Spark Mandrill

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Aiolia Thunder.jpg Este artigo é elétrico!

Ele manja da arte de colocar sal em polvo cru e vai dar choque no seu sistema. Se você vandalizar, vai receber um Choque do Trovão!

Spark Mandrill e seu sorriso cativante.

Cquote1.png Você quis dizer: Shakma bombado Cquote2.png
Google sobre Spark Mandrill


Spark Mandrill é um babuíno macaco elétrico que exerce o ofício de sapateiro Maverick do Sigma em tempo integral, pertencendo ao primeiro bando de seres animalescos que se revoltaram contra a humanidade. Spark Mandrill era para ser baseado num mandril (um tipo de babuíno falsificado), mas seu conceito ficou mais semelhante ao de um mico-leão-dourado depois de tomar anabolizantes. É aquele típico boss que podemos considerar mais ou menos: não é um inimigo que você deva enfrentar primeiro, mas também não é um tão apelão quanto Sting Chameleon ou Launch Octopus para você deixar por último. Por outro lado, de todos os inimigos do game, ele pode se tornar mais fácil que o Chill Penguin se você usar sua fraqueza contra ele, que além de tirar uma porrada de risquinhos barras da vida do coitado, não deixa o infeliz se mexer nem mesmo para tomar uma água. De todos os paus-mandados de Sigma, Spark Mandrill é o puxa-saco número um do careca, sendo que ele se jogaria de uma ponte para a morte iminente caso lhe fosse ordenado.

História[editar]

Repare que Spark não precisa comprar pisca-pisca. Ele usa a si mesmo como enfeite ambulante em épocas natalinas.

Spark Mandrill nasceu na África, filho de Rafiki com um Electivire fêmea. Desde pequeno teve de aprender a se virar nos 30, uma vez que sua mãe foi capturada por um treinador Pokémon e seu pai o esqueceu numa savana, depois de cheirar todas e ir trabalhar como conselheiro psicótico de um leão. Sem lugar nenhum para ir e sozinho, Spark Mandrill rapidamente se tornou um alvo ambulante dando sopa por aí. Seu pai, por ser maluco e não bater bem da cabeça, sequer o ensinou a escalar árvores. Como resultado disso, Spark teve de aprender na raça, de tanto ser perseguido por leopardos mundo afora.

Certo dia, Spark simplesmente cansou-se de ser apenas mais um macaco indefeso fardado a batalhar todo o santo dia pela sua miserável vidinha contra os grandes felinos. Assim, Spark procurou uma academia, onde fez musculação e fortificou os músculos. Passou a fazer uma dieta rica em vitaminas e fibras e também a treinar levantamento de peso com chineses por streaming de Internet. Alguns meses depois de treinar, seguir uma dieta rigorosa e tomar umas bombas para ficar parrudão, Spark passou a caminhar sem medo pelas savanas atrás de frutos e carniça para tirar a barriga da miséria. Assim, sempre que era atacado por um predador, Spark o afugentava na base da porrada, e nunca mais teve problemas com os leopardos.

Entretanto, toda a força que possuía lhe subiu à cabeça, e dessa forma, tornou-se o maior valentão da África. Sempre que participava de um bando, era expulso por ser brigão e comprar briga com todos os integrantes, afinal de contas, ninguém gosta de bullies. E não apenas isso, quanto mais criticado pelo seu comportamento, mais brigão Spark ficava, e passou a se envolver em barracos com qualquer criatura que sequer olhasse pra ele por mais de dois minutos, se tornando um verdadeiro exemplo de mau exemplo. Certo dia, Slash Beast, conhecido pela alcunha de Mufasa II, o líder político da região na ocasião, teve de tomar providências quanto a isso. Convocou Spark Mandrill para uma reunião, e lhe deu um ultimato, alegando que se ele não mudasse seu temperamento explosivo e parasse de perturbar a paz da selva, ele seria expulso do continente.

Spark se preparando para um debate civilizado com alguém.

