Alanis Morissette

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ESTE ARTIGO É SOBRE UMA EX-GOSTOSA!!

Se você acha que ela está enrugada, gorda ou morta e enterrada, é porque o Tempo, o grande comedor, também traçou esta. Respeite os veteranos e não vandalize este artigo! Gerações passadas já homenagearam na intimidade do banheiro esta

EX-GOSTOSA

Sophia Loren.jpg


Emblem-sound.svg Alanis Morissette
Alanis2.jpg
Ela está vendo você se masturbar!
Nome Alanis Morre Sete
Origem Alguma puteiro província do Canada.
Sexo Frequente na época da juventude, não muito hoje em dia.
Instrumentos
Nuvola apps kcmmidi.svg
Vocais
Gênero Post-grunge
Influências Janis Joplin, Nirvana, Pearl Jam
Nível de Habilidade Icon 00 percent.png
Aparência Já foi melhor.
Plásticas Nenhuma, pelo menos é o que ela diz
Vícios
Nuvola apps atlantik.png
Ervinhas, escrever contos eróticos.
Cafetão/Produtor
Crystal Clear action bookmark.svg
Glen Ballard

Cquote1.svg Você quis dizer: Dave Grohl? Cquote2.svg
Google sobre Alanis Morissette
Cquote1.svg Num é aquele baterista do Nirvana? Cquote2.svg
Idiota qualquer sobre Alanis Morissette
Cquote1.svg Vão começar com isso denovo ¬¬ Cquote2.svg
Dave Grohl sobre comentários acima
Cquote1.svg Você quis dizer: Fernanda Torres Cquote2.svg
Google sobre Alanis Morissette
Cquote1.svg Você quis dizer: Boca de veludo Cquote2.svg
Google sobre Alanis Morissette
Cquote1.svg Todos só morrem uma vez, a Alanis Morissette Cquote2.svg
Mais uma super-piada da Série Trocadilhos Estupidescos
Cquote1.svg Regravou meu disco e nem me deu os créditos!!! Cquote2.svg
Liz Phair sobre Alanis Morissette
Cquote1.svg MAMÃE!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Cquote2.svg
Avril Lavigne sobre Alanis Morissette
Cquote1.svg A cara-de-pau usava carteirinha falsificada pra pagar meia no meu cinema! Cquote2.svg
Dono de Cine Pornô, sobre os estratagemas de Alanis
Cquote1.svg Alanis Boquinha de Veludo, nunca mais a esqueço Cquote2.svg
Dave Coulier sobre Alanis Morissette
Cquote1.svg Alanis Boquinha de Veludo, nunca mais a esqueço [2] Cquote2.svg
Dash Mihok sobre Alanis Morissette
Cquote1.svg Alanis Boquinha de Veludo, nunca mais a esqueço [3] Cquote2.svg
Ryan Reynolds sobre Alanis Morissette
Cquote1.svg Alanis Boquinha de Veludo, nunca mais a esqueço [1.344.789...] Cquote2.svg
Torcida do Flamengo sobre Alanis Morissette
Cquote1.svg Toco cru pegando fogo! (20x) Cquote2.svg
Alanis Morissette quando cantou no extinto programa Os Normais
Cquote1.svg ALEEENI MORISEHTI GALERA Cquote2.svg
Faustão sobre Alanis Morissette

Alanis Nadislene Morre Sete foi o resultado de uma transa selvagem entre dois hippies em algum lugar do Cu do mundo, hoje em dia é considerada uma das maiores compositoras de todos os tempos e vencedora de 7 gremilins entre outros prêmios sem relevância para a cultura musical. Participou de uma banda que ninguém conhece durante os Anos 80 e escreveu sua primeira canção Fate Stay With Me (Cheire uma comigo) aos 9 anos de idade, se tornou uma compositora nata após arranjar inspiração descobrido o esconderijo secreto de Maconha dos seus pais.

Alanis mostrando sua inspiração pra compor.


