Argélia

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Sable Sable Sable
The Best Republic of Algeria
República Desértica da Argélia
Bandeira da Argélia
Brasão de Armas da Argélia
Bandeira Brasão
Lema: La patrie desertiquê
Hino nacional: Dança da Chuva

Localização de República Desértica da Argélia

Capital El-Argel
Cidade mais populosa Al-Zinedin
Língua Árabe e francês
Religião oficial Homens Macacos-bomba
Governo Presidencialista
 - Presidente Abdelaziz Bouteflika
Heróis Nacionais Zinedine Zidane
Área  
 - Total 184.281.908.742.778km² km² 
 - Água (%) 0
Analfabetismo 101 
População 28 macacos 
PIB per Capita 01 
IDH
Moeda Bananas
Fuso horário Dia e noite
Clima Desértico Inóspito
Website governamental Argélia


Argélia (que o resto do mundo insiste em chamar erroneamente de Algéria) é um país localizado a bombordo da África Setentrional Superior Esquerda, mais perto da Europa do que da própria África, mas veementemente negado pela Europa desde os romanos. É um país árabe, e como tal, possui mais deserto do que qualquer outra coisa.

História[editar]

Antiguidade[editar]

Aníbal tentando trazer elefantes para a Argélia. Morreram todos de sede.

A lendária cidade de Cartago é aceita como a origem da Argélia, numa época em que convergiram para aquela cidade diversos povos nômades primitivos com os nomes mais estapafúrdios, sendo eles os Madjers, os Zidanes, os Trogloditas e os Pavhonmuithdtrgfubhgs (como estes últimos chegaram atrasados, ficaram na zona sul, no Deserto da Saara). Todos estes povos esquisitos e isolados foram unificados em 300 a.C., formando o poderoso Império Cartaginense, que tentou conquistar a Espanha atirando fezes de camelo nas cidades romanas costeiras. Esse ultraje foi devolvido com um sangrento contra-ataque, que deu em nada no final.

Um segundo império a surgir ali foi a Numídia, que floresceu entre 200 a.C. e 46 a.C., sendo o reino basicamente uma liga de feiticeiros do deserto. Os númidas foram considerados um dos primeiros povos da África a realizar a chamada "macumba braba", além de conseguir domesticar pokémons e invocar tempestades de areia.

Mas a Numídia caiu e foi conquistada pelo Império Romano. Naquela altura, os romanos já haviam desenvolvido a tecnologia de equipar a proa dos navios com Blastoises, e todos com golpe Hydro Pump desbloqueado. Os Onix dos númidas não foram capazes de deter a definitiva ocupação romana. Até hoje se pergunta por qual motivo os romanos conquistraram aquilo, porque não faz sentido algum; o lugar tem vários nadas para oferecer, mas o importante é que o conquistaram. A adoração ao deus Baco foi estabelecida, as antigas vilas de barro foram removidas com tratores e em seu lugar surgiram belas cidades com fontes, teatros, torres e coliseus, convertendo para a religião romana todo e qualquer argelino que quisesse uns agrados.

Quando o Império Romano ruiu, os argelinos nem souberam disso; aliás, depois do ano 100 d.C. os argelinos nem sabiam mais quem eram os romanos. Passaram também a fazer parte do território do Império Bizantino no século III, e mais uma vez sem nem saber disso, porque não há registro de um único bizantino de bizâncio realmente indo pra lá. Na verdade, eles queriam apenas pintar a Argélia como território seu. A Argélia já estava há 400 anos abandonada e sem faxina, acumulando mais metros de areia em suas cidades.

Invasão árabe[editar]

No século VIII, uns barbudos descendentes de Maomé fizeram o tal de Jihad e começaram a decapitar infiéis por todo o norte da África, chegando à Argélia e convertendo quem não quisesse morrer. Como os argelinos nem sabiam quem era Bizâncio, não viram problemas em se converterem aos árabes.

É verdade que vários berberes resistiram à invasão, pois temiam a proibição de beber seu vinho. Mas uma vez que os muçulmanos são muito compreensivos com as pessoas que são diferentes deles, os árabes impuseram à população argelina o islamismo, através de várias demonstrações pacíficas de como cortar uma cabeça em público para dar o exemplo.

Após terem sofrido a boa e velha bem-sucedida lavagem cerebral, todos os argelinos se tornaram islâmicos altamente fanáticos, e eles ficaram velozes e furiosos quando perceberam que o povo da Espanha adorava outro Deus, que não era o mesmo Deus verdadeiro deles. Como resposta a isso, os argelinos se lançaram freneticamente na Península Ibérica para explicar como Maomé e Alá eram bons. Os espanhóis, que naquela época estavam mais perdidos que um polvo fora da água, foram facilmente conquistados. Por esse motivo, até hoje a Espanha e a França são colônias argelinas na Europa.

