Azerbaijão

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Azerbajini Trunkads
Califado Azerbajini
Azerbostão
Bandeira do Azerbaijão
Brasão de Armas do Azerbaijão
Bandeira Brasão
Lema: Aqui também tem petróleo
Hino nacional: Nem Rússia, nem Irã, nem Armênia

Localização de Azerbostão

Capital Teu Cu
Cidade mais populosa Dá o Cu
Língua Azerbajini, Rede Globês, turco
Religião oficial Islã
Governo Califado
 - Calife Mohammed Bin Laden
Heróis Nacionais Richard Sorge
Área  
 - Total Do tamanho da suíça de um lado, e ainda roubou um pedaço da armênia do outro lado km² 
 - Água (%) 0
Analfabetismo 89 
População s/d 
PIB per Capita 10 
IDH ??? 
Moeda CR$ (Coroa Real)
Fuso horário AZT + 8 (Acre's Zone Time)
Clima Muito Quente
Website governamental www.cia.gov [1]


Cquote1.svg Aqui é muito mais seguro que o Afeganistão Cquote2.svg
Terrorista sobre o Azerbaijão
Cquote1.svg Fui eu que fiz Cquote2.svg
Osama Bin Laden sobre o Azerbaijão
Cquote1.svg Isto non ecziste Cquote2.svg
Padre Quevedo sobre a porção ocidental roubada da Armênia pelo Azerbaijão
Cquote1.svg Peru ou Turquia, eis a questão Cquote2.svg
Shakespeare sobre com qual país o Azerbaijão faz fronteira
Cquote1.svg Filho da puta! Cquote2.svg
Armênia sobre o Azerbaijão

Azerbaijão é um país do tamanho da Suíça cujo nome rima com feijão, mijão, botijão e requeijão, enquanto sua capital rima com teu cu. O país é famoso por exportar areia e petróleo e importar produtos industrializados como café, roupas, holocrons jedi, sexolandêsas e terroristas. O Azerbaijão é um país artificialmente criado apenas para irritar os armênios e ficar com eles a parte boa do Cáucaso.

História[editar]

Antiguidade[editar]

Capitão Gancho, Herói Nacional.

Acredite se quiser, mas o Azerbaijão antigo foi fundado por albaneses que criaram o primeiro Reino Albânia do mundo muito antes da Albânia sequer existir. Essa Albânia antiga nunca fora patrocinada pela Cavalera como a Albânia moderna e seu símbolo era um bode raquítico e dois leões dourados com pneumonia.

Aliás, se o Azerbaijão é um país nunca ouvido antes de 1918 isso se deve a uma falsificação por parte de historiadores armênios que se aproveitaram do fato de todo azeri ser analfabeto e eles serem os únicos a escrever livros de história, sacaneando e chamando os vizinhos de "Albânia" e não de "Aghwank & Aluank". Essas sacanagens também incluem já ter chamado o Azerbaijão de Ibéria e Maskut (emasculados).

Fora o fato de não ser citada por historiadores, o Azerbaijão também nunca existiu porque quem sempre de fato governou a região foi o Reino da Armênia porque afinal sempre só existiram armênios ali, e esse negócio de existir albaneses no Cáucaso foi uma pura trollagem. Mas também como estamos falando de armênios, o povo mais invadido da história, eles eram vassalos de alguma outra superpotência, por um tempo servindo o Império Sassânida, por outro tempo servindo o Califado Abássida, por outro tempo servindo o Império Gaznávida, e assim por diante.

Nessa antiguidade o Azerbaijão foi dominado até pelo Império Acreano, e depois pelo Império Romano. Embora nessa época os califas nunca tenham se submetido ao Império, mas espertos como eram, fingiram fazê-lo. Sendo assim, nos anos seguintes a tomada de Roma, os califas começaram a bancar as hordas de Mongóis a atravessarem as Cordilheiras que dividiam o Azerbaijão da Rússia, conhecidas como Alpes Suíços para invadirem Roma.