Infancia[editar]

Teve uma infância difícil por não ter dinheiro para alisar o seu cabelo, portanto era bulinada na escola diariamente. Como adorava animais e era adepta do cheiramento de gatinhos, Alanis queria se tornar uma veterinária, mas após colocar seu Hamster no microondas para esquentá-lo no inverno, seus pais decidiram proibi-la de ter animais de estimação, com isso Alanis decidiu se maconhar e compor músicas pois sonhava em se tornar uma rockstar, com essa mudança seu cabelo fudido iria vir a calhar futuramente para fazer o público levar a sério sua imagem de rockeira.

Carreira[editar]

Ânus 80: Começo de Carreira e subida para a fama[editar]

Alanis e sua amiga de infância, Jarislene Cleuzonette estavam desocupadas pulando aula e tendo alucinações, e tiveram a péssima idéia de montar uma banda; sem sorte, elas não acham nenhuma gravadora que queira apostar em seus talentos.

Desesperada, Alanis teve que apelar e, decidiu se tornar uma apresentadora de programas infantis, igual uma corja de gurias retardadas da época passava as manhãs apresentando o TV Globinho do Canadá, porém, Alanis não queria se tornar uma nova Xuxa e então decidiu ir mais fundo, se prostituindo e trabalhando em bares de striptease para ganhar uma grana e bancar uma carreira musical independente.

Ânus 90: O sucesso[editar]

A sorte veio a tona e, como no final dos anos 80 putas sem-talento como Madonna eram a coisa mais quente do momento no cenário musical, produtores de todas as gravadoras visitavam strippers procurando "novos talentos"; Alanis com sua boquinha de veludo conseguiu atrair um produtor, porém como todo o começo é difícil, ela teve que cantar musiquinhas e dançar coreografias ridículas como as dos Backstreet Boys pelos seus dois primeiros álbums: Alanis (santa criatividade) e Now Is The Time (agora vai, porra), para sua sorte ambos foram um grande fracasso, mas o dinheiro foi o suficiente para pagar uma viagem até Los Angeles, aonde iria conhecer seu cafetão produtor Glen Ballard com o qual juntos iriam dar início a criação de seu álbum de sucesso.

Versão paz e amor.

Jagged Little Pill: Alanis e o seu jegue[editar]

Junto de Glen Ballard compos e produziu seu álbum Jagged Little Pill (O pinto pequeno do jegue) lançado em 1995, aonde expõe seus ex-namorados e sua vontade de cortar o testículo deles após ser chifrada, em questão de pouco tempo sob a gravadora de Madonna, Maverich (Madonna very rich, Alanis faz sucesso com sua voz de cabra e as adolescentes da época passaram a se rebelar contra seus pais fumando muita maconha e à chutar as bolas de seus namorados. Após o sucesso do álbum e da turnê acompanhante, Alanis decide se jogar na vida aventurosa de drogas e putarias, dormindo com os homens da sua banda e experimentando sexo com mulheres.

Eis as faixas e uma triste história:

O primeiro (?) CD dela, tem o título de um triste ocorrido:

"Era o ano de 1990. Ela, então com 16 anos, foi de jegue da cidade de Ottawa, no Canadá, até Los Angeles, Estados Unidos. Chegando lá, estacionou o seu jegue na porta da gravadora, cantou, dançou (literalmente) e, quando saiu de lá, o jeguinho estava morto, estuprado por um cavalo maior. O nome do jegue era Pill, em homenagem à Phil Collins (não literalmente devido à questão dos direitos autorais). Daí a 5 anos, ela homenageou o jeguinho Pill no seu CD: Jagged Little Pill (snif)."

Neste CD, ela começou a tradição de gritar até o ouvinte ter dor de cabeça, (normamente em Hand In My Pussy). 10 anos depois, ela lança uma homenagem à homenagem ao Pill, o Jagged Little Pill Acoustic (ver seção "Jegue Pill Acoustic").

