União Ibérica

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Inquisicaoespanhola.jpg

¿¿¿Porque no te callas???
No robe los picassos de União Ibérica o la Santissíma Inquisición lo mandará para el colo del capeta!!!

PortugalDJoãoscary.jpg Manuel, vê-me dois cäcətinhos, o pá!

Æstə ärtigo é purtugäish, gajo. Élə comə cacətinho cum bəcalhau, tuma um ishtränho vinho, adora cumpetir cum a Ishpänha e tem um bigodão.

Se vəndalizarish, um bäenfiquista vai atrás də tua mãe

Este artigo é relacionado à história.

Lembre-se que os alemães perderam a guerra. Duas vezes.

Caravela-1.jpg

Cquote1.png Você quis dizer: Fim de Portugal Cquote2.png
Google sobre União Ibérica
Cquote1.png OWNED! Cquote2.png
Filipe II de Espanha sobre União Ibérica
Cquote1.png Mas Portugal e Espanha se casaram mesmo? Tiveram filhos? Cquote2.png
Carla Perez sobre União Ibérica
Cquote1.png Vamo España, carajo!!! Cquote2.png
Espanhol sobre União Ibérica
Cquote1.png Tenho medo! Cquote2.png
Português mediano sobre a volta da União Ibérica

A União Ibérica foi um império europeu, existente entre os anos de 1580 e 1640. A principal característica desse período, sem dúvidas, foi a sodomização do território português, que passou a ser o quintal da Espanha.

A morte do rei português e o início da putaria[editar]

Dom Sebastião, o rei burro que quis expandir Portugal, e acabou expandindo a Espanha...

Dom Sebastião, o jovem príncipe português que ascendera ao trono com enormes expectativas, chegou ao trono cheio de sarna gás, pronto para estourar a boca do balão. Porém, a coisa foi dando errado, pois ele não conseguia arrecadar dinheiro para a sua aventura africana, nem dando os próprios fundos para viabilizar o processo, o que o tornava um monarca frustrado, que não conseguia sodomizar direito nenhuma terra estrangeira. Depois de tanta encheção de saco insistência, conseguiu uma bula de xarope papal, onde também havia uma declaração de amor (que acabou não sendo correspondida) que o consagrava como cruzado para ir bater-se contra os porcos infiéis. O último dos cruzados, mal sabia ele. Ou não.

Arrancou recursos de todos os lados, até concessões aos tão perseguidos judeus portugueses ele fez. Desbastou Portugal antes de lançar-se sobre as terras árabes, apostando numa só cartada num jogo de truco valendo o toba. Perdeu tudo num só dia, numa só batalha, a batalha de Alcácer-quibir, que, traduzida do árabe, significa alcance o quibe. No rebuliço, o rei perdeu a vida, os judeus as isenções, e Portugal a independência. Sem ter deixado herdeiros, D. Sebastião legou um caos dinástico, um país sem eira nem beira. Ou seja, o rei fez merda.

A indefinição quanto ao trono[editar]

Bom, alguém precisava tocar o barco depois da morte do rei. Depois de muita procura, acharam um tal de Henrique, um velho de mais de oito mil quase setenta anos, o que, em anos de hábitos tão saudáveis de higiene pessoal e saneamento básico era uma proeza. Nem bem se passaram os dois anos de governo, o velho foi comer capim pela raiz, e o troninho lusitano estava vago novamente, e sem perspectiva de reocupação, pois o úlitmo rei era um cardeal burro, que não tinha filhos, talvez porque fosse muito feio ou com algum defeito contundente, já que não há outra explicação plausível.

Aos poucos, a porção espanhola foi inchando, aumentando...

Com essa bagunça toda, onde Portugal havia se tornado uma terra de ninguém, de imediato dois partidos surgiram. O partido nacional, que tinha magras esperanças de vir alcançar o trono, congregou-se ao lado de D. Antônio, o prior do Crato, que aos olhos de muitos se desqualificava por ser bastardo, mesmo tendo pego em pênis armas em nome de Portugal. Do outro lado, formou-se o partido castelhano, majoritário, que entendia ser bem melhor naquelas circunstâncias, entregar os louros a Filipe II da Espanha, que era um pouco menos desqualificado que o rival, e tinha uma aparência atraente, uma fala mansa e convincente, que conquistava ao público feminino e alternativo. Era desejo antigo dos reis espanhóis abocanhar e chupar todinho Portugal. Eis que agora surgia aquela oportunidade, e ele não iria desperdiçar.

