A Fraternidade É Vermelha

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A Chatice É Vermelha
Trois couleurs: Rouge
A Chatice É Vermelha (BR)
Três Cores Pois: Vermelho (PT)
Achaticevermelha.jpg
Cartaz do filme
Bandeira da França França
1994 • vermelho • 99 min
Direção Krassavgsagfs Kassavdtrdsvt
Elenco Irène Jacob, um véio, um corno e vários outros cachorros
Gênero Tédio


A Fraternidade É Vermelha é um filme que já começa errado por esse nome, já que vermelho é algo ligado ao derramamento de sangue nas guerras, além de outras conotações comunistas. Não espere algo de surpreendente aqui porque, assim como os outros dois anteriores desta trilogia da bandeira francesa, esse filme também é chato pra burro. Então já dá pra imaginar que porra nenhuma de relevante acontece e que a única cena de sexo, além de cortada, demorou quinze minutos para ser exibida devido às habilidades de escalada do corno em questão, e só mostra a bunda de um macho. E sim, é nesse filme que a velhinha citada no artigo sobre o primeiro filme finalmente consegue se livrar do lixo (e foi preciso ajuda, ainda por cima).

Sinopse[editar]

Valentine é uma modelo metida a bailarina tão quebrada que vez ou outra vende só a própria imagem para coisas inusitadas, como marcas de chiclete.

Mas antes de continuarmos a falar sobre ela, é preciso dizer que a primeira cena do filme (que também é a mais rápida) mostra a qualidade do serviço de telefonia francês. Pronto, é só isso mesmo.

Voltando... Depois que ela recebe uma ligação de um tal de Michel Teló e papo vai papo vem, Valentine vai no caça-níqueis da budega mais próxima, aposta e perde de novo, vai pra uma sessão de fotos fazer a propaganda do chiclete (vez ou outra sendo assediada), depois pra aula de balé, depois pra passarela e por fim... Ufa! Vai parar dentro do carro, um Fiat Uno cinza caindo aos pedaços.

Mas a vida é uma caixinha de surpresas. Já vimos que sorte não é o forte da Valentine. Tudo ia bem enquanto ela tava dirigindo, mas sabe como é aquela máxima sobre mulheres no volante... vou até nem falar mais nada pra evitar o processinho. Qualquer palavra presente no texto deste artigo é incapaz de descrever a crueldade com a qual ela atropela Rita. Sim, tudo culpa da Rita, aquela cachorra (literalmente). Com peso na consciência e incapaz de deixar o animal moribundo em paz, Valentine resolve empurrar a cadela pro banco de trás. Vasculhando a coleira, encontra o endereço do dono, e resolve ir lá tirar satisfação.

Ladeira após ladeira, Valentine dá de cara com um lugar mal-assombrado... quer dizer, bem assombrado, já que ela não recebe resposta depois de tocar a campainha, e pelo menos duas portas já estão abertas, como se esperassem por sua chegada. Passada meia hora, Valentine encontra a alma de Michel Temer dentro da casa, e a primeira frase que diz é: "Com licença... A porta estava aberta". Ah, tenha santa paciência, Bátimã!



Depois dessa conversa não muito amistosa, ele resolve enxotar a dama e ainda a manda deixar a porta aberta. É de lascar, mas pior que isso só as cenas seguintes, tudo em volta da cadela atropelada, como se agora esta fosse a protagonista (até mesmo dentro de igrejas, fazendo a clássica piada). Depois de muita enrolação, Valentine acaba descobrindo que o véio solitário gostava mesmo era de praticar voyeurismo com as linhas telefônicas alheias. Papo vai, conversa vem, e vários dilemas morais depois, Valentine faz uma revelação bombástica a respeito de algo que nem mesmo ele sabia: estava grávida. Não ela, porra... a outra cachorra, a que foi atropelada!

Passado isso e mais algumas cenas chatas, percebe-se que o véio solitário resolveu tomar um pouco de sol e ser gentilmente convidado ao que parece ser um tribunal. Simplificando: a consciência pesou e ele resolveu se entregar (ui). Enquanto isso, para continuar com os exemplos da maré de azar em torno de Valentine, ela está num lugar cheio de headsets e pede um CD bem difícil, mas o atendente diz que infelizmente o último acabou de ser vendido. Após isso, ouve-se um gemido, ela lê um jornal que não sabia que era dela, descobre sobre o julgamento e vai tirar satisfação, mais uma vez.

Valentine ficando molhadinha por encher a cara nas horas vagas.

Conversa vai, papo vem, e Valentine e o juiz aposentado já estão bebendo juntos. E é depois daí que aparece a cena do corno insatisfeito, mencionada lá no início. Tão insatisfeito que foi chorar na cama e ainda descontou no cachorro. Que será que o diretor dessa porra tem contra cachorros? Mais insatisfeito que esse cara, só o povo trepando desajeitado mesmo. Fazer o quê, são franceses...

Cenas depois, Valentine e Joseph Climber ficam a sós dentro de um teatro vazio após o término de um desfile de moda. Talvez ele já soubesse disso: cai um temporal violento e os dois ficam acuados por lá. Seria um bom momento para fazer o que você pode estar imaginando, mas infelizmente a pipa do vovô não deve mais nem saber o que é subir.

É nesse momento que Valentine confessa sentir que algo importante acontece ao redor dela. Realmente, ela tava certa. Maré de azar, se lembra? Ocorre um acidente dos grandes, sendo que, dos sete sobreviventes do desastre, dois deles são Valentine e o corno inconformado.