Atelier Meruru: The Apprentice of Arland

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Virtualgame.jpg Atelier Meruru: The Apprentice of Arland é um jogo virtual (game).

Enquanto isso, o Shadow Man faz um ritual de magia negra.

Atelier Meruru: A Princesa Retardada
Atelier Meruru cover.jpg

Capa do jogo

Informações
Desenvolvedor Gust
Publicador Gust
Ano 2011
Gênero RPG de menina
Plataformas Uma cacetada de consoles
Avaliação 4/10
Classificação indicativa +18 (High Impact Sexual Violence)

Atelier Meruru: The Apprentice of Arland é o décimo sexto jogo da franquia Atelier e o terceiro da série Arland, e mesmo assim não traz nada de novo, sendo exatamente a mesma coisa do primeiro jogo. Fica mais que evidente que o público alvo dessa joça são gurias retardadas mesmo, que não veem problema em continuarem jogando apenas as mesmas coisas de novo e de novo.

O jogo ainda recebeu dois ports: Primeiro em 2013 lançaram Atelier Meruru Plus: The Apprentice of Arland que foi lançado para PlayStation Vita, aproveitando-se do fato que o jogo tinha gráficos de PS2 e por isso poderia ser importado ao Vita sem precisar de downgrade. E depois em 2018 lançaram Atelier Meruru DX: The Apprentice of Arland para PlayStation 4, supostamente com melhorias, mas na verdade a mesma coisa.

Jogabilidade[editar]

Para as gurias bestas que passaram 100 horas jogando Atelier Rorona e Atelier Totori fazendo exatamente as mesmas porras de coisas durante essas 100 horas: Saindo pra coletar material, misturando itens nada a ver para criar itens ainda mais nada a ver, e lutando com a mesma variedade de uns 6 monstros, Atelier Meruru vem para ser mais 50 horas dessa mesmíssima coisa. Basicamente é isso, você comprar cenouras, junta com penas de galinhas e cascalho num caldeirão, e então após 3 dias você produz um radinho a pilha, sendo esta lógica o básico da alquimia.

O objetivo principal do jogo é arruinar a vida pacata e rural de uma aldeia de 1000 habitantes e transformá-la numa metrópoles de 100.000 habitantes em menos de 5 anos, sem se preocupar com índices como IDH, PIB, criminalidade e outras coisas consideradas irrelevantes, com foco total em apenas chamar mais habitantes.

A mecânica de time-limit ainda está ali para frustrar grande parte dos jogadores. O jogador tem 5 anos para fazer tudo, e isso resulta em 1825 dias disponíveis. Tal qual os jogos anteriores, criando uma falsa sensação de que há muito tempo livre, mas quando você menos esperar, os dias acabam e o jogo se encerra do nada, sem dúvidas debochando do jogador que desperdiçou 30 horas da vida para ser agraciado com um bad end.

Enredo[editar]

O jogo é uma sequência direta de Atelier Totori mas se passa em outro cenário, mais especificamente no Reino de Ass, um reinado fajuto composto de 1 castelo, 1 rua, 1 barzinho e 1 atelier de alquimia. O motivo da decadência desse reino está no seu rei, Lord Dressier, que por 5 anos a única coisa que fez foi sentar no trono e ficar lá parado o dia inteiro fazendo porra nenhuma enquanto delegava para a filha menor de idade, a princesa, a tarefa de desenvolver o reino.

A princesa Meruru é a protagonista do jogo, e ela quem vai precisar compensar a inutilidade do pai fazendo alguma coisa pelo seu pequeno reino, o que inclui viajar para distantes lugares enfrentando monstros e entregando bugigangas para os outros, nunca realmente se comportando como uma princesa, mas apenas como uma entregadora dos Correios.

Após cinco anos trabalhando igual um pedreiro na obra, a "princesa" pode então ver seu reino ser extinto ao ter sido comprado pela nação vizinha, a República de Arland, onde ocorreu os jogos anteriores. Tal qual os jogos dessa série, não existe um final, mas apenas o calendário acaba e os créditos do jogo sobem.