Como a autoridade do rei na selva jamais deve ser contestada, até mesmo para os mais encrenqueiros, Spark decidiu que a única maneira de remediar a situação seria procurar ajuda profissional. Assim, no dia seguinte mesmo, ele foi se consultar com o psiquiatra, em busca de uma solução. O psiquiatra deu seu veredito, alegando que Spark era apenas um pobre infeliz mau amado e rejeitado pela família, e que a única maneira de se curar seria realizando diariamente pesadas sessões de Yoga ao som de New Age, pois nem mesmo Maracugina seria suficiente para acalmar seus nervos aquela altura do campeonato. Puto da cara com a sinceridade do médico, fora o fato de que não queria perder seu tempo com terapias demoradas, Spark chuta o pau da barraca e enche seu psiquiatra de sopapos, mandando o pobre coitado para o hospital. Como o rei costumava ser firme em suas ameaças, assim que soube do ocorrido, foi ordenada a captura imediata de Spark Mandrill, que sem ter para onde ir, acabou sendo capturado, jogado numa jaula e exilado para um fim de mundo na América do Sul.

Assim que acorda, Spark se vê numa lugar que até então nunca tinha visto antes, e de cara já não gosta de onde estava. Ao pedir informações para um estranho anfíbio humanoide verde que habitava a região, um tal de Rikuo, Mandrill descobre que estava na Floresta Amazônica, mais precisamente na parte correspondente a um tal de Brasil. Logo de início, ele já detesta o país, pois em menos de dois minutos de estadia no lugar, já tinha sido atacado por uma horda de formigas-cortadeiras, quase engolido inteiro por uma anaconda e assaltado três vezes por macacos traficantes da floresta. Cercado por uma vizinhança muito mais hostil que aquilo com o que estava acostumado, Spark acaba se refugiando numa caverna abandonada, e decide que se isolaria lá até resolver de vez seu problema de comportamento.

Aliando-se ao careca[editar]

Spark imitando o Tarzan, seu maior ídolo.

Uns dias após sua caminhada de exclusão da sociedade civilizada rumo a cura para seu comportamento explosivo, a caverna que Spark estava fazendo de casa acaba sendo invadida por um grupo de caçadores, que estavam caçando onças pelas redondezas. Em condições normais, ele ficaria puto da cara por ter sua propriedade invadida, mas como estava querendo se tratar, ao invés disso, ele simplesmente tentou ser bom anfitrião, e buscou se apresentar aos invasores e oferecer a eles uma xícara de café com biscoitos. Porém, assim que apareceu na frente dos mesmos, ele foi recepcionado com tiros de tudo quanto é tipo de arma ao ser confundido com o Mapinguari. Obviamente o objetivo de Mandrill foi para o ralo, e sem conseguir se conter, ele começou a perseguir os seus invasores.

Como não estava acostumado a andar por aquelas selvas, diferentemente dos caçadores, que já eram acostumados a abater vida selvagem clandestinamente e conheciam todas as rotas de fuga, Spark acabou ficando perdido no meio do mato. Não tinha apenas perdido os caçadores de vista, mas também o caminho de volta para o buraco que lhe servia de moradia. Caminhando desesperadamente pela floresta, ele acaba se deparando uma pequena aldeia indígena, onde é recepcionado pelo pajé da tribo, Blanka. Rapidamente eles se tornam amigos, e Blanka, além de ensinar tudo sobre a sociedade brasileira, ensina a Mandrill uma habilidade de extrema utilidade, a eletrocinese, que inclusive, já estava em sua genética. Após tornar-se um exímio dobrador de eletricidade, Spark se despede e parte rumo a cidade grande, onde tentaria a vida de forma civilizada.

Assim que chega a cidade, guiado por um manual presenteado por seu companheiro de bar, ele decide arranjar um emprego, o primeiro passo que qualquer um deveria seguir para levar uma vida normal, com exceção dos vagabundos, é claro. Infelizmente, Spark acaba não sendo aceito em nenhum serviço, pois como nunca tinha ido para a escola (afinal, robôs já vem programados com o recurso de leitura), sempre perdia vaga para qualquer um que apresentasse um currículo, por mais incompetente e incapacitado que o infeliz fosse. Assim, Spark acabou tendo de se contentar com o emprego de boneco animatrônico para eventos infantis, a única alternativa que conseguiu encontrar.

Spark, depois de uma incessante perseguição, após finalmente encontrar um dos velhacos que fez fiado e sempre dava um jeito de fugir na hora de acertar o pagamento.

