Abel Braga

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Black Cat.jpg Puta que pariu, larga de ter azar!

Este artigo traz relatos de uma criatura azarenta que só se estrepa no dia-a-dia.

Por precaução, deixe o artigo quietinho, mas se você se sentir seguro em mexer, vá em frente.

Uma situação comum de times dirigidos pelo Abel, o maior mestre daquela palavra lá que virou meme câncer mania da internet: resiliência.

Cquote1.png Sua intenção era pesquisar: Perder é normal! Cquote2.png
Google dando uma de adivinho com a pesquisa de Abel Braga
Cquote1.svg Abel, eu te amo! Cquote2.svg
Renata Fan sobre Abel Braga, pro desespero de toda a torcida colorada
Cquote1.svg Lá vem o Abelão cheio de paixão! Te catar, te catar, te catar! Cquote2.svg
Cravo e Canella Fabiano Baldasso sobre Abel Braga

Abel Carlos da Silva Braga, também conhecido como Abel Praga Braga (Rio de Janeiro, 1 de setembro de 1952), é um ex-zagueiro e técnico de futebol famosíssimo por ter ganho diversos títulos de vice-campeonato ou de ter perdido diversos jogos de decisões ou nem isso, e ainda assim deixar bem claro que é assim mesmo, perder é normal, mesmo que seja jogando com o Flamengo contra o Santo André.

Carreira de jogador[editar]

Começou virando uma lenda no Fluminense, vencendo quatro cariocões na base do tapetão nos anos 1970. Ainda nessa década foi jogar no Vice da Gama, onde também descolou um cariocão para variar. Nesse tempo GANHAR era o normal. Chegou a jogar no PSG e na seleção canarinho na Copa do Mundo de 1978 (e talvez teja aí explicado como começou sua vidinha de "perder é normal").

Carreira como treinador[editar]

Seu último time de jogador foi o Goytacaz Futebol Clube (daí cê já vê a decadência), e foi lá que ele começou sua carreira já de técnico. Ainda treinou um monte de times toscos como Rio Ave de Portugal, Famalicão e um monte de outros da terrinha.

Após muitos anos por lá, voltou pro Brasil, onde treinou alguns times, até virar a lenda do Colorau, digo, Colorado. Até 2003 foram vários times e conquistas, mesmo em times bem frágeis e fracos.

Até que chegou a Copa do Brasil de 2004. Mesmo tendo vencido o Campeonato Carioca de 2004 com o Flamengo, aquelas eram épocas bem sinistras pro time dos urubus, e deu no que deu: na final contra o Santander, digo, Santo André, um 0 x 2 no Maracanã sacramentou o início de uma maré de azar fodida do técnico em Copas do Brasil. Em 2005 foi a vez dele no Fluminense chegar à final da Copa do Brasil de 2005, e mais um revés pra um timinho paulista, dessa vez o Paulista de Jundiaí.

Ao menos em 2006 veio uma puta vitória: vencer a Copa Libertadores da América de 2006 e de quebra o Mundial daquele ano com o Inter, o que o tornou uma lenda viva de vez com o povinho gaúcho que adora essa paçoca avermelhada. Mas ele entraria num hiato com times brazucas, indo treinar o Al-Jazira em 2010 e conseguindo três títulos por lá. De volta pro Brasil, seu último grande título foi o Brasileirão de 2012 com o Fluminense mais uma vez na base do tapetão. Depois disso foi só um bocado de título de quinta, além, claro, de um monte de vice-campeonatos que o tornam mais vice que o Vice da Gama. Mas, como diria o Abelão, "perder eu perco, mas vai ser lindo!"

Vídeos[editar]

Efeito Abelão parte 1

Efeito Abelão parte 2

Perdemos, mas...