Torrão de Ouro

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O bairro[editar]

O Bairro Torrão de Ouro, Criado "provisoriamente" na década de 70 para abrigar os favelados que ficaram desabrigados num deslizamento no banhado, localizava-se ás margens da Rodovia dos Tamoios, Na altura do Km 08, na região sudoeste de São José dos Campos. A disposição geográfica do Bairro consistia em um grupo de casas em um gigante buraco. Acredita-se que foi ali que caiu a Nave do superman vinda de Krypton. Alguns moradores definiam o local como "cú do mundo". A julgar pela disposição das residências, os engenheiros que as idealizaram ou haviam cheirado muitos gatinhos, ou compraram o diploma ou fizeram só de sacanagem mesmo. AS mesmas foram dispostas de modo tão aleatório, que algumas casas tinham quintais enormes e outras sequer o tinham, sendo tão organizada quanto um bairro clandestino. a única rua asfaltada do bairro não tinha saída e terminava num retorno em volta de uma pequena área verde. Muitos incautos entravam no bairro pensando ser ali a entrada do Aterro Sanitário, ou do sanatório Francisca Júlia, graças ás placas trolladoras á beira da Tamoios. A geografia local favorecia bastante a bandidagem do bairro, que podia observar lá de baixo quando a polícia chegava, podendo desta forma escapar pelos densos matagais que rodeavam o bairro.

Infra-estrutura

Os moradores mais antigos diziam que ali havia todo tipo de serviço público, como atendimento médico e transporte coletivo. mas com o passar dos anos, e com o processo de favelização, ficou impossível fazer qualquer benfeitoria no bairro sem que tudo fosse vandalizado e depredado, de forma que a Prefeitura largou mão de vez do bairro. certa vez a Prefeitura tentou fazer um playground para as crianças, mas semanas depois era possível ver moradores roubando a areia e a cerca da mesma, para fins particulares. nem mesmo as gangorras e balanços escaparam, provavelmente indo parar num ferro-velho qualquer por Dez reais. No fim, os únicos serviços á população que restaram no bairro foi a venda de Dorgas e o cemitério clandestino localizado ao fundo do bairro, usado para desova de corpos resultantes de Acertos de contas do tráfico de drogas. O bairro contava com gatos de água e energia elétrica, asfalto na única rua existente, dois orelhões que viviam quebrados e duas caçambas para depósito de lixo, embora os moradores, para evitar a fadiga, jogavam seus detritos em um matagal próximo qualquer, ou mesmo no quintal dos vizinhos, fazendo o bairro parecer uma mera extensão do aterro sanitário. A única escola do bairro inicialmente tinha ensino fundamental e médio, depois ficou apenas ensino fundamental, até que a escola foi fechada pela excessiva evasão escolar, algo pouco comum no brasil, onde o costume é faltar escolas e não alunos. no lugar foi implantada uma unidade da FUNDHAS. O comércio do bairro consistia em algumas "mercearias improvisadas", como o Bar do Tonhão, onde você podia comprar pão pela manhã, que o próprio Tonhão,um homem grande e barbudo que parecia o Papai Noel, buscava em sua Kombi vermelha. e ainda de brinde contemplar o cofrinho que o mesmo vivia a exibir, dando a entender que o mesmo nunca ouvira falar em CINTO. Havia também o Bar da dona Maria Vermelha (apelido justificado pelas róseas faces da senhora, não sendo possível determinar se aquilo era por causa do sol ou se era cachaça mesmo). e em tempos mais recentes havia o Bar do cabeção, onde você podia até jogar Cruis’n USA (quando estava funcionando), sinuca e onde você achava tudo, de agulha a assento de privada.