O grande problema de seu emprego é que além de ter que conviver com os constantes descontos no salário, já que sua cara feia e mau humorada às vezes assustava as criancinhas, ainda tinha que aturar dia e noite a pirralhada fazendo algazarra e enchendo o saco. Em dado momento, cansado daqueles fedelhos insuportáveis, Spark pede demissão, e decide que trabalharia como autônomo, sem se prender a qualquer tipo de exigência ou burocracia. Infelizmente, não tinha ideia de com o que trabalharia, e acaba tendo de trabalhar como guarda noturno de zoológico, um outro emprego que não exigia qualquer tipo de qualificação profissional ou intelectual. E Spark era perfeito para o emprego, pois por ser um robô, não precisava dormir, e assim não corria o risco de pregar os olhos em serviço. Certa noite, durante uma de suas rondas, Spark se depara com um grupo de ladrões pés-de-chinelo tentando arrombar o aquário do zoo para trocar os peixes no mercado negro por cocaína.

Como Spark não brincava em serviço, ele rapidamente entra em ação, metendo porrada nos meliantes e os jogando na seção das enguias elétricas. Enquanto observava os miseráveis morrendo eletrocutados, Spark Mandrill lembra-se de suas habilidades elétricas, e assim passa a trabalhar como eletricista de residências, um emprego no qual ele seria uma trabalhador livre e não precisaria se submeter as ordens de nenhum patrão folgado. Assim, ele investe em uma pequena cota de propagandas com panfletos em postes, e rapidamente passa a ser chamado em todos os cantos da cidade para oferecer seus serviços na manutenção elétrica das casas.

Porém, não demora muito para que comecem a surgir os pepinos, e algum tempo após iniciar sua nova carreira profissional, ele se depara com uma grande dificuldade: os velhacos. Como estava iniciando no ramo há pouco tempo, para fidelizar alguns clientes, ele fazia fiado, sob a promessa de que seria pago caso voltasse na próxima semana. Porém, sempre que voltava, sempre arrumavam um jeito de passá-lo para trás e não pagar a dívida do serviço. Puto da cara, Spark novamente perde a paciência, e passa a vandalizar a rede elétrica de todos os seus devedores. Como brasileiro adora fazer um fiado, quase toda a cidade ficou no escuro, e por ser considerado um marginal, Spark tornou-se um foragido da polícia. Em uma de suas fugas, Spark é encontrado por Sigma, que lhe oferece ajuda para escapar, além de um novo emprego, sob a condição de tornar-se seu aliado numa rebelião contra a humanidade. Como não suportava mais os seres humanos, que em sua maioria não passavam de picaretas e golpistas, Spark aceita na hora, e oferece lealdade exclusiva para o careca em agradecimento a nova oportunidade que lhe foi oferecida.

A derrota[editar]

Cquote1.png É melhor pagar a conta de energia de uma vez se não quiser levar um especial de porrada, vagabundo! Cquote2.png

Em virtude de suas habilidades, Spark Mandrill é escalado para trabalhar na estação de poder de Sigma, administrando o lugar e fazendo a manutenção dos equipamentos elétricos. A planta do poder era responsável por suprir a energia de toda a cidade, e era uma importante fonte de renda para Sigma. Com o dinheiro gerado a partir dos serviços de energia prestados a população, Sigma costumava financiar sua rebelião. Porém, assim como Spark Mandrill em seus tempos de eletricista, eram muito comuns os velhacos, que achavam que podiam ficar de pernas para o ar recebendo energia de graça. Dessa forma, Spark foi ordenado a sabotar o sistema que provia energia elétrica para esses vagabundos até que eles pagassem devidamente o que deviam. Muitos tentavam ir até a planta reclamar, mas a mesma era equipada com sistemas anti-folgados que eletrocutavam qualquer malandro que ousasse se aproximar sem ser convidado, assim, sem poder pechinchar, a maioria deles era obrigada a pagar na marra.

Certo dia Spark Mandrill, que adorava saborear torta de eletricidade na janta, estava em sua sala batendo uma boquinha enquanto assistia a um documentário sobre campos elétricos. Porém, ele bruscamente sente uma falha nos circuitos da planta, que começam a ficar instáveis, queimar alguns reatores e torrar alguns fusíveis, resultando assim num grande apagão em toda a cidade. Uma série de clientes insatisfeitos liga para Sigma reclamando da péssima qualidade do serviço, e o careca por sua vez telefona para Spark lhe dando uma bronca, perguntando o que ele estava estava fazendo que ainda não tinha criado vergonha na cara para resolver o problema. Após algumas horas até dar um jeito em tudo, Mandrill finalmente descobre qual foi o motivo de toda aquela bagunça: a nave de Storm Eagle tinha caído sobre a planta, arruinando quase que completamente todo o lugar e ferrando com tudo.