As faixas:

  1. All I Really Want: Quem não se esquece, dos primeiros gritos dela?
  2. You Oughta Know: Castração do primeiro ex dela, que o pegou com outra.
  3. Perfect: Nunca ninguém pensaria nesta música, que começa lerdinha e ela quase perde a voz no final;
  4. Hand in My Pocket: Botou a mão no bolso e ficou fazendo um monte de estripulias com a outra mão;
  5. Right Through You : Um coroa que se achava rico e ficava olhando to ass dela se impressiona quando viu que ela ficou rica às custas de Pill;
  6. Forgiven: No tempo que ela era freira, ela perdoava;
  7. You Learn: Ela gira até querer ficar com dor de cabeça, como você está;
  8. Head Over Feet: Música em que ela fica de cabeça para baixo e culpa o ex;
  9. Mary Jane: Uma demonstração de amor ao Homem-Aranha e querer fazer com ele o mesmo que ela fez com o ex dela na faixa 2;
  10. Ironic: Música que ela tem um ataque epiléptico num carro. Mostra situaçãoes irônicas, como ganhar na loteria e morrer no dia seguinte;
  11. Not the Doctor: Ela quer dar uma de charlatão e ainda assume que não tem doutorado;
  12. Wake Up: Acoooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooorda;
  13. Your House: Tão estranha esta música, que ela a escondeu. Mas, ainda assim, não deixa de ser invasão domiciliar.

Supposed Former Infatuation Junkie: Reflexão pós dorgas[editar]

Cansada de festas, putaria, e de dormir com todo mundo, Alanis viaja para a Índia, para descansar e pensar sobre a vida, inspirada pelo óregano e outras coisas diferentes que fumou na Índia, ela volta a compor e lança Supposed Former Infatuation Junkie em 1998; de nome grande pra caralho, tão grande que na capa do CD temos a boca dela, pois o nome Supposed ..... não coube na hora da edição, uma cópia barata de sua amante Fiona Apple.

  1. Front Row: Quando se tornou prisioneira da masmorra sexual de seu cafetão.
  2. Baba: Cover da música da Kelly Key.
  3. Thank U: Após uma viagem para o subconsciente a Índia.
  4. Are You Still Mad: Recadinho para seu ex-namorado.
  5. Sympathetic Character: Quando Alanis sentiu medo de ser esbofeteada por um de seus casos, mas descobriu que o cara era gay.
  6. That I Would Be Good: Ingrata aos seus fãs, Alanis diz que nenhum deles compraria sua música se ela não fosse rica ou se fosse gorda como SUA mãe.
  7. The Couch: Quando fez o famoso teste do sofá.
  8. Can't Not: Quando foi acusada de roubar o dildo de sua melhor amiga, mas não queria sair por vencida.
  9. UR: Alanis queria entrar para a URSS.
  10. I Was Hoping: Quando Alanis achou que iria levar um homem para a cama, mas se fudeu bem feito!.
  11. One: Alanis confessa seus pecados, confessando ser uma filha da puta e vigarista, e dizendo que você é tudo isso também!
  12. Would Not Come: A sua dificuldade em atingir o orgasmo.
  13. Unsent: Canção para alguns dos homens com o qual dormiu junto.
  14. So Pure: Quando stalkeou um homem qualquer.
  15. Joining You: Alanis se oferece para participar de um bacanal, mas sem sucesso.
  16. Heart Of The House: Demonstrando ingratidão pela sua mãe e cuspindo no prato que comeu.
  17. Your Congratulations: Demonstrando ingratidão pelo seu pai e cuspindo no prato que comeu, mas que genial!
  18. Uninvited: Seu lamento por ser rejeitada do bacanal citado acima.
Fazendo um teste de urina... no meio da rua!

