir de sua propriedade.

Equipamentos, apetrechos e habilidades[editar]

Com a facilidade de locomoção proporcionada pela sua casa, Baba Yaga conseguiu marcar presença em todo o território eslavo, sempre experimentando pratos diferentes e iguarias típicas variadas.

Baba Yaga é uma das bruxas mais bem equipadas do mundo, e conta a seu dispor com uma grande quantidade de artefatos mágicos, itens raros e equipamentos lendários. Poucas bruxas se dão luxo de serem tão bem preparadas como Baba Yaga, que tem um acessório para cada situação.

Casa[editar]

A casa da Baba Yaga é um dos itens arcanos mais famosos de toda a história da bruxaria. Qualquer ignorante que tem Internet conhece essa casa, caracterizada por grandes pés de galinha que saem pela floresta pisoteando caipiras e lenhadores eslavos desavisados. Ninguém sabe a origem dessa casa, mas segundo os registros históricos, Baba Yaga a ganhou do mago Merlin em uma partida de pôquer.

Inicialmente era apenas um casa caindo aos pedaços no meio do pântano. Mas aos olhos de Baba Yaga, uma visionária, aquilo não era suficientemente amedrontador. Lembre-se que na Idade Moderna o que mais existia era gente miserável morando em barracos, e algo tão comum assim não geraria qualquer impacto nas pessoas, já habituadas com a miséria e a pobreza. Assim, utilizando uma poderosa macumba de transmutação, Baba Yaga, a diferentona, decidiu conceder pés de frango a sua ilustre moradia.

Aquela foi uma sacada de gênio. Sempre que Baba Yaga está com fome mas quer evitar a fadiga, basta ordenar que a casa pisoteie seus alvos até a morte para fazer uma carne moída de primeira. Essa casa também é muito útil na hora de fugir do governo e dos cobradores, e até hoje Baba Yaga nunca precisou pagar o IPTU, pois está o tempo todo mudando de lugar.

Além de servir como sua residência, a casa de Baba Yaga reflete sua peculiar visão artística, sendo adornada por dentro e por fora por carreiras de ossos humanos. O estilo único adotado por Baba Yaga em sua casa é muito estudado dentro da arquitetura e do design de interiores, e renomados artistas e profissionais contemporâneos, tais como Freddy Krueger e Jason Voorhees, até hoje estudam formas de incorporá-lo em seus próprios trabalhos.

Almofariz[editar]

Com um olhar muito a frente de seu tempo e com a criatividade presente apenas nas mentes mais brilhantes, Baba Yaga decidiu procurar por uma alternativa ao uso da vassoura, que já tinha ficado fora de moda. Como não gostava de moer os ossos das suas vítimas com um pilão à moda antiga, cujos gritos de dor davam uma puta enxaqueca, Baba Yaga decidiu dar vida ao seu almofariz, que criava mofo na garagem, e fazer dele seu novo meio de transporte.

Além de facilitar na hora de perseguir criancinhas fujonas, seu almofariz era muito mais rápido que os transportes aéreos convencionais. Baba Yaga nunca pegava trânsito, pois conseguia sair e chegar em sua casa antes que os céus ficassem congestionados pelo tráfego intenso de vassouras, uma forma de locomoção arcaica e obsoleta.

Pilão[editar]

Com todo o seu arsenal mágico, Baba Yaga foi crucial para a derrota dos nazistas na Segunda Guerra Mundial.

Antes de ter uma casa casa para pisotear suas vítimas, Baba Yaga era obrigada a usar seu pilão para socar seus alvos contra o fundo do almofariz. Mas aquilo era muito trabalhoso e sempre lhe batia uma dor nas costas. Atualmente, a principal função do seu pilão é ser usado como uma espécie de remo, pelo qual a bruxa se guia para manobrar seu almofariz à jato de última geração. Baba Yaga também o utiliza como porrete, quando quer abater algum vagabundo que fica se debatendo e tentando escapar da panela.

Vassoura[editar]

Baba Yaga abandonou o uso da vassoura para o voo há muito tempo, mas sempre a mantém guardada para quando chegarem visitantes, os quais provavelmente terão que varrer sua casa para não viraram janta. E não apenas isso, sua vassoura é mágica, e Baba Yaga sempre que possível a leva consigo para apagar seus rastros na floresta ou para usar como taco, quando sai para jogar golfe com as suas amigas hediondas. Em algumas ocasiões Baba Yaga a usa como arma de combate, principalmente contra aventureiros de RPG que invadem seus domínios para roubar itens de sua casa.

