Atasá:ta

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Michaelmyers.jpg Este artigo é sobre um(a) ASSASSINO(A)!

Este artigo provavelmente fala sobre um(a) louco(a) sadomasoquista que esquarteja suas vítimas e depois vai pra casa tomar chá com biscoitos e assistir sua novela. Deve sofrer de problemas mentais ou foi violentado(a) pelos pais. Se vandalizar o artigo, Dexter virá atrás de você!

250px-Wario WWare.gif Este artigo é sobre um personagem secundário!

Quase ninguém sabe da existência deste zé ruela que só serve pra encher linguiça na trama e provavelmente está morto. Se bobear, nem no Google tá!

Clique aqui para ver gente que só fãs alienados conhecem.

Atasá:ta atacando um inimigo desprevenido e mostrando o porquê de lhe chamarem de Silent Shadow.

Cquote1.svg Você quis dizer: Satanás tá Cquote2.svg
Google sobre Atasá:ta
Cquote1.svg Índio quer dançar, com o nosso bugio! Cquote2.svg
Música desgraçada toscamente ruim sobre Atasá:ta


Atasá:ta (o famoso Silent Shadow) é um indivíduo inútil que aparece em Assassin's Creed 3, e é mais um índio presente no jogo. Entende-se por inútil, um personagem sem qualquer história oficial, personalidade, graça e sobretudo, relevância. É um personagem conhecido unicamente por pertencer ao multiplayer, e se forem encontradas mais de 5 linhas sobre o mesmo pela Internet, já podemos considerar muita coisa. Por ser um Animi Avatar, adota um pseudônimo de impacto, pois mesmo sendo um personagem de importância nula e sem nenhuma história decente, ao menos tem um nome de guerra maneiro.

História[editar]

Atasá:tá nasceu numa tribo indígena que residia logo abaixo das montanhas e desfiladeiros do Grand Canyon. Seu pai era o maior guerreiro de sua tribo, e em vista disso, serviu-lhe como o maior exemplo de sua vida, e era a figura que ele mais admirava e respeitava na aldeia. A mãe de Atasá:ta morreu quando ele ainda era jovem, num belo dia em que ela tinha saído para lavar as roupas no rio e acabou sendo devorada por um crocodilo.

Atasá:ta pronto para matar algum templário cara-pálida com sua machadinha.

Desde então, Atasá:ta passou a viver com seu pai. Para Atasá:ta, a figura de seu pai constituía-se em algo superior até mesmo do que o pajé de sua tribo, que era um velho vagabundo que ficava fumando cachimbo da paz o dia todo. Nas maiores caçadas organizadas pelos nativos, seu pai sempre era convocado para liderá-las, devido sua habilidade de abater dois bisões com um único golpe de machadinha.

O pai de Atasá:ta passou a ensinar seu filho os segredos mais ocultos da caça em seus raros momentos de folga, sacrificando os raros momentos onde não tinha que ficar aturando xingamentos e acatando ordens do pajé para auxiliar seu filho na sua grande missão de se tornar um dos maiores guerreiros da tribo, capaz de solar um comboio de ingleses munido apenas de uma lança embebida com veneno de sapo-boi.

Quando as eleições para pajé da tribo chegaram, o pai de Atasá:ta ganhou maior número de votos, tornando-se oficialmente o líder o presidente da tribo. Atasá:ta ficou muito feliz com aquilo, pois com o filho do chefão ninguém se mete, e os índios bullies que enfiavam a cabeça dele no formigueiro o deixariam em paz.

Em questão de meses, Atasá:ta provou para todos da tribo que um fruto nunca cai muito longe do pé. Não demorou muito para o jovem índio já liderar suas tribos nas mais difíceis caçadas, nunca voltando para casa sem ter caçado ao menos cinco javalis para o jantar.

Porém, o índio ainda assim precisava passar por uma série de desafios para comprovar que de fato era um grande guerreiro, digno de ser filho de seu pai. Os desafios consistiam em viajar pelo todo mundo e trazer a carcaça de uma criatura mortal e selvagem de cada um dos 8 continentes, feito esse que ninguém jamais havia conseguido atingir.

O jovem Atasá:ta estava decidido a atingir tal objetivo, mas infelizmente foi barrado no porto, já que não tinha grana pra pagar um cruzeiro internacional. Mediante essa dificuldade, o jovem decidiu trazer a carcaça de oito ingleses mesmo, o que para sua tribo já estava de bom tamanho, já que britânico bom é britânico morto.

A tragédia[editar]

Atasá:ta finalmente festeja seu reconhecimento enquanto guerreiro, e agora já até podia ter seu próprio cachimbo da paz para dar um tapa no meio do mato.

Basta Atasá:ta dar o ar da graça para que todos os inimigos fujam. Até mesmo Zé do Caixão (segundo da direita) ficou com medo e saiu correndo.

Como os Estados Unidos da Revolução Americana eram semelhantes ao Brasil do século XXI, alegria de pobre e índio dura pouco. Certo dia, quando voltava de uma expedição feita em busca do lendário Yeti, Atasá:ta se deparou com a sua aldeia totalmente destruída. Todos os seus companheiros não passavam agora de meras carcaças sem vida, fardadas aos vermes e a podridão eterna.

Quando Atasá:ta avista o quase defunto do seu pai, que já estava com 99% do seu corpo na cova, o velho lhe entrega um colar feito de dentes de wendigo. Toda aquela carnificina tinha sido obra de um bando de andarilhos indiofóbicos chamados Templários, antepassados dos eleitores de Donald Trump que tinham o objetivo de impedir que os nativos futuramente comprassem ações de cassinos em Atlantic City.

Após a morte de seu amado pai, Atasá:ta, desolado, ficou sabendo que existia um grupo rival dos Templários que lutava contra a sua ideologia de dominação global, repressão e ditadura. O grupo em questão era conhecido como Ordem dos Assassinos, constituído quase exclusivamente por anarquistas e ativistas ambientais.

Atasá:ta procurou por algum vadio aposentado que pudesse ser seu mestre nos ensinamentos da tal Ordem, e após anos de treinamento, tornou-se oficialmente um assassino, jurando vingança à todos os templários pelo massacre de sua tribo. Atasá:ta também fez um estágio na casa dos grão-mestre da ordem no Texas, Leatherface, com quem aprendeu o célebre ensopado de coração, uma exótica iguaria que usa templários e adolescentes como ingrediente principal.

Ver também[editar]