MTV Unplugged: Eu sei cantar![editar]

Insatisfeita em estuprar nossos ouvidos pelo estúdio, Alanis lança um álbum acústico pelo programa especial da MTV - Unplugged no final da década de 90. Incluindo canções antigas e algumas novas, tais como:

  1. No Pressure Over Capuccino: Uma briga feia quando o garçom entregou seu Capuccino errado.
  2. Princes Familiar: Quando demonstrou interesse em praticar incesto com seu pai.
  3. These R The Thoughts: Alanis expondo seus pensamentos íntimos.
  4. King Of Pain: Nome carinhoso dado ao seu amante, após uma seção de sexo anal inesquecível.

Ânus 2000: A queda[editar]

Under Rug Swept: Varrendo a sujeira de seu passado[editar]

Seu próximo álbum foi "Under Rug Swept" no ano de 2002, onde ela nos mostra seu lado gari, e varre tudo para baixo do tapete, também mostra ser uma grande fã de X-Men, fazendo um penteado estilo Vampira/Rogue (meio emo inclusive). Nesse álbum ela lança sua nova música "Hands Clean" falando de novo sobre um cara mais velho que ela comeu à um tempo atrás.

  1. 21 Things I Want In A Lover: Provando ser exigente, Alanis lista as qualidades que seu futuro comedor homem deve ter como dinheiro, pinto grande, um carro, etc tudo o que VOCÊ não tem.
  2. Narcissus: Quando queria dar para um homem metrossexual.
  3. Hands Clean: Confessando seu romance com um sugar daddy da época em que tentou subir para a fama.
  4. Flinch: Ressentida por um amante que a deixou toda arrombada.
  5. So Unsexy: Alanis demonstra inveja por mulheres mais bonitas.
  6. Precious Illusions: Quando seu sonho de um romance como nos contos de fadas vai por agua abaixo.
  7. That Particular Time: Não aceitando levar um pé na bunda.
  8. A Man: Época em que Alanis quisera mudar de sexo.
  9. You Owe Me Nothing In Return: Alanis se confessando ser totalmente submissa, ironicamente.
  10. Surrendering: Durante a guerra, Alanis decidiu recuar suas Tropas.
  11. Utopia: Música escrita após Alanis cheirar umas, ou seja um momento hippie e da paz reminiscente de sua época antes da fama quando ainda não planejava castrar seus ex-namorados.

Feast On Scraps: As migalhas para os seus fãs[editar]

Já que suas músicas novas não estão rendendo muito dinheiro em 2003, Alanis decide apelar e lançar demos da sua época de ouro dos anos 90, numa tentativa falha de reconquistar fãs antigos e possivelmente os adolescentes dos anos 2000.

  1. Fear Of Bliss: Alanis confessa seu medo de se tornar cega.
  2. Bent For You: Quando Alanis sugeriu sexo anal.
  3. Sorry To Myself: As vezes a voz poderosa de Alanis faz seus ouvidos sangrarem, portanto esta canção é um pedido de desculpas a si mesma.
  4. Sister Blister: Uma canção feminista de Alanis, que incentiva a parceria feminina, mas vá roubar um dos peguetes dela pra você ver o que é o cão envocado.
  5. Offer: Uma oferta sexual.
  6. Unprodigal Daughter: Numa rebelião contra seus pais.
  7. Simple Together: Outra música na qual Alanis põe expectativas altas em seus amantes, mas no final eles acabam brochando não atingindo-as.
  8. Purgatorying: Demonstrando seu medo da realidade cruel.

So-Called Chaos: Um caos de álbum[editar]

Alanis em um velório

Numa tentativa de competir com as pseudo-rockeiras populares com os adolescentes da época de 2004 como Avril Lavigne, Hilary Duff e Kelly Clarkson, Alanis abandona seu estilo post-grunge para músicas sem graça mais radiofônicas, mesmo assim o álbum se torna um grande fracasso sem atingir a lista de álbums mais populares de algum país de 1º mundo.

