Taputapuātea

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Este artigo é um
Patrimônio Mundial da Humanidade.

Pode ser uma ruína, uma cidade
de merda, um matagal abandonado,
mas está protegido!

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Google sobre Taputapuātea
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Deus polinésio sobre alguém não ter prestado homenagens ao Taputapuātea

Taputapuātea é o nome de um vilarejo da ilha de Raiatea na Polinésia Francesa. Até o século XX só um vilarejo desconhecido e desprezível, porém tudo mudou com a vinda da Seleção Taitiana de Futebol ao Brasil em 2013 que despertou a curiosidade do ateísmo militante do Porta dos Fundos que decidiu revelar à sociedade ocidental, num de seus superestimados vídeos, a existência do Deus Polinésio e como ele se porta feito um retardado, e assim o vilarejo de Taputapuātea passou a ser melhor conhecido, mais respeitado e atrair seguidores de todas partes do mundo, todos temendo queimar no infinito, passando assim o vilarejo a ser considerado a Meca da Polinésia, até esta tornar-se até patrimônio mundial em 2017.

História[editar]

Essa porrita aí é o grandiosíssima monumento dessa respeitável crença polinésia.

Ocupada por volta do ano 1000 por Deus, de nome Ta'rad'o, acredita-se ser a última ilha do mundo a ser habitada por humanos, e portanto o Bri'oco, o deus da escatologia, decidiu tomar a ilha para si para a prática de homenagens a si próprio. Foi 'Oco (apelido carinhoso) quem criou a ilha de Taputapuātea como conhecemos hoje, nome que no dialeto polinésio que significa "Putaquepariu", nome para simbolizar a distância da região para os demais locais civilizados do restante do mundo, ele ordenou que seus asseclas escravos empilhassem pedras por toda a ilha, prometendo o paraíso para eles.

Por muitos anos o vilarejo foi um bom ponto de parada para os navegadores do Pacífico, as pedras empilhadas eram comumente confundidas com quiosques de Guarapari ou banquinhos do Guarujá, e depois que atracavam ali e viam que não tinha nada, aí já estavam por ali e ficavam bebendo sua água de coco peludo.

No século XVII a cidade fez parte de uma aliança chamada Ti'ahuauatea (Teodeiomuito, em português) que foi uma suposta nação que se estendeu das Ilhas Cook até o Hawaii, mas nunca foi reconhecida. Em 1763 guerreiros borabora invadiram Taputapuātea sob ordens do deus Tupã, mas chegando lá viram que o templo polinésio eram só pedras empilhadas e enfileiradas que não passavam de 30 centímetros de altura, então perceberam que nem valia a pena vandalizar uma porcaria daquelas e serem presos por intolerância religiosa por algo tão desprezível assim, então o xamã borabora, revoltado com o fato de não valer a pena destruir o templo da religião rival, fez uma profecia que uma nação estrangeira chegaria ali com barcos que não precisam de remos e cagariam tudo. Para concretizar a profecia, James Cook chegou em Taputapuātea em 1769 e o local tornou-se uma possessão francesa, embora nenhum francês saiba de sua existência.

Em 1929 chegou no local o primeiro papa do Deus Polinésio, Te Rangi Hīroa, que encontrou o local em situação desolada e decidiu restaurá-lo com um árduo trabalho de enfileirar 100 metros de pedras e empilhar tantas outras, terminando o serviço em 1994 quando Taputapuātea foi completamente restaurada e finalizando o audacioso plano em 2013 quando enviou a Seleção Taitiana de Futebol para o Brasil para divulgar a sua religião.

Geografia[editar]

Taputapuātea está localizado no pedaço oeste dessa ilha que mais parece um atol chamada de Raiatea, há mais duas cidades nessa ilha de 167,7 km², mas não tem muitas pessoas, porque Deus Polinésio aparentemente quer ver toda a humanidade queimar no infinito, exceto os 6 habitantes de sua ilha sagrada que o cultuam adequadamente. Um audacioso plano encabeçado pela China pretende afundar a cidade de Taputapuātea, que localiza-se 30 centímetros acima do nível do mar, basta só um pouquinho de aquecimento global para afundar essa cidade.

O marae de Taputapuātea[editar]

Deus Polinésio aprovando a criação de seu marae de Taputapuātea.

Em 2017 a UNESCO percebeu que quase não tinha patrimônios mundiais na Oceania, mas também percebeu que o povo da região nunca pode erguer algo notável como um Chichén Itzá ou um Castelo de Neuschwanstein, muito talvez devido à ausência de recursos naturais e intelectuais. Então com muito esforço descobriu-se como obra da humanidade na Oceania omarae de Taputapuātea, só umas pedras porcamente alinhadas e empilhadas, mas como era o que tinha, essa coisa ficou sendo patrimônio mundial mesmo assim.

Não é aquela coisa se diga "nossa, mas que obra monumental da humanidade o Deus Polinésio deve estar orgulhoso de seus súditos", mas foi feita com coração é o que importa. O marae (nome que se dá a um templo polinésio) de Taputapuātea não passa de uma irrisória fileira de pedras alinhadas formando um quadrado muito mal feito contornado por uma cerca de 30 centímetros de pedras empilhadas com um monólito no centro que deve ser pesado mas que não é preciso nenhuma engenhosidade para ser transportado. Mas levando em consideração que estamos falando de uma ilhota isolada de apenas 167,7 km², até que seus habitantes encontraram um bom passatempo para evitar o tédio, e isso é louvável.