Idade Média[editar]

Na idade média os supostos azeris (que ainda não existiam) foram dominados pelo Império Bizantino, esse que declarou o Azerbaijão o "território mais ao leste possível, logo o Oriente". Isso veio a confundir muitos exploradores da idade moderna, que achavam que as Índias eram o Oriente. Porém um grande fato aconteceu, para a tristeza dos Califas, a Horda Mongol foi dizimada pelos alienígenas acrianos, e isso deu espaço para os Turcos Seljucídas Suicídas tomarem o Azerbaijão do Império Bizantino. Por alguns anos o Azerbaijão passou a se chamar Protetorado Turco-Azerbajini, mas com a tomada de Constantinopla, o Azerbaijão voltou a ter seu nome anterior, mas passou a ser uma província do Império Otomano. Bom, a única coisa que dá para entender dessa época é que o Azerbaijão nunca realmente existiu.

Azerbaijão Otomano/Russo[editar]

A verdade é que antes do Império Russo conquistar o Cáucaso ninguém nunca havia ouvido falar de "Azerbaijão", a única coisa que sempre existiu ali foi a Armênia. O Azerbaijão foi, portanto, uma invenção dos russos para deixar os armênios ainda mais putos, porque os russos gostam de sacanear armênios mais do que os ucranianos.

Chegou a Primeira Guerra Mundial, época em que as tropas azerbajinis se alistaram no exército turco-otomano para enfrentar uma onda maciça de ataques de ingleses - armados até os dentes com chá, de ataques franceses - armados até os suvacos de perfume e de ataques russos - armados até os dentes de foices e martelos. Não demorou muito tempo para o Sultão Fui Ali Comprarsal Na'squina perceber que os azerbajini mais atrapalhavam do que ajudavam seus exércitos, então removeu as tropas deles em 1915 e ainda promoveu o Holocausto Armeno, onde por culpa do Azerbaijão, os armênios pagaram o pato.

Azerbaijão soviético[editar]

Passada a Grande Guerra, o Império Otomano deixou de existir e se tornou a República Turquesa, criando assim sentimentos nacionalistas nos azerbajinis que queriam ser Turquia também. Mediante essa onda, o Calife Abdul Mohammed Osama resolveu remover Osama Bin Laden do seu sono congelado em carbonita, e assim o Azerbaijão proclamou sua independência no dia do aniversário do Clodovil, 24 de Novembro de 1918. Mas essa porra não durou nem 2 anos e virou União Soviética.

A era soviética no Azerbaijão trouxe muita prosperidade e felicidade para seus habitantes porque Stalin levou fome, miséria e trabalho semi-escravo para todo o Cáucaso. Os azeris não sofreram tanto porque os armênios passaram a mesma fome e miséria, e se um armênio está sofrendo então um azeri está feliz mesmo que passando fome e miséria.

Independência[editar]

Exército azeri na Guerra do Alto Carabaque usando sacos de batata como munição.

Se o Azerbaijão conseguisse se tornar independente, qualquer um poderia ter feito isso, por isso uns 200 países se tornaram independente após o colapso da União Soviética em 1990. Até a própria URSS poderia ter se tornado independente de si mesma, mas não aproveitou a ocasião e virou apenas a Rússia.

Mas aproveitando o Holocausto Armeno de uns anos atrás, o Azerbaijão roubou territórios armenos do oeste, pondo 3 tropas pretas, o que era suficiente. Após meses de estupros e pilhagens na guerra de guerrilha do Alto Carabaque, os armênios voltaram seus olhos para a gloriosa capital Baku para colocar o prego no caixão. Com cerca de alguns quilômetros de marcha pela frente e uma quase certa anexação do Azerbaijão, a Rússia negociou um cessar-fogo e ordenou que as tropas armênias se retirassem. Sendo a Armênia o bom escravo filho da Rússia que são, obedeceu. Os azeris ainda comemoram esse evento em particular como um genocídio.