  1. Eight Easy Steps: Alanis ensina oito passos para castrar seu ex.
  2. Out Is Through: Numa tentativa de aborto.
  3. Excuses: As desculpas prontas para seus erros.
  4. Doth I Protest Too Much: Alanis sendo sarcástica com seu amante, e demonstrando sua possessividade.
  5. Knees Of My Bees: Quando queria dar para Ryan Reynolds.
  6. So-Called Chaos: Alanis quer causar caos total, e fazer coisas que a lei proíbe como roubar e sair pelada por aí.
  7. Not All Me: Tentando culpar seu parceiro por seus erros.
  8. This Grudge: Sobre como decidiu perdoar seu ex-namorado após "apenas" 14 anos, o que não à empede de torrar o corno.
  9. Spineless: Outra canção na qual Alanis ironiza a submissão da mulher nas relações.
  10. Everything: Alanis diz que pode chifrar seu namorado e o caralho a quatro mas ele ainda vai continuar com ela.

Jagged Little Pill em acústico, coletânea de hits e outras porcarias pra ganhar dinheiro[editar]

Alanis mostrando que é gostosa,bata com moderação

Com a falta de sucesso do álbum anterior Alanis de novo decidiu apelar pela nostalgia e aproveitar os 10 anos de seu álbum de maior sucesso para lançar uma versão acústica, o que foi o suficiente para atrair os adolescentes da época que já eram adultos mas Alanis simplismente não conseguiu reviver sua carreira, mas a sua carta na manga foi fazer o que todo o artista ultrapassado e desesperado por relevância faz, que é lançar uma coletânea de hits; em 2005 Alanis lança o álbum The Collection (O cunete) que inclue tanto músicas dos álbuns anteriores como músicas feitas para trilhas sonoras e desconhecidas, ainda é possível perceber mensagens subliminares por meio de gritos guturais e sons de macumba, alguns dizem que é o prenúncio do Apocalipse.

  1. Mercy: Implorando por piedade anal.
  2. Still: Cega de amores por um homem filho da puta.
  3. Let's Do It (Let's Fall In Love): Numa tentativa de adotar um estilo Swing, copiando Michael Bublé.

Em 2007, se tornou viral por 15 segundos após parodiar o clipe de The Black Eyed Peas, My Humps no qual ensina a Fergie como rebolar e as consequências de tocar aquilo que só se pode olhar.

Flavors Of Entanglement: O retorno à música[editar]

Lançado em 2008, repete inova mais uma vez, agora falando de rompimentos e castrações mais sofisticados sobre o ex-noivo dela, tão famoso que todos o conhecem por ser o atual da ...No entanto, o álbum também relata a saga dela pelo submundo das prostitutas e cafetões depois de sua mais recente, porém não última, decepção amorosa (já virou cotidiano). Eis a tracklist:

  1. Citizen of the Puteiro: Falando sobre a sua mais nova vida de prostituta suburbana
  2. Undervagina: Sim, ela adora um cola velcro
  3. Straitjacket: Relatando mais uma de suas passadas no hospício
  4. Versions of sexual Violence: Ela é sadomaso
  5. Não come nós: Dando uma de Gollum
  6. In Praise of the Cafetão: Fala de sua submissão ao cafetão
  7. Moratorium: Mais um nome desconhecido por 99,9% da população que ela adora colocar em suas músicas
  8. Toque: Pura masturbação
  9. Gozando por qualquer razão: Provando que não é frígida, pelo contrário dá pra todo mundo
  10. Tapas: Mais uma vez confirmando que gosta mesmo é de apanhar
  11. Incomplete: O que a falta de um vibrador não faz

Ânus atuais: O ostracismo[editar]

Havoc And Bright Lights: O retorno ao nada[editar]

Após uma pausa de 4 anos, sem ninguém ter notado, Alanis retorna ao cenário músical, mas há muito tempo sem o seu apelo rebelde e o estilo pós-grunge da sua época de maior sucesso, portanto ela continua se afundando no fracasso em 2012.