Colonização da França[editar]

Depois de muito tempo sob o domínio árabe, a Legião Estrangeira Francesa ocupa a Argélia no século XV. Mais uma vez, até hoje ninguém sabe o motivo, pois lá só tem deserto. Como resultado da ocupação, a Argélia cresce economicamente, socialmente e culturalmente, deixando de ser uma nação da Idade da Pedra para se tornar uma da Idade do Bronze em instantes. Foram tantas melhorias que os tuaregues se viram na obrigação de decretar três dias de feriado nacional. Em agradecimento aos franceses pelos avanços trazidos, a Argélia decidiu anexar a França como sua colônia, enviando para o seu país de estimação na Europa milhões de argelinos. Segundo estes, a conversão daquele povo ateu para a religião da paz é algo que está dando muito certo.

Independência[editar]

Argelino lutando na França, uma colônia argelina.

Os franceses só perceberam o erro que cometeram ao ocupar o norte da África quando a França subitamente foi vítima do fenômeno de imigração em massa de muçulmanos. Pela primeira vez na história, o país colonizador é que foi colonizado. Desesperados, os franceses declararam a independência da Argélia em 1962, mas já era tarde demais. Para todos os argelinos, a França é um território da Argélia.

Entusiasmados com a vida livre de seus opressores coloniais franceses, milhares de argelinos decidiram trabalhar na França desde a independência, a fim de garantir uma vida profissional mais plena e satisfatória. De vez em quando eles protestam em comemoração contra a discriminação em Paris, queimando pneus na cidade, bem longe da Argélia.

Eventos recentes[editar]

Atualmente a Argélia está em uma boa situação diante da catástrofe global que tomou o mundo atual. Embora os militares da Argélia estejam equipados apenas com toneladas de armamentos enferrujados da União Soviética, por também estarem associados à OTAN, eles conseguiram permanecer como um governo de administração interna pacífica, prendendo apenas opositores do governo. Este avanço em relação aos vizinhos foi comprovado em 2016, quando o exército líbio decidiu lançar um ataque repentino com seus Tusken Raiders. A Argélia ajudou a sua colônia convidando os franceses para testar suas armas nucleares no deserto do Saara argelino, eliminando 2.000 invasores líbios Tusken em uma noite.

Como bom país árabe que se preze, a Argélia também teve seu ditador, o honorável Abdelaziz Bouteflika, que estava só há 20 anos no poder. O seu reinado, que começou em 1999, terminou em 2019 quando uma onda de protestos tomou o país depois que Bouteflika cometeu o maior erro de toda a sua carreira: ele havia proibido os memes no país. Ele foi deposto imediatamente, porque nem mesmo o alto escalão do governo podia defender uma atitude insana dessas.

Geografia[editar]

Imagem de algum lugar na Áustria, para tentar fazer parecer que a Argélia é bonita.

A Argélia é um país composto de 99% de desertos e 1% de litoral. Não confunda esses desertos argelinos com o Egito, porque nesse país não há pirâmides na superfície.

A geologia da Argélia mostra que seu solo é rico em componentes orgânicos, tal qual o esterco de cabra, largamente utilizado na confecção de artesanato pelos habitantes locais. Já a radiografia apresenta uma pequena lesão na lombar, mas nada que algumas sessões de fisioterapia não resolvam.

População[editar]

São 40 milhões de argelinos na Argélia e 80 milhões de argelinos na França, totalizando uma população de 120 milhões ao somar a metrópole com a colônia. Dados estatísticos apontados em uma pesquisa da revista Capricho em 1939 mostram que 89% dos habitantes da Argélia moram por lá mesmo. Nesta mesma pesquisa, concluiu-se que 78% das mulheres argelinas achava que não tinha a devida atenção do seu parceiro, 37% reclamavam da dificuldade que os homens têm em assumir compromisso, e 13% confiam em deixar o namorado à vontade com suas melhores amigas.

Já o IBGE divulgou dados de que a população argelina se divide da seguinte forma: 89% são terroristas, potenciais terroristas, ou integrantes de alguma facção armada, 10% são bebedores e maquiavélicos (a etnia mais abundante na Argélia até a chegada dos árabes), e 90% são camelos e outros animais de estimação. Alguns franceses, egípcios perdidos e soldados americanos em busca de terroristas não entram na estatística.

