Jô (futebolista)

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Jô crg.jpeg
Cquote1.svg Beijo do gordo! Cquote2.svg
Apelidos Jôbarte, Jônibus, Jô 77 toneladas
Nascimento 20 de março de 1987
Área boêmia de São Paulo, entre a Vila Madalena e a Consolação
Nacionalidade Bandeira do Brasil Brasil
Altura 1,89
Peso Bem acima do ideal
Posição Sorveteiro, só dá a casquinha
Não consegue chutar com nenhum
Clubes Um monte
Estilo de Jogo Jogar como zagueiro do time adversário
Gols Não faz desde 2017
Influências Ronaldinho Gaúcho, André Balada

João Alves de Assis Silva, mais conhecido atualmente como Jôbarte (São Paulo, 20 de março de 1987) é um ex-jogador em atividade que integra o elenco sub-40 do Corinthians. Assim como seus companheiros medalhões Gil e Fábio Santos, mesmo estando em péssima fase e em claro declínio técnico, foi repatriado por Andrés Sanchez apenas para mamar nos já fodidos cofres do clube, ganhando quase 1 milhão por mês pra entrar em campo e não conseguir pegar na bola.

Atualmente, Jô é um jogador pedreiro, já que só sabe fazer parede. Ou se preferir, um jogador sorveteiro, já que tenta dar casquinha, mas nem isso consegue.

Carreira[editar]

Corinthians[editar]

Jô é uma cria do terrão, ou seja, foi formado pelas categorias de base do Corinthians quando Alberto Dualib desviava o dinheiro das categorias menores e deixava a garotada jogar no meio do barro e da bosta. Por falta de opções, já que os principais atacantes do time ou estavam quebrados ou foram vendidos por duas paçocas e uma banana pela Diretoria Jim Carrey do alvinegro paulista, o técnico Geninho decidiu promover Jô ao time principal, já que era ou isso ou ter que improvisar um zagueiro como centroavante.

Apesar de possuir o físico de sabiá característico da molecada da base do Corinthians até os dias atuais, Jô até que conseguiu se sair bem, marcando alguns golzinhos na banheira, já que naquela época o alvinegro paulista ainda criava jogadas e não deixava os centroavantes morrerem de fome. Para melhorar seu desempenho, Jô se inspirou em seu companheiro de time Abuda, ao observar a maneira como este outro garoto da base corintiana jogava, ele sabia que deveria fazer exatamente o contrário se quisesse vingar no futebol.

Por conseguir fazer gols mesmo estando mamado após as noitadas, Jô foi vendido para o CSKA Moscou, que ofereceu pelo jovem um cachorro-quente de Osasco, oferta que a diretoria do Corinthians nem precisou pensar muito antes de aceitar.

CSKA[editar]

Jô conseguiu se adaptar rapidamente ao futebol da Rússia, já que podendo beber vodka a vontade e com seus sete quilos de cabelo armado, ele conseguia suportar o frio melhor do que os demais, e não perdia a sensibilidade no corpo após os 25 minutos iniciais jogando em temperatura negativa. O problema é que o time como um todo era uma merda, então os gols embriagados de Jô não foram o suficiente para tirar o CSKA da fila, com a equipe sendo eliminada ano após ano ainda na primeira fase das principais competições europeias.

Por não ser apenas um boneco de posto em campo, como seria dez anos mais tarde, Jô foi contratado pelo Manchester City, quando o sheik ainda não tinha começado a investir de verdade em sua equipe recém-adquirida.

Manchester City[editar]

Na Inglaterra, Jô sentiu falta da vodka, porém a abstinência foi amenizada pelas cervejadas com os hooligans nos pré-jogos, que eram o combustível ideal para Jô entrar em campo e cumprir com seu papel de fazer gols debaixo das traves. O problema é que o excesso de combustível aditivado já estava começando a foder com o interior de Jô, e assim ele virou o jogador mais não-confiável am atividade, ora ele jogava razoavelmente bem, ora ele ficava cambaleando em campo que nem um zumbi. Isso irritou o sheik, que decidiu emprestar Jô para o Everton, onde após alguns afastamentos e nenhum gol, ele voltou para o Manchester City, que começou a procurar maneiras de se livrar dele.

Após procurar bastante por um bobo no futebol disposto a comprar Jô, o Manchester City encontrou o Internacional de Porto Alegre.

Atlético Mineiro[editar]

O grande parceiro de bebedeira do Ronaldinho, a dupla fez muitas bruxarias nas noites mineiras.

A passagem de Jô pelo Internacional foi tão irrelevante, que nem merece menção. Após menos de um ano na equipe gaúcha tomando chimarrão com o D'Alessandro, Jô decidiu ir para o Atlético Mineiro, já que ele queria ir pras noitadas mineiras com o Ronaldinho Gaúcho. Essa dupla boêmia incrivelmente deu certo, e com o bruxo carregando seus companheiros embriagados, Jô conseguiu conquistar a Libertadores, a Recopa e o Campeonato Mineiro. A única coisa que ele não conseguiu foi dar um bi para o galo, afinal isso é impossível mesmo.

Apesar do sucesso, a Trindade Boêmia formada com Ronaldinho Gaúcho e André Balada Fake começou a relaxar nas partidas, e por isso a diretoria do galo decidiu afastar ou negociar seus cachaceiros. Assim Jô foi negociado e passou pela Arábia Saudita e pela Coreia do Sul, até acabar indo parar no Corinthians.

Corinthians[editar]

Ao voltar para o corongão coringão, Jô fez como qualquer pessoa com passado fodido, virou evangélico achando que isso reseta o fígado. Por pela primeira vez em sua carreira jogar sóbrio, Jô conseguiu fazer considerável sucesso, fazendo gols em todos os clássicos e sendo o artilheiro do Campeonato Brasileiro de 2017.

Por Jô ser importante para o elenco e fundamental para o esquema de Fábio RetranCarille, a diretoria corintiana voltou a fazer seus ótimos negócios, vendendo o atleta para o Nagoya Grampus pelo valor de duas coxinhas e cinco empadinhas de frango para alimentar o Sidcley.

Mas Jô ficou apenas por dois anos na equipe japonesa, por voltar a sua vida boêmia, bebendo saquê demais na concentração, ele era reserva eterno e entrou em decadência física e técnica, o que foi fundamental para a diretoria do Corinthians recontratá-lo em 2020. A princípio parecia uma boa ideia, até todo mundo ver que Jô voltou com sete sacos de cimento nas costas e não consegue nem se mexer direito mais.

Seleção Brasileira[editar]

Jô começou a ser convocado para a Seleção Brasileira de Futebol a partir de 2007, mas ninguém nem reparava na existência dele, já que ele não saía do banco. Ele só começou a jogar um pouco a partir de 2013, mas ainda assim ele passava a maior parte do tempo sentado no banco de reservas, sendo o suplente de Fred, o titular absoluto (não a toa que um ano mais tarde viria aquele passeio alemão no Mineirão, com um ataque desses deveria ter sido até mais).

Em 2014, Jô esteve presente no massacre encabeçado por Candira, porém como nem saiu do banco, ninguém nem lembra que ele estava lá.