Após tentativas diplomáticas e civilizadas, como, por exemplo, um jogo de palitinhos e um 2 ou 1, o jeito foi uma saída alternativa. Mais de oito mil quilos de ouro foram gastos para a compra de armas, e assim parte um grande contingente de tropas espanholas rumo a Portugal. O 'Duque de Alba, affair do monarca, consumou o ato, para bater o prior do Crato. Em Alcântara, em 3 de agosto de 1580, foi-se a última esperança de manter Portugal longe da mão da Coroa Espanhola. D. Antônio, o prior do Crato, derrotado, refugiou-se no exterior, na Inglaterra da Rainha Isabel, e começou a escrever canções emo para manifestar seu sentimento de desgosto e dor profunda. Filipe II da Espanha iria se tornar Filipe I de Portugal, o novo senhor King Size das terras lusitanas.

O início do poder espanhol em terras lusas[editar]

Governador nomeado por Filipe II para tomar conta de Portugal.

Tudo havia mudado na cidadela portuguesa. Os ânimos estavam exaltados, pois todos temiam perder o seu pedaço no bolo colonial lusitano, com a administração madrilenha que se impunha.

Cquote1.png E agora, quem poderá nos defender??? Cquote2.png
Portugueses sobre nova ordem imposta pela união das coroas ibéricas

Porém, ah porém, o novo rei mostrou-se muito melhor do que se esperava. Marcaram uma festinha no apê na cidade de Tomar, para apresentar o dono da boca à galerinha toda. Filipe, preventivamente, chegou extremamente cauteloso, trazendo espelhinhos muitos sorrisos, palavras doces, e um enorme carregamento de farinha, como sinal de preocupação com o seu novo domínio. Foi designado um vice-rei, que tomaria conta dos assuntos portugueses, e garantiria a manutenção dos cargos públicos para gente nacional, bem como o dinheiro ganho com muito suor e trabalho europeu respeitando os nativos nas colônias ultramarinas ficaria em terras lusas.

Sebastianismo, ou Síndrome de Elvis Presley: o rei não morreu![editar]

Mesmo tendo agradado o povo, distribuindo-lhe a doce farinha, difundiu-se por Portugal inteiro a chamada doença da vaca louca do sebastianismo, uma curiosa crença de que D. Sebastião, de fato, não morrera nas areias africanas. Ao contrário, estava vivo, esperando apenas o momento de reaparecer e salvar Portugal das mãos dos castelhanos. Ou não.

Cquote1.png Tá dominado, tá tudo dominado!!! Cquote2.png
Espanhóis sobre Península Ibérica

Ele era "o desejado" que a qualquer momento deixaria a situação de estar "encoberto" e, saindo do seu armário esconderijo, empunharia a espada da independência dos portugueses. Enquanto outros povos europeus se modernizavam, tentando expandir as coisas da Renascença, como o homossexualismo, os lusos acreditavam numa messiânica volta do burrinho imperador falecido, ao ponto de vários pais mandarem suas filhas virgens aos seminários, devido as promessas feitas pelos padres em seus sermões, de que isso poderia trazer o amado Sebastião de volta em troca da virgindade das moças.

O sebastianismo virou uma fé nacional, servindo para a exploração da crendice popular, já que, obviamente, apareceram mais de oito mil fanfarrões dizendo ser o rei, o que, quando era descoberta a farsa, resultava em um desagradável (ou não, há quem goste) empalamento. Tão forte era esse sentimento que o próprio Filipe II, antes de voltar à Espanha, tratou de remover, com toda pompa, em dezembro de 1581, os restos do idolatrado príncipe de uma tumba no Marrocos para Belém em Lisboa. Não deu certo, obviamente, pois pensavam tratar-se de uma enganação daquele castelhano sem costumes, e o clima de Filipinho paz e amor foi por água à baixo, e a Espanha passou a agir como nação mais forte, ou seja, mandando e desmandando totalmente em Portugal.