Política[editar]

A Argélia é politicamente organizada por meio de uma República Terrorista Democrática num sistema presidencialista. Este sistema é baseado na votação de novas leis ou ações políticas por meio de bombardeios, onde quem soltar a bomba mais barulhenta vence. As bombas também podem ser usadas para destruir líderes rivais e assim dominar o país, pois conforme a lei eleitoral, cada um faz o que quer com as suas bombas. Ninguém liga muito para as eventuais injustiças que esse modelo causa porque, como é de se esperar, lá só tem deserto para ser governado, mesmo antes da queda de Abdelaziz Bouteflika.

No parlamento argelino existem dez partidos e quatro assentos na presidência da câmara. Toda vez que o parlamento se reúne, cada um dos membros do partido traz um soco inglês para negociar quem fica com os assentos. Em cada ato de votação de uma nova lei, cerca de vinte e quatro deputados morrem de causas naturais (pois na Argélia é natural morrer numa explosão causada por bomba); felizmente isso não é muito porque o Parlamento possui, em média, um total de 148 deputados. Por isso, a grande maioria da população argelina consegue entrar na política, devido à grande rotatividade de deputados.

O partido dominante é o FNL (Foda-se os Nerds e as Lésbicas), que conseguiu eleger todos os presidentes da Argélia até hoje, enquanto os demais partidos nunca ganham nada porque aceitam abertamente coisas como otakismos, homossexualidade, libertinagem feminina e universidades, por isso estes normalmente têm apenas 3% dos votos na época das eleições.

Subdivisões[editar]

A Argélia subdivide-se desnecessariamente em 48 vilaietes, quando qualquer um sabe que o país poderia ser dividido em apenas três províncias: Província de Argel, Província de Cartago e Província do Saara.


Economia[editar]

Em termos econômicos a Argélia possui um PIB de 1.227.962 cordões (moeda local), um Nintendo 64 e uma Monark barra circular 72. O PIB nominal em dólares da Argélia é, portanto, de precisamente 84 milhões de dólares, um pouco menos do que o PIB da vizinha Líbia, que é de 85 milhões. A Argélia é o país que mais cria, fabrica e exporta livros didáticos de álgebra no mundo, o que, embora seja altamente benéfico para sua economia, fez com que o país se tornasse malvisto na política internacional, pois isso é obra de uma infame organização terrorista local conhecida como Al-Gebra. Vários grupos civis ridicularizaram publicamente esse preconceito contra a Al-Gebra e organizaram protestos pacíficos com queima de livros didáticos de álgebra, em um ato de protesto politicamente ambíguo e que apenas resultou em muita tensão em toda a região. Vários analistas econômicos concluíram que a discrepância entre o PIB argelino e líbio é o resultado da notável falta de álgebra no reino vizinho.

Turismo[editar]

A Argélia é um dos poucos países do mundo cuja maior parte dos turistas estrangeiros são, na verdade, do próprio país. Os argelinos voltam para casa nas férias de verão depois de trabalhar o ano todo no exterior, ao contrário do resto do mundo, que foge de suas casas para o exterior durante as férias de verão. As principais colônias argelinas estão localizadas na Espanha, França e Holanda, onde os argelinos convivem pacificamente com a população indígena desses países.

No verão europeu, principalmente no início de julho, é possível observar um fenômeno que se repete a cada ano: a peregrinação de Renaults e Peugeots velhas e dilapidadas, com uma densidade populacional de 9 pessoas por carro, e com as tampas dos porta-malas abertas devido ao excesso de bagagem, causando na estrada uma sensação contínua de insegurança para o restante dos motoristas. Essa peregrinação atravessa toda a França até o sul da Espanha, onde tais carros ficam parados por dias, aguardando pela balsa que os levará para casa.

Infraestrutura[editar]

Saúde[editar]

A mortalidade infantil na Argélia é menor do que seria esperado em um país onde há um hospital para cada 4.748.591 habitantes, e a expectativa de vida ao nascer para um argelino é de 83 anos. Essa estatística também vale se forem contabilizados os 78% dos argelinos que vivem regularmente num país europeu.

O número de filhos por mulher é menor que 2, embora em um país muçulmano que permite a poligamia seja melhor olhar para o número de filhos por homem. Na Argélia, o número de filhos por homem, em média, é de 23 (dos quais cerca de 18 já morrerão logo na infância).

Educação[editar]

Os argelinos costumam usar o idioma francês, porque o árabe é incompreensível até para eles próprios. Do árabe são adotados apenas alguns xingamentos e afrontas contra franceses, que nunca os entendem mesmo. A educação das crianças, supondo que exista (a ONU não pode afirmar a existência de educação em 24 países, incluindo a Argélia), estende-se na faixa etária entre 6 e 14 anos, e na Argélia é ensinado a essas crianças que não se deve beijar na boca de pessoas do mesmo sexo, além de noções básicas de geografia, como por exemplo, onde é que estão localizadas todas as colônias argelinas na Europa. Somente a partir dos 14 anos é que os mais sortudos aprendem a ler e escrever em árabe, o que já é considerado o ensino superior na Argélia.