Eventos recentes[editar]

Certo dia o Azerbaijão descobriu o petróleo no seu "litoral", e os Estados Unidos já logo sentiram vontade de "levar um pouco de democracia" pro Azerbaijão, mas a Rússia já mandou avisar que "o Azerbaijão é democrático o bastante" e ficaram por isso mesmo. Os únicos que ainda pensam em levar democracia pro Azerbaijão é a Armênia, mas estes estão quase extintos.

Atualmente o Azerbaijão apenas briga na ONU para ter seu território reconhecido no jogo de tabuleiro mundialmente famoso, War. Pois para ocultar o Azerbaijão do mapa a KGB ligou o Mar Negro ao Mar Cáspio extinguindo o Azerbaijão.

Mais recentemente, o Azerbaijão e sua capital foram reconhecidos pela Universidade Anhembi Morumbi como um país, e esta espalhou um erro de marketing placas comemorativas pelo campus todo. Ninguém sabe o motivo, os alunos só sabem que a capital do Azerbaijão é Baku.

Geografia[editar]

Já que o mapa do War colocou o Azerbaijão no mar, os azeris aderiram a ideia e criaram o Oil Rocks, a primeira cidade flutuante do mundo.

O Azerbaijão está localizado no Cáucaso. Mas o que é o Cáucaso? Trata-se de uma região onde a religião da paz e o cristianismo tolerante se misturam sob a supervisão vigilante do império Sith da Rússia. Tal qual como seus vizinhos o Azerbaijão tenta forçar essa ideia nada a ver de que ele é da Europa, sempre fazendo de conta que a Ásia nem existe. Por isso participa do Festival de Eurovisão, joga na UEFA, e seu sonho é um dia ter o Euro.

O país tem litoral para o Mar Cáspio que na real não é nenhum mar, é só uma lagoa bem grande, mas pra quem não tem mar como a Armênia até uma lagoa grandona já seria útil.

Apesar de realmente existir, o War insiste em ignorar o Azerbaijão e o país tem ferrenhamente lutado por muito tempo para ser adicionado ao tabuleiro de War como território, tudo porque o filme Waterworld foi inspirado nas Oil Rocks do Azerbaijão.

Clima[editar]

O Azerbaijão tem um clima muito quente e as temperaturas não variam com a estação do ano na maior parte do território. Nas terras baixas do sudeste as temperaturas médias variam entre os 20ºC no inverno e os 50ºC no verão. Nas cadeias montanhosas do norte e do ocidente, os dados são indisponíveis, dado que é lá onde os terroristas se escondem e nenhum pesquisador consegue se aproximar muito.

Política[editar]

O Azerbaijão é o único país do mundo onde é constitucionalmente permitido que o presidente coma a vice-presidente.

O Azerbaijão é considerado um Califado Constitucional Teocrático, sendo o presidente Chefe de Estado, Chefe de Governo, Chefe das Casas de Orgia e Chefe da Malandragem Política. Como esperado de um califado, é o sultão Ilham Aliyev quem governa o país de forma vitalícia, não precisando haver eleições, tendo como sucessor direto a sua esposa Mehriban Aliyeva que é também a vice-presidente.

O Congresso é formado pela Assembléia de Deus Alá e divide-se em 3 casas: A Casa dos Pobres, eleita por voto censitário; A Casa dos Ricos com senadores apontados pelo califa; A Casa dos Terroristas formada por membros apontados pelo Líder da Revolução Islâmica do Califado, Vossa Majestade Osama Bin Laden.

O poder judiciário segue o que está escrito no Al Corão, além de ouvir um corpo de espíritos falantes vindos do Acre.

Subdivisões[editar]

O Azerbaijão é basicamente um total caos sem sentido com centenas de províncias, cada uma tentando ser autônoma. O motivo de um país do tamanho de Sergipe ter mais de 120 províncias - uma mais desnecessária que a outra - é um grande mistério, mas acredita-se que é para garantir que eles tem mais províncias que a Armênia. No meio daquela confusão de províncias ainda tem uma República de Artsaque que por sua vez subdivide-se em Syunik, Lachin e Alto Carabaque. Isso sem contar que ainda existe um pedaço desgarrado chamado Nakhchivan que em língua portuguesa é conhecido como o famoso Putaquepariustão.


