Weng Weng

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Cquote1.svg Que que cês tão me olhando com essa cara de cu? Tão me dando banho de pestana por quê? Tô cagado? Tão me achando bonito? Tão querendo me tirar pra dançar? Cquote2.svg
Dioguinho e seu palavreado inocente de criança de oito anos
Cquote1.svg Quero um quarto e uma puta Cquote2.svg
Dioguinho depois de cinco segundos dentro do puteiro

Cquote1.svg Se chorei ou se sorri, o importante é que cinco putas eu comi Cquote2.svg

Weng Weng, o Dioguinho, é um capeta em forma de guri com oitenta centímetros de altura quando mole e setenta e cinco centímetros quando duro. Assim como o Chaves, ele é uma criança de oito anos com rugas e cara de boia-fria.

Sendo filho de Valério, um pai solteiro, e criado a leite com pera e pão com mortadela, Weng Weng não gosta muito de estudar, por isso ele sempre arma esquemas para fugir da escola e ir pro puteiro, pra arrombar umas putas usando dez contos que economizou do recreio. Apesar de não conseguir por ser um... menino, com seu olhar fixo e seu carisma de Roberto Carlos da deep web, ele ao menos consegue um beijinho na bochecha de consolação, que anima o seu ego e o seu pau.

Weng Weng foi diagnosticado pelo psiquiatra do colégio onde "estudava" como um delinquente doente que sofre de esquizofrenia acrombática maluco, uma doença que não é brinquedo não, pois faz a pessoa fazer um monte de merda.

É considerado uma das estrelas eternas do Tela Class, ao lado do Boquinha de Cemitério, do Mestre Sheraku e da namorada vadia que dava o cu pra não gastar a buceta, por isso possui uma pilha de fezes com seu nome na Calçada da Bosta da MTV.

Biografia[editar]

Juventude[editar]

Weng Weng com seu jetpack do GTA, que comprou no puteiro com seus dez conto já que o dono pau no cu não quis dar pra ele um quarto e uma puta.

Natural das Filipinas, Weng Weng teve uma infância difícil. Sua mãe era uma pessoa muito amável, que ia pra Crackolândia todo dia encher a cuca de crack, pois achava que isso fazia bem para o bebê, alimentava o feto. Infelizmente após o parto, ela morreu de causas desconhecidas, e o bastão chamado "causas desconhecidas" do traficante que vendia pedra pra ela nunca foi encontrado. Assim, quem se fudeu foi o pai, um proxeneta meio aviadado que ficou com essa merda pra criar.

Como Weng Weng não conseguia crescer, e com quatro anos ele estava apenas com o tamanho de uma birola padrão de homem brasileiro, seu pai o colocava debaixo do cu de uma galinha para ver se o aquecimento anal resolvia o seu nanismo, o que é claro que deu em porra nenhuma.

Fase áurea[editar]

Aos oito anos, o travesso Weng Weng foi matriculado no Colégio Estadual São Barizon, a única escola do governo que cobra mensalidade de seus alunos, talvez por ser administrada por agiotas que disciplinam os estudantes com tortura, pânico, sangue e horror. Apesar dos ameaços, por lá ele nunca estudou, quando não estava tentando dar evasão escolar pra ir no puteiro, ele estava tentando comer a recepcionista vagabunda com um bucetão gigante e peludo.

Cquote1.svg Óia aqui, tá veno, tenho vinte e um anos já, então libera essas puta tudo aí pra mim Cquote2.svg

Em sua fuga mais emblemática, a qual foi reproduzida na mega-produção hollywoodiana denominada Um Capeta em Forma de Guri, enquanto fazia um rapel na parede da escola pra vazar de lá, Weng Weng viu os peitinhos murchos e caídos da Tia Tânia, que estava praticando o masturbanho pensando no Bruce Lee, e viu a Tia Lúcia fudendo com o Tio Fernando, presenciando o exato momento do anal giratório, o inspirando a pedir por essa posição em sua próxima visita ao puteiro, que seria dali a dez minutos.

