Vinhas da Borgonha

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Este artigo é um
Patrimônio Mundial da Humanidade.

Pode ser uma ruína, uma cidade
de merda, um matagal abandonado,
mas está protegido!

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Leitura recomendada apenas para
pessoas com cultura.

A UNESCO monitora este artigo.


Vinhas da Borgonha é só um patrimônio mundial que a UNESCO criou em 2015 para que os frescurentos produtores de vinho da Borgonha não ficassem com inveja do champanhe de Champagne-Ardenne que também foi considerado patrimônio mundial. Embora seja um patrimônio mundial bem forçado, é fato que a região tem ampla importância para a história e cultura da produção mundial de vinho, pois é dali que vem o legítimo vinho "[[Marcelo Adnet|Valpoliciccela Di mi Rolla" que nos traz o sabor autêntico do carvalho francês.

Localizados ao sul de Dijon, seu centro histórico também é patrimônio mundial por ser conhecido por seus botecos de alta classe, único lugar do mundo em que mendigos bêbados usam cartola, monóculo. Além de Dijon, há nos arredores o vilarejo de Beaune onde residem os camponeses que são tratados como escravos e cultivam as famosas uvas.

Clima[editar]

A região das vinhas da Borgonha vão de Auxerre até Lyon, o que não nos ajuda em nada para saber alguma coisa, pois pouco importa onde ficam estas cidades. Predomina no local o clima fresco, ou seja, as nuvens ficam afrescalhadas, não sabem se vão chover, se vão fazer sombra, se faz friozinho ou calor. Tal clima fresco propicia a região produzir a melhor uva para o melhor vinho francês, que é fresco.

História[editar]

As famosas uvas radioativas da Borgonha.

Registros arqueológicos demonstram que as primeiras vinhas cultivadas na região são do século II, quando os romanos que ali viviam decidiram imitar Roma, onde os excêntricos imperadores obrigavam suas escravas sexuais a alimentá-los com uvas.

Mas só por volta do século VI a região ganhou relevância como produtora de uva, quando monges católicos foram de grande ajuda para isto quando ali chegaram, pois como não poderiam ter sexo com mulheres gostosas, em sua vida de privação e penitência, precisavam descarregar sua frustração no alcoolismo, e logo o vinho foi adotado como sua bebida principal. Mas foi no século IX que cachaceiros se estabeleceram na região, quando foi nomeada a Ordem de São Bento, um grupo de monges cachaceiros plantadores de uva especializados em pisar em uvas para produzir Grapette. O auge disso foi a chegada do Papado de Avignon, quando o papa se cansou do Vaticano e se mudou para Avignon para conseguir beber vinho fresco todo dia.

Outro fato marcante data do século XV, quando a Casa de Valois livrou de impostos todas vinhas da Borgonha, alegando que a França deveria se embriagar como melhor método de esquecerem que todos os outros países europeus eram melhores que eles. Até hoje os franceses estão sob este efeito alucinógeno e acreditam serem a melhor coisa mais civilizada da Europa.

Foi Napoleão Bonaparte que nacionalizou a região, transformando-a num mero ponto turístico, principalmente porque após a Revolução Industrial qualquer n00b poderia plantar uvas, e a região passou a ser apenas tradicional, tanto que em 2015 virou patrimônio mundial.

Produção[editar]

Com 70.500 acres de área de plantio, equivalente a 70.050 estados do Acre, as uvas da Borgonha são plantadas e cultivadas de um modo único, pois os habitantes locais se comportam como camponeses do século X e isso garante a quantidade de bactérias necessárias para o bom azedume do clássico vinho borgonhês.

A produção do vinho é feito do modo clássico, com pessoas pisoteando as uvas num grande tonel, de modo a passar a maior quantidade possível de Staphylococcus para o sumo, para assegurar uma melhor a mais eficiente fermentação do produto. A parte descartável deste produto (caroço, casca, suco de má qualidade) é doado para a fabricação de Dolly Uva, enquanto a parte coada é armazenada em porões amaldiçoados por uns 30 anos, para depois serem vendidos a preços extorsivos.

Características[editar]

Ainda não sabemos explicar as características de tal vinho, porque a ressaca no dia seguinte é a mesma e a festa no dia anterior foi a mesma também. Sabe-se porém, que se você derramar um vinho da Borgonha numa perna de uma prostituta e beber chupando o pé dela, conseguirá sentir com mais efeito o sabor de mijo de mico do vinho borgonhês.