Abão de Fleury

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Abão de Fleury foi um monge, fofoqueiro, desocupado, desempregado e santo[carece de fontes] padroeiro das latinhas de atum advindas da Sicília.

Biografia[editar]

Abão escondendo maconha nas mangas.

Nasceu na cidade de Orléans onde desde cedo apanhava dos pais, o que é 50% do caminho andado para se tornar santo.

Na juventude entrou na Universidade de Paris onde se formou como nerd em matemática. Nos seus anos de estudo descobriu sua vocação que era... era... encher o saco dos outros.

Foi morar dois anos na Inglaterra fazer intercâmbio que na época a França fedia a mijo. Abão não aguentou muito a hospitalidade e higiene da Inglaterra, pois lá teve o único emprego de sua vida, como marceneiro da igreja. Não resistiu e preferiu voltar à vida de vagabundo na França.

Ganhou fama quando regressou da Inglaterra para Fleury (atual Saint-Benoît-sur-Loire) na França em 988 e pelo prestígio e um pouquinho de propina, foi chamado para ser o novo abade da cidade, mas tinha um maluco que também queria ser abade e deu uma puta discussão. Graças a denúncias de pedofilia por parte do rival, o caso ganhou projeção nacional na época e Abão acabou virando o abade e ganhando a vida que sempre quis, na vagabundagem da igreja.

Participou do complô que envenenou Arnulfo, arcebispo de Reims colocando Guaraná Dolly em seu vinho, tudo em troca da promoção de Gerbert de Aurillac (futuro Papa Silvestre II), em agradecimento Abão ganhou belos postos na Igreja.

Certo dia, Abão soltou um manequiful, famosa técnica secreta que havia aprendido na Inglaterra. O rei da França Roberto II maravilhado enviou Abão para Roma para repelir uma ameaça apostólica protestante do Reino Universal dos Lords Sith que eram contra o casamento do rei francês com Berta da Borgonha, que era gostosa, e Abão seria a sua salvação. Chegando em Roma Abão encontrou um mendigo que se mostrou o Papa Gregório V disfarçado, fugitivo da cidade da qual o Antipapa Lord João Vader XVI. Abão despertou 100% de sua força rasgando suas roupas com a pressão dos próprios músculos, entrou no Vaticano voando e depôs a invasão fantasma repondo seu chapa Silvestre II como papa.

Já famoso, Abão foi um dos poucos sensatos a acalmar todo mundo sobre a crença de fim do mundo no ano de 1000 que aterrorizava todo mundo. Ele sabia que tudo acabaria em 2012, 1012 anos depois.

Morte[editar]

Retrato de Abão morrendo tomando um golpe de lança no sovaco.

Em 1004, com o mundo não acabado em 1000, Abão foi incumbido de restaurar a disciplina no mosteiro de La Réole, na Casa da Mãe Joana no sul da França. Abão então selecionou alguns amigos do mosteiro de Fleury e foram para a missão. Chegando naquele mosteiro a confusão aumentou, ele estava tomado por smurfs, seguidores da igreja anglicana e foi uma porradaria de espadas. Abão se meteu a besta e caiu no fight tomou um golpe de lança no estômago e morreu nos braços de seu amante secreto Aimoin.

Canonização[editar]

O puxa-saco de Abão, Aimoin, começou a espalhar relatos de milagres no túmulo de Abão, embora ele não parece ter sido oficialmente canonizado por Roma, teve gente por aí que engoliu a história, e com o tempo ele acabou sendo santo mesmo.

Obras[editar]

Era bem nerd, escreveu diversas obras que hoje estão estocadas e perdidas na Biblioteca do Vaticano, tudo em latim para que quase ninguém entendesse:

  • Passio sancti Edmundi: Um tratado que elogia Edmundo naquele campeonato brasileiro que ele fez 1 milhão de gols pelo Vasco.
  • Computus: Um cálculo complicadíssimo com as fases da Lua, dias nublados, e coeficiente do ânimo do Coelhinho da Páscoa, para especificar a data da Páscoa a cada ano, como era em numeral romano, ele teve mil vezes mais dificuldade que o normal.
  • Epitome de XCI Romanorum Pontificum Vitis: Livro sobre a intimidade dos papas.
  • Collectio Canonum: livro de direito aplicado.
  • Fofocas sobre Roberto II da França: Uma biografia não-autorizada com os escândalos envolvendo o Rei Roberto Carlos em sua juventude brasa mora.