Caldeirão[editar]

Uma bruxa sem um caldeirão não é uma bruxa, é apenas uma velha macumbeira sem rumo na vida. Pelo menos é essa a visão de mundo de Baba Yaga, que mesmo podendo ter um fogão de quatro bocas moderno, ainda opta pelo tradicional. Além de preparar a comida, Baba Yaga também usa seu caldeirão para criar poções mágicas, frutas envenenadas e shampoo caseiro (que ela nunca usa, diga-se de passagem).

Em termos culinários Baba Yaga usa seu caldeirão apenas quando quer cozinhar criancinhas e anões, optando pelo seu clássico fogão à lenha quando precisa preparar adultos. No caldeirão, de adultos só entram os restos mortais esquartejados, quando ela quer preparar um baião de dois ou um ensopado de coração.

Magia[editar]

Baba Yaga usando suas magias de evocação para preparar comida congelada.

Já como conjuradora, apesar de incerto, o mais provável é que sua especialidade seja magia de ilusão, a mesma do Curupira. Isso se explica tendo em vista que ela costuma dificultar que funcionários da Receita Federal, ativistas dos direitos humanos e testemunhas de Jeová a encontrem pela floresta. Baba Yaga só se deixa encontrar quando lhe dá na telha, ou quando precisa de criancinhas frescas para o grelhado.

Baba Yaga sempre sabe quando alguém a visita, e segundo algumas lendas, Baba Yaga adora assumir formas diferentes a depender do que ela quer no cardápio do dia. Para atrair adultos, ela assume a forma de um ator ou atriz pornográficos. Para atrair crianças ela assume a forma do Barney ou do Garibaldo. E por fim, para atrair gente velha, ela assume a forma de um bingo ou do jogo do bicho. Seja lá qual for sua aparência, suas vítimas sempre vão parar no mesmo lugar, o bucho.

Além de uma ótima maga ilusionista, Baba Yaga também é uma poderosa necromante. Ela enterra mãos decepadas de suas vítimas por todo terreiro de casa, e sempre que algum malandro tenta invadir sua propriedade, ela conjura uma ardilosa magia de reanimação que faz com que as mãos puxem o pé do invasor. Caso o indivíduo não morra de um ataque cardíaco, ele certamente vai morrer quando Baba Yaga chegar e fritá-lo com óleo e farinha.

Porte físico[editar]

Baba Yaga é extremamente apelona, sendo um caso raro de indivíduo que se garante na macumba e também no soco, o que faz dela uma poderosa adversária, tanto ranged como melee. Apesar de velha, decrépita e corcunda, Baba Yaga é forte suficiente para quebrar todos os ossos da cara de um homem adulto com um golpe na fuça, além de ser uma exímia dominadora do gancho do Scorpion. Boa parte das caveiras que ela usa pra decorar seu cercado são de marombeiros que tentaram solá-la na porrada.

Servos[editar]

Em muitas das histórias que envolvem Baba Yaga, ela é descrita como tendo a sua disposição uma horda de servos infernais, que seguem cegamente as ordens de sua mestra. O primeiro deles, é claro, é o gato preto, pois bruxa sem um gato não tem moral nenhuma. Embora o bichano em algumas lendas traia a velha por um pedaço de presunto, em muitas outras ele é descrito como uma cria de Satanás com olhos malignos e brilhantes, que fica observando friamente enquanto a bruxa assa suas vítimas no churrasco.

Outra criatura descrita como de posse de Baba Yaga é um grande cão de caça, um hellhound, cuja função é evitar que qualquer espertinho tente fugir da casa da velha. Também trai a confiança de Baba Yaga em algumas lendas, por um pedaço de biscoito. As raras pessoas que conseguem escapar do caldeirão da bruxa acabam sendo esquartejadas pelo seu cão, quando ele decide não apunhalar a velha pelas costas.

Por fim, embora poucos saibam, Baba Yaga pratica jardinagem como hobby. Ao redor de sua casa ela cultiva uma plantação de árvores sinistras com rosto, alimentadas com sangue humano, que a ajudam a aprisionar pivetinhos travessos. A ideia pegou tão bem que até Shao Kahn decidiu pegar umas mudas para plantar por toda Outworld.

Ver também[editar]