Personagens[editar]

Atelier Meruru mantém os temas fortes vistos nos dois jogos anteriores e também exibe cenas de Alto Impacto de Violência Sexual durante a interação das personagens.
  • Merurulince Rede Arls (Meruru) - Princesa do Reino de Ass e protagonista do jogo, como é de se esperar, trata-se de mais uma guria retardada, a exemplo das duas protagonistas anteriores e também tem a mesma sina de suas duas mestras de ter que fazer tudo sozinha e ainda lidar com o mal agradecimento de todos no final.
  • Rorolina Frixell (Rorona) - Qualquer idiota sabe perfeitamente bem que se 80% do público-alvo dos jogos de Atelier são garotinhas retardadas, e que os demais 20% são pedófilos sacanas. Portanto é óbvio que uma Rorona com 30 anos de idade não teria qualquer apelo e seria considerada a personagem mais sem graça do jogo. Os roteiras foram então muito sábios em usarem a personagem pedófila dessa série, a Mestra Astrid, para desenvolver e entregar para Rorona a Poção do Pedobear, o que trancou a Rorona eternamente no corpo de uma lolicon antes da puberdade. Se ela já era retardada com 20 anos de idade, agora num corpo de criança ela se tornou um ser insuportável, sempre pedindo para os outros lerem histórias para ela.
  • Totooria Helmold (Totori) - A aprendiz de Rorona no jogo anterior agora é a mestra de Meruru ebora continue uma pirralha. A maldita tem a fama de ter matado sozinha um monstro abissal dos mares, além de ter consigo uma máquina de teletransporte, mas em nenhum momento vai ajudar Meruru a se transportar mais rápido para os lugares e em nenhum momento vai mostrar alguma força nas lutas, apenas jogando caquis nos inimigos.
  • Keina Swaya - A empregada e camareira particular de Meruru, é uma garota que trabalha em regime de escravidão mas que sofre de síndrome de Estocolmo. Desde criança foi submetida à árduas horas de trabalho infantil como serviçal do palácio e acabou se tornando amiga da princesa, ou seja, da sua abusadora.
  • Mimi Houllier von Schwarzlang (Mimi) - Introduzida no jogo anterior, ela volta menos insuportável e mais lésbica. Com esforço, ela tenta ser mais amigável e fazer mais sorrisos, mas eventualmente o seu lado tsundere sempre volta, especialmente na sua saga particular em tentar algo com a sua crush, Totori. Ela acaba sendo a primeira lésbica canônica da série quando ela bebe uma poção da verdade e começa a falar sobre o quanto ela sonha com o dia em que estará nua cruzando pernas e colando velcro com a Totori.
  • Lias Falken - Na série Atelier cada protagonista sempre tem o seu respectivo "amigo de infância que tem um leve crush pela protagonista mas que vai invariavelmente cair na friendzone". Em Atelier Merru essa pessoa é Lias, um adolescente metido a gótico mas quer na verdade é só um virjão preguiçoso que não leva jeito com garotas.
  • Gino Knab - O pobre coitado que foi colocado na friendzone da Totori no jogo anterior. Como todo bom gado, ele retorna na esperança de estar mais próximo de sua crush, apenas para terminar seus 3 anos sendo completamente ignorado.
  • Sterkenburg Cranach (Sterk) - O ex-cavaleiro que conversa com pombos e está presente desde o primeiro jogo. Gosta de fazer pose de fodão mas está bem longe de ser o personagem mais forte do jogo.
  • Esty Dee - A recepcionista no primeiro jogo, agora é uma hábil espadachim que foi enviada de Arland para espionar o Reino de Ass e faz isso da forma mais terrível possível, preferindo espionar as garotas do reino quando estas vão tomar banho.
  • Rufus - Irmão mais velho de Rias, é o instrutor de Meruru e aquele típico cara chato, tedioso, e que só pensa em trabalho. Parece amar tortas e chá e toda semana pede para a princesa do seu reino cozinhar tortas para ele.
  • Hanna - A vendedora de hortifrutigranjeiros que tem um estoque quase ilimitado de cenouras, cerejas, berinjelas, mel, etc. Ou seja, ela é uma feirante, com a única diferença que não vai no CEASA pegar suas verduras, mas sim vai pro meio do mato coletar seus produtos.
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