Economia[editar]

A economia do Azerbaijão é um fiasco, exporta areia e importa café, roupas, holocrons jedi, sexolandêsas e terroristas. Enquanto a indústria do bicho-da-seda foi importantíssima no passado já que o país estava na Rota da Seda, ninguém mais quer roupas de seda e o petróleo é o futuro do país com os petrodólares fluindo como lava para o país. Apelidado de nova Arábia Saudita pelo jornal Dubai Post, o Azerbaijão está se preparando para emendar sua constituição para que Ilham Aliyev se torne o rei do país e imite seu homólogo saudita.

O Azerbaijão acaba sendo o único país do Oriente Médio que é permitido explorar enxofre e enriquecer urânio, isso basicamente porque ele finge estar localizado na Europa e como Estados Unidos não entende de geografia acaba nem se intrometendo.

Cultura[editar]

Azerbajini usando a roupa típica que mistura a necessidade climática com a cultura nacional.

O Azerbaijão é conhecido por seus maravilhosos bordéis e suas maravilhosas casas de orgia, uma cultura adquirida do tempo otomano onde poligamia e poliamor eram práticas culturais muito difundidas e os azeris até hoje são exímios swingueiros. O azeri médio trata as sexolandêsas apenas como serviçais, enquanto as azerbajanêsas são as melhores profissionais do sexo do mundo, superando inclusive as tchecas e as holandesas, mas não sendo muito populares porque os azeris são muito egoístas e não permitem filme pornô azerbaijanês, sem contar que uma lei do Califado proíbe a venda de sexolandesas para o exterior, muito menos ao ocidente.

Trata-se de um país com ampla liberdade religiosa, os azeris odeiam apenas ativistas de direitos humanos, armênios, iranianos e gays, o resto é bem aceito. No entanto, o Azerbaijão falhou na tentativa de perseguir a cantora sueca Loreen por ter ido conversar com ativistas de direitos humanos em Baku, porque o comitê pop da ONU negou ao governo azeri prender cantoras suecas metidas a descoladas. Lembrando que gays só são aceitos se ganharem o Eurovisão, por isso o Sandy & Junior Azeri são aceitos no país.

Quanto à literatura, a língua azeri é uma barreira pois aquela desgraça não existe em nenhum outro lugar do mundo, mas o clássico da literatura local, o livro Harry Potter e o Prisioneiro do Azerbaijão, já foi traduzido em mais de 50 línguas.

Esportes[editar]

O esporte mais praticado no Azerbaijão é o gamão, porque o azeri normal gosta mesmo é de só sentar e fazer porra nenhuma, mexer numas pedrinhas e rolar uns dados. Mas outros esportes populares são o halterofilismo e a dedada no cu olímpica que são bons esportes praticados pela parcela obesa da população.

Com o Azerbaijão ficando mais rico graças aos petrodólares, tem se tornado popular também a Fórmula 1 e o futebol com a construção do primeiro circuito urbano do mundo em formato de um pênis murcho para sediar corridas de Fórmula 1 em Baku, e também a construção do Estádio Olímpico de Baku em formato de tigela de cachorro.

Culinária[editar]

Devido à pobreza de recursos naturais a culinária azeri é baseada em coisas trituradas e em coisas podres que são comestíveis, além de uma preferência por uma maior simplicidade no preparo dos pratos. Por isso um alimento muito comum na região é o bastirma, que é um pedação de bife para ser comido completamente cru. Você compra o bife no açougue e se quiser já pode comer no caminho pra casa como se fosse um snack. Um outro destaque dessa culinária bizarra é o dovga que é um iugurte típico preparado com base no vômite de cabras.

