Lei de Gil

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O legislador Gil, vendo com preocupação os desrespeitos constantes à lei que criou.

Lei de Gil é como ficou conhecida a Lei Brasileira 69.2411, sancionada no ano de 2006 pelo legislador Gil, poucos minutos após a conquista do campeonato mineiro pelo Cruzeiro.

Esta é a única lei vigente no futebol, apenas essa, e mesmo assim, como as demais leis de nosso país, ela é desrespeitada constantemente.

Histórico

Felipe Melo e Eboué, dois infratores desrespeitando a Lei de Gil abertamente.

O legislador Gil comemorando o título mineiro recém conquistado, quando foi indagado por um repórter amador de uma rádio católica que ninguém ouve se na comemoração valia tudo, até torcedor invadindo o gramado e dando o cu para os jogadores em agradecimento.

Para defender a sua masculinidade, assim como a de seus companheiros, que nem era tão machos assim, naquele momento, Gil sanciona a lei que entraria para os anais da história, como a única lei do futebol. Em resposta ao repórter, ele diz que vale tudo, só não vale dar o cu. Ao receber em primeira mão a lei, o repórter fica atônito, mas logo agradece ao atleta, pois pela fé católica não se pode dar o cu mesmo.

Crimes

Apenas um delito está previsto na Lei de Gil, que é:

  • 1) Art. 24-CU - Vale tudo, só não vale dar o cu.

Apesar da lei possuir apenas um parágrafo, o qual foi anunciado em rede nacional por uma rádio católica, há registros de vários infratores no mundo futebolístico desde que a lei foi sancionada.

Críticas

Esta única lei vigente no futebol é duramente criticada pelos dirigentes de algumas equipes, especialmente pelos do São Paulo, pois de acordo com os mesmos, esta é uma lei que promove a homofobia, pois além do parágrafo único proibir a liberação do orifício anal, é implícito que até mesmo a mão amiga não é permitida.

No ano de 2017, os futebolistas que representavam o Juventude desrespeitaram abertamente a sagrada Lei de Gil no vestiário de sua equipe, e como punição, foram demitidos de sua equipe, pois nenhum infrator pode continuar no mundo do futebol após infringir a lei do legislador.

Assim como qualquer lei brasileira, sempre tem gente procurando aquela brechinha para se isentar de cumpri-la. Devido aos recentes protestos dos grupos LGBTQPQPCU+, analisou-se a possibilidade de alterar a estrutura da lei, visando a inclusão de todos os gêneros sexuais existentes no momento dessa atualização. O texto primevo permaneceria o mesmo, mas a sua aplicação deixaria de ser obrigatória caso o indivíduo que supostamente estaria infringindo a lei, exigisse que se dirigissem a ele próprio com os pronomes neutros (elu, delu). Como todos sabem que pelo som do berimbau, esse... instrumento... é constantemente... usado, a Lei de Gil só acarretaria em opressão para os cidadãos desse grupo, que apenas querem ter a liberdade de sentar no mastro ereto da bandeirinha de escanteio sem preocupações. É claro que isso deu em nada, e a lei continua em vigor sem alterações.

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