A Biblioteca Central de Argel é muito famosa e contém a mais extensa coleção de tratados sobre detonação e formas de montagem de vários dispositivos explosivos. É visitada por milhares de estudantes e cidadãos adultos, que tiram as suas dúvidas e comprovam teorias sobre o assunto quase todos os dias.

Cultura[editar]

Argelinos se reunindo na rua para aquilo que sabem fazer de melhor: protestar contra o governo.

A Argélia é um país árabe islâmico, mas a sua cultura difere sensivelmente da cultura árabe do Oriente Médio, pois enquanto os árabes asiáticos são acostumados a apenas gastar o dinheiro do petróleo em ostentação, os argelinos são adeptos de balbúrdias públicas, com destaque ao talento nato em organizar protestos contra o governo. Essa cultura vem muito do povo francês, com quem os argelinos têm estreita ligação. A cada mês há um protesto novo na França: volta e meia também estão protestando e queimando pneus na Argélia a toda hora.

Esportes[editar]

O tiro ao alvo, um esporte olímpico, é o esporte nacional da Argélia e amplamente praticado em todo país; da mais urbana das cidades até o mais inóspito deserto, sempre tem um argelino praticando tiro ao alvo. O "tiro ao alvo argelino" é uma modalidade local, e consiste em atirar nos turistas europeus que visitam o país inconscientemente. Um outro esporte muito popular é o lançamento de pedras, praticado mais esporadicamente e somente quando alguém é condenado à morte por apedrejamento, momento em que os argelinos se reúnem para participar deste passatempo tão divertido, cuja pontuação distribui-se como: cabeça vale 100 pontos, torso vale 50 pontos, membros valem 10 pontos, e partes íntimas 150 pontos.

Como se percebe, o futebol não é popular no país, por isso Zinedine Zidane (juntamente com metade da seleção da França) precisou sair de lá antes que recebesse boas surpresas dos entusiastas do tiro ao alvo.

Culinária[editar]

Muitas pessoas afirmam que a única razão pela qual viajaram para a Argélia foi para comer a famosa comida argelina. Infelizmente, a carne básica da Argélia, o "Kus Kus", não contém a benzoilmetilecgonina, o tempero africano mais popular, tornando a reputação da comida argelina um pouco baixa. Metade dos turistas se veem obrigados a visitar o Marrocos na viagem de volta como compensação, porque o Marrocos produz a melhor benzoilmetilecgonina da África.

Ainda assim, há mais quatro razões pelas quais a comida argelina é popular entre os europeus. No país há incontáveis franquias do McDonald's, KFC, Starbucks e Burger King. O que não é surpreendente, já que os europeus gostam dessas tranqueiras.

De toda forma, quem realmente quiser comer a genuína comida berbere argelina, vai precisar ser cego pra não precisar olhar com os olhos aquela nojeira que é a culinária local. Mas para quem prefere enxergar, por ser mais apegado ao aspecto visual, existem iguarias como: o dolma (um refogado nojento de quiabo), a harissa (que é um vômito de camelo que ingeriu pimenta), e a halva (que é um queijo repugnante cheio de um pus verde).


Flag map Argélia.png Argélia
HistóriaGeografiaDemografiaPolítica
SubdivisõesEconomiaMoedaTurismo
CulturaBandeiraBrasãoHino
TOTO.jpg
África
v d e h

Países: África do SulAngolaArgéliaBenimBotswanaBurkina FasoBurundiCabo VerdeCamarõesChadeComoresCongoCosta do MarfimDjiboutiEgitoEritreiaEssuatíniEtiópiaGabãoGâmbiaGanaGuinéGuiné-BissauGuiné EquatorialLesotoLibériaLíbiaMadagascarMalawiMaliMarrocosMaurícioMauritâniaMoçambiqueNamíbiaNígerNigériaQuêniaRepública Centro-AfricanaRepública Democrática do CongoRuandaSão Tomé e PríncipeSenegalSerra LeoaSeychellesSomáliaSudãoSudão do SulTanzâniaTogoTunísiaUgandaZâmbiaZimbabwe

Territórios: CanáriasCeutaGalmudugMayotteMelillaReuniãoSaara OcidentalSanta Helena, Ascensão e Tristão da CunhaSomalilândia

OPEP
Organização dos Países Exportadores de Petróleo
v d e h

Países Membros: AngolaArábia SauditaArgéliaEquadorEmirados Árabes UnidosGabãoIndonésiaIrãIraqueKuwaitLíbiaNigériaPetrobrasQatarVenezuela