O Século de Ouro - Spain wins![editar]

Filipe não era só mais um rostinho bonito, sabia governar. Ou não.

Quando consagrou-se a União Ibérica, a Espanha vivia um momento de esplendor nunca antes visto na história desse país. Era a sua idade de ouro. Entre a descoberta e a decadência passou-se um pouco mais de um século, quando esse negócio de estuprar as terras americanas já não dava tanto dinheiro, além de terem surgido outras nações economicamente fortes, como a França e a Inglaterra, lá pelo início do século XVIII. A prata e o ouro mexicano e peruano, e as essências indianas, vindas da conquista das Américas e das rotas orientais, contribuíram para que a arte da espanhola atingisse um nível extraordinário.

O rei Felipe II, que era bem humildezinho, mandou erguer um mol de monumentos e palácios, a fim de afirmar o poderio, a solidez e a pujança da Espanha Imperial. Não era fanfarronice nem bravata a frase de Carlos V, pai de Filipe II, que disse ser seu império" um reino onde o sol nunca se punha", provavelmente devido ao grande volume de coca que vinha em meio às pepitas de ouro americanas, cujo uso ajudava a causar esse tipo de impressão.

Nessa época, a produção cultural espanhola vai às alturas, com mais de oito mil artistas e escritores produzindo, com apoio do governo. O principal expoente desses anos foi Miguel de Cervantes, padroeiro da Inciclopedia, e autor de Dom Quixote, história que, segundo pesquisas recentes feitas por ingleses que não tem nada que preste para fazer, teria sido inspirada nesse domínio sobre as terras lusas, relacionando-se os devaneios de Quixote em busca de sua amada e inatingível Dulcinéia com a ilusão dos portugas de que um dia voltariam a ser livres.

Crise e fim: Cai a União Ibérica, e Portugal ressuscita[editar]

Espanha em sua extensão máxima. Portugal era quase invisível, mas, em 1640...

Filipe II, que era um cidadão deveras ganancioso, conduziu a Espanha tal qual uma certa nação contemporânea, e foi se meter em tudo que é nação estrangeira. Lutou contra os turcos, os índios, a Holanda, a Inglaterra, os mafagafos, os marcianos, os tangamandapianos, e demais adjacências que resolvessem discordar do rei. Tanta guerra junta, aliado ao financiamento dado aos padres para sodomizar a catequização dos povos conquistados na América, foi esvaziando freneticamente os cofres hispânicos.

Com a morte de Filipe II, instaura-se um período de dúvidas. Os outros Filipes, III e IV, que o sucederam não tinham a mesma homossexualidade capacidade que ele, o que, devagarinho, ia diminuindo o status de potência adquirido com tanto sexo anal suor. A estabilidade monumental do Império ruiu rapidamente.

Guerra dos Trinta Anos[editar]

Entre os anos de 1618 e 1648, a Espanha, com Portugal a cabresto, se meteu numa suruba generalizada que estava dominando todo o continente. O objetivo era defender os tais habsburgos, que financiavam a porra toda em vários países, entre eles a União Ibérica. Não deu certo. O resultado dessa putaria bélica foi uma rebelião na Catalunha, que terminou com a libertação desta, em 1641. Porém, um mês antes, em dezembro de 1640, os portugueses já haviam percebido a fragilidade pela qual o país dominador passava, e resolveram agir. Dessa forma, o Conde de Bragança, juntando meia dúzia de esfomeados, em troca de um pão com salame para cada um, atacou as posições espanholas que remanesceram em terra lusa, depois de tanta guerra que o país andou se metendo. A vitória foi facinha, facinha, devido ao apoio do Cardeal Richelieu, que era o paga-pau primeiro-ministro de Luís XIV, o Rei-Sol, que comandava a França, que, naquela época, ainda tinha algum prestigiozinho econômico-militar. Bom, renasce Portugal, e se encerra um período denominado pelos historiadores lusitanos como um estupro uma "noite longa", provavelmente porque dormiram no ponto, e deixaram-se dominar pelas ávidas mãos espanholas. A partir de 1640, portanto, Portugal renasce como país mas ganha um desprestígio enorme, e começa a caminhar a passos largos para seu eterno cargo de país mais pobre da Europa Ocidental.

Ver também[editar]