  1. Guardian: Como todas as cantoras após virarem mães, decidem lançar uma música melosa e cheia de clichês sobre seus filhos.
  2. Woman Down: Canção na qual Alanis diz que nem todas as mulheres tem más intenções, após 20 anos cozinhando seus ex-namorados em 99% de sua discografia.
  3. Til You: Alanis imagina quando ela vai encontrar o parceiro para lhe proporcionar o orgasmo perfeito.
  4. Celebrity: Desesperada por fama, Alanis quer ser a próxima Paris Hilton.
  5. Empathy: Em que Alanis implora por empatia de seu parceiro.
  6. Lens: Em que Alanis prova ser muito tolerante com as opiniões diferentes de seus parceiros.
  7. Spiral: Canção da auto-vitimização.
  8. Numb: Reminiscente de quando era viciada em drogas.
  9. Havoc: Na qual Alanis admite novamente ser viciada em caos, assim como em seu álbum de 2004.
  10. Win And Win: Alanis é obcecada em vencer sobre seu parceiro.
  11. Receive: Após tanto dar, Alanis quer receber.
  12. Edge Of Evolution: Alanis prova ser adepta da teoria da evolução de Charles Darwin.
  13. Will You Be My Girlfriend?: Decide ressuscitar sua fase lésbica dos anos 90.
  14. Magical Child: Nome carinhoso para um de seus sacrifícios ao satã.

Such Pretty Forks In The Road: Ainda estou viva...[editar]

Alanis estava decidida em apelar para a nostalgia novamente e embarcar numa turnê comemorativa de 25 anos de seu álbum Jagged Little Pill para iniciar a década em 2020, porém os chineses arruinaram seus planos comendo carne de morcegos, gatos, ratos e cachorros e pondo a vida humana à mercê em níveis globais com o Corona Vírus; portanto Alanis teve a péssima idéia de lançar um outro álbum que acabou como de costume se tornando o maior fracasso de sua carreira, um recorde superado a cada novo lançamento.

  1. Smiling: Alanis finge que não está afetada por levar um pé na bunda, e que continua sorrindo.
  2. Ablaze: Outra música cheia de clichês emocionais para seus filhos.
  3. Reasons I Drink: Alanis se justifica por ser uma alcoolatra de primeira.
  4. Diagnosis: Alanis confessa estar doente porém todos nós sabemos como ela é uma doente mental
  5. Missing The Miracle: Alanis continua esperando pelo milagre que nunca vem.
  6. Losing The Plot: Da qual Alanis lamenta pela sua carreira falida.
  7. Reckoning: Sendo obsessiva com seu ex.
  8. Sandbox Love: Alanis admite que imagina outro homem quando transa com seu parceiro.
  9. Her: Sobre a ex de seu parceiro.
  10. Nemesis: Outra canção pela qual Alanis demonstra tratar seus parceiros como inimigos mortais.
  11. Pedestal: Canção na qual ela espere que seu parceiro entenda seus defeitos, apesar de que Alanis está sempre exigindo de mais deles.

Aparições em seriados[editar]

Alanis, uma lésbica heterossexual mal resolvida, faz uma pequena participação no seriado Sex and the City, e dá um beijo em Carrie Bradshaw. Atualmente interpreta também a mesma lésbica de Sex and the City, mas agora no seriado, Nip/Tuck, no qual o Dr. Christian Troy, o todo poderoso e comedor, tenta inutilmente levá-la para sua cama, mas ela não aprecia bananas.

Vida Pessoal[editar]

Alanis, que recentemente perdeu o seu noivo aprendiz de ator Ryan Reynolds para Scarlett Johansson (mas né, nem adiantou muito trocar uma vaca por uma cadela), leva uma vida tranquila e caseira, onde passa o tempo compondo dentro de seu armário, ou fazendo Yoga. Ultimamente, virou motoqueira, e neste ano pretende publicar um livro de memórias, contando mais sobre sua vida amorosa, sexual, maconheira, boquetes no cinema (ou banheiros mesmo) e esfaqueando mais um pouco seus ex namorados.

Ver também[editar]