Apesar da pouca idade, Weng Weng já era um exímio motorista ao estilo Menores e Furiosos, que dirige a versão mini-feita da Burgman do Gilberto Barros, mas diferente da assistente de palco do leão ele sabe a hora certa de acelerar, por isso consegue atingir a incrível velocidade de 10 quilômetros por hora, impossibilitando que Adalberto, o assistente de seu pai, consiga ficar de olho nele. Por ser um perfeito piloto de fugas, as menininhas do colégio queriam tudo dar pra Weng Weng, mas ele ignorava as ninfetas, preferindo apenas as MILFs do puteiro com experiência na arte sexual.

Cquote1.svg Falou aí seus otário cara de cu Cquote2.svg

O único problema é que o diretor de escola era um filho da puta com cara de cu, que não queria deixar Weng Weng foder em paz, por isso o garoto fez aulas de karatê paranaense com uma piranha para aprender a técnica do torniquete, e assim se livrar de seu nêmesis. Isso ele conseguiu aprender, mas por ter metido a porrada no pessoal do dojô e em sua professora de artes marciais, inclusive tendo apontado uma arma pra ela, ele foi dedurado para o diretor, que fez questão de botar em seu cu, ameaçando suspendê-lo por três meses. Weng Weng até tentou se desculpar com sua professora de porrada com um beijinho, mas ela só queria que ele fosse botado em uma jaula mesmo.

Apesar das ameaças, Weng Weng continuou fazendo merda, como meter um lapo no olho de um amiguinho e roubar o MP3 do seu pai com a música tema do Pai de Família. O diretor da escola sugeriu um método correcional mais ameno, como tortura através do espancamento com fio de cobre, queimar com ferro quente, arrancar as unhas dos dedinhos e bater a cabeça do pivete na parede pra ver se desentope o cérebro, mas como já tinha tentado isso sem sucesso, o pai de Weng Weng desistiu de vez e o colocou em uma gaiola de passarinho para vendê-lo no mercado negro para o psiquiatra da escola, que também era o dono de um circo de freaks nas horas vagas. Porém muito astuto, o guri conseguiu ludibriar seu pai, os asseclas dele e o psiquiatra, aparecendo do nada e derrubando todos com as suas técnicas de karatê paranaense criadas por Adilson Polloskki. Para sacanear ainda mais, Weng Weng plantou ilícitos no bolso do pessoal e os dedurou para a polícia, ficando assim órfão, mas com todos os bens da família e vivendo feliz para sempre com a recepcionista rabuda.

Vida adulta[editar]

Weng Weng com sua esposa e sidekick, a secretária rabetuda do Colégio Estadual São Barizon.

Após crescer, ao menos na idade cronológica, Weng Weng continuou hiperativo e fazendo merda, por isso decidiu que a profissão perfeita seria como ator de filme de ação. Assim, após concluir com honra ao mérito o curso de atuação na Escola de Atores Sylvester Stallone, Weng Weng começou a trabalhar em filmes B em seu país natal, e ele fez muito sucesso entre os filipinos, já que não é todo dia que podemos apreciar um anão de jardim mestre em artes marciais aplicando torniquete em asiáticos aleatórios.

Por sua capacidade de entreter o público, não demorou para Weng Weng protagonizar o primeiro filme em sua carreira artística, For Y'ur Height Only, película que consiste em Dioguinho relembrar os seus tempos áureos da juventude e mostrar na íntegra para o público como foi o seu turbulento passado. É claro que os filipinos, pessoas com cultura, apreciaram demais o filme, e por isso o pequeno homem virou a pessoa mais conhecida do país, o que é algo consideravelmente difícil no meio de todo aquele povo de sete pessoas nas Filipinas.

Morte[editar]

Durante uma social entre as principais estrelas do Tela Class, que estavam comemorando a entrada dos atores no nicho cult, Weng Weng cometeu o erro de puxar conversa com o Boquinha de Cemitério, que estava muito calado por força maior. Não podendo permanecer em silêncio ao estar frente a frente à maior estrela cinematográfica filipina de todos os tempos, que talvez seja a única, o Boquinha de Cemitério abriu a boca para cumprimentar, e esses dois segundos foram o suficiente para o cecê oral matar instantaneamente Weng Weng.

Após a morte de Weng Weng, todos os filmes que contam as suas peripécias em vida caíram na net, e até hoje estão disponíveis em seu canal oficial no XVideos, mantido por sua esposa de rabetão. Por conta disso, Weng Weng se tornou muito popular na internet, e considerado um dos melhores artistas já formados pela Escola de Atores Sylvester Stallone.

Ver também[editar]