Clóvis I

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Eu só acho que não era esse Clóvis...

Clóvis I, ou Louis no linguajar francês moderninho (c. 466 — 27 de novembro de 511), foi um rei dos francos que deu origem à primeira dinastia desse povo a realmente alguém se importar, a dinastia merovíngia, além de ter sido segundo muitos o verdadeiro criador do país França como país propriamente dito e não só um bando de bárbaros trollando por pedaços de chão sem fim e sem ficar com o cu quieto em lugar algum.

Além disso, ele foi o primeiro rei bárbaro a se arrepender de seus atos pagãos e ir lamber as saias do papa depois do escorregão dos romanos ocidentais, sendo assim foi o primeirão a ostentar uma cruz no rabo escudo de seus soldadinhos e ser recrutado de vez em quando pelo papa pra dar um jeitinho nos árabes com fogo no rabo.

Historinha[editar]

Clóvis era filho de um pai com um nome horroroso (Quilderico I) que só arrumava confusão na área do Baixo Reno, comandando um pedacinho dos francos chamados de francos sálios. Sendo um jovem prodígio ou por falta de bucetas para comer na região assumiu o trono com 15 anos e já foi passando a vara no Reino de Soissons, o resto do resto do cu do Império Romano do Ocidente na Batalha de Soissons. Depois foi a vez de comer o cu conquistar a Gália Romana e se tornar o único rei daquela área toda que acabou ganhando o nome de França e que praticamente é todo o território do país até hoje, com algumas alterações aqui e ali, mostrando que o muleque realmente foi bom no serviço de conquistar.

Sua esposa Clotilde da Borgonha, que era muito fã do papa da época, e de um padreco lá chamado São Remígio, conseguiu convencer o nobre esposo a não virar um ariano igual o resto dos reis bárbaros da época e acabou por virar católico. Apesar disso, dizia um padre fofoqueiro daquele tempo, Gregório de Tours, que na realidade ele vivia no mundo da Lua... quer dizer, não da lua, mas de Júpiter e Mercúrio, mostrando que ele era muito lunático mesmo... ou seria melhor dizer jupiteriático... mercuriático? Sei lá... Enfim, esse povo venera um monte de coisa, muita perda de tempo, enquanto poderiam estar venerando divindades reais e legítimas.

Infelizmente sendo um rei meio burro na parte de ter um sucessor, acabou por ter quatro muleques: Teodorico I da Austrásia, Clodomiro, Quildeberto I e Clotário I (só nome feio ou com trocadilho fácil), nascendo daí os reinos de Reims, Orleães, Paris e Soissons, e uma desunião fodida na França que só acabou quando Carlos Antônio Martelo e Marreta deu origem à dinastia carolíngia e acabou com a putaria de um monte de reino dividido. Ok, seu netinho Carlos Magno depois iria bagunçar a porra toda novamente quando inventou de ter três pirralhos, mas né, ao menos foi menos cagado do que dessa vez.

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v d e h
Os bárbaros vêm aí... Olê olê olá!