Idioma[editar]

No Azerbaijãos e fala o Azerbajini, um idioma estranhíssimo reconhecido por usar a letra e de cabeça pra baixo (o famigerado "ə"). Há de se mencionar que há uma minoria que vive nas montanhas e fala miguxês também.

Religião[editar]

O Azerbaijão é considerado, conforme últimos dados da ONU, como um dos países mais tolerantes do mundo. O povo azeri seguind seus costumes religiosos do islamismo azeri costuma usar seu exército para plantar batatas em supostos cemitérios armênios. As batatas são ali plantadas em larga escala para evitar que os armênios mortos sejam reivindicados por separatistas totalitários.

War[editar]

War I[editar]

War I: A Onu fazia questão de pôr o Azerbaijão debaixo d'água por todos os problemas que o país havia causado no passado.

Como se sabe, desde sempre o Azerbaijão briga para ter um lugar no mundialmente famoso mundo jogo de War. A ONU nunca autorizou a entrada do Azerbaijão no War por motivos até hoje desconhecidos, mas a principal suspeita é porque eles não sabiam se o Azerbaijão deveria ser um território azul da Europa ou amarelo da Ásia, o que desbalancearia o jogo em ambos os casos. A ideia seria criar uma Armênia azul e um Azerbaijão amarelo, mas isso talvez gerasse mais uma guerra (real) no Carabaque, então a Grow manteve o Azerbaijão debaixo da água. Segundo Karl Marx a culpa é dos EUA, mas daí a veracidade das palavras do defunto são contestáveis.

War II[editar]

War II: Mesmo com todo o esforço o Azerbaijão se manteve debaixo d'água

O Azerbaijão então já no século XXI e independente da União Soviética fez enorme pressão na ONU para que seu território fosse anexado ao novo War, o War II. Porém seus apelos não foram ouvidos e o novo jogo veio novamente sem ele e como a Geórgia anexada por Moscou. A ONu tentou apaziguar a situação alegando que era só um jogo de tabuleiro e que essa ausência em War II não deveria ser levada tão a sério assim, mas não foi possível evitar a Segunda Guerra Armeno-Azeri.

War Deluxe Edition[editar]

O Azerbaijão em meados de 2005 fundou a Coligação dos Países que Querem Entrar para o War (CPQEW) numa investida política inédita na qual se uniu com Armênia e Geórgia, conseguindo o apoio do Haiti, Taiwan, República Dominicana e Sri Lanka para que todos esses fosse aceitos no mapa do War. Porém tudo foi em vão. Cuba se juntou a eles após o lançamento do War Deluxe Edition que a removeu do mapa.

War Império Romano[editar]

War Império Romano - A Redenção: Ainda que sem ser um território oficial, o Azerbaijão deixou de ser água. Disputas entre a Armênia e o Azerbaijão se acirraram por causa deste lançamento.

A CPQEW se fez manteve ativa, mas apenas com os três países fundadores (Armênia, Geórgia e Azerbaijão), já que o território foi reduzido nesse novo lançamento do War Império Romano. O protesto dos países do Cáucaso foi tão grande que a ONU finalmente resolveu ceder e pela primeira vez lançaram um mapa onde o Azerbaijão é terra, ainda que não formalmente um território do War. A Armênia conseguiu seu território histórico no tabuleiro, fazendo com que tanto a Geórgia quanto o Azerbaijão cortassem relações diplomáticas com a mesma (e gerando o Conflitos fronteiriços entre a Arménia e o Azerbaijão em 2020), alegando que a Armênia subornado a ONU a colocar apenas seu território histórico. Uma CPI está investigando o caso, e Capitão Gancho já falou que se nada for feito eles se unirão a Nicolás Maduro contra os EUA.

Flag-map Azerbaijão.png Azerbaijão
HistóriaGeografiaDemografiaPolíticaSubdivisões
EconomiaMoedaTurismoCulturaBandeiraBrasãoHino
Bandeira da União Europeia.png
Europa
v d e h

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Boratasiacentral.jpg
Ásia
v d e h

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