Spark e X caindo na porrada.

Spark, puto da cara, achando que Storm Eagle tinha enchido a cara e perdido o controle da nave num exemplar ato de barbeiragem, liga para seu colega, com todo tipo de xingamento preparado na ponta de sua língua. Entretanto, ninguém atende, e poucos minutos depois ele recebe a notícia de que a águia tinha ido comer capim pela raiz, e que o responsável por aquilo nada mais era do que um cliente picareta que teve a energia de sua casa cortada por não pagar corretamente e agora queria se vingar da estação de poder. Mandrill então decide que precisaria sujar suas mãos com o sangue (ou óleo, sei lá) daquele infeliz, para ele aprender a deixar de ser velhaco.

Assim que fica cara a cara com o dito cujo, que era um robô nanico azul, Mandril nem perde tempo e já parte para a porrada, avançando em direção ao seu inimigo se pendurando no teto e depois o atacando com uma ultra porrada arrasa-quarteirão. As três primeiras porradas tinham acertado em cheio o vagabundo, que começa a ficar atordoado. Entretanto, em dado momento ele fica mais esperto, e começa a saltar sobre Mandrill de um lado ao outro sempre que podia. Irritado com aquele miserável, Mandrill decide que estava na hora de partir para a ignorância, e começa a socar o chão, lançando através das paredes várias rajadas elétricas, que acertavam em cheio seu oponente, que adorava ficar se arrastando pelas paredes do lugar. Quando estava prestes a fazer o velhaco pedir arrego e pagar os 14 meses de energia elétricas que estava devendo, o filho da mãe começa a apelar também, lançando pedras de gelo em Mandrill, que nem teve tempo nem de respirar de tanto que parava congelado, até que finalmente, acaba sendo enviado para as brechas do infinito numa grande explosão.


Fase[editar]

Spark, simpático como sempre ao receber visitantes em sua casa.

A fase de Spark Mandrill é uma grande planta de energia responsável pelo sistema elétrico de toda a cidade e vizinhanças. Algumas teorias defendem que ela no passado pertenceu a um empresário honesto, mas que assim que colocou seu olho gordo no lugar, Sigma o assassinou e assumiu o controle da localização. Outros dizem que na verdade, a planta nunca foi de Sigma, e a única coisa que Spark Mandrill estaria fazendo lá era sabotar o sistema elétrico dos humanos a mando do carecão, já que para desestruturar completamente a sociedade deles, bastava deixá-los sem televisão e computador. Não se sabe ao certo qual a história dessa espelunca, só o que se sabe é que Spark Mandrill tomou posse da planta, garantiu um apagão em toda a cidade e encheu o lugar com seus subordinados, que estavam sob a missão de eliminar qualquer um que se aproximasse a dois metros do lugar.

Inicialmente, na primeira parte da fase, dependendo de seu progresso no jogo, você já começa se estressando. Caso Storm Eagle já tenha ido pro saco, você não terá maiores dificuldades, com exceção do fato de que a fase ficará piscando feito postes de iluminação pública. Agora, uma vez que você tenha cismado em ir primeiro nessa fase, você terá de passar a primeira etapa pulando feito um sapo, já que a todo momento serão lançados uns trequinhos brilhantes uns raios elétricos contra você por um tipo de vidro alienígena de origem desconhecida, que estranhamente tem uma capacidade incomum de conduzir eletricidade muito melhor que qualquer material conhecido pela Ciência moderna, o que mostra o quão bons alunos de Física eram o pessoal da Capcom. Fora esses raios chatos, a única coisa que estará lá para encher o saco são uns robôs azuis com pernas de saracura, feitos a partir da carroceria dianteira de um caminhão, que ficam atirando bolotas elétricas azuis e foguetes do Sektor.

Símbolo de inovação, modernidade e sustentabilidade, a moderna estação elétrica sob os cuidados de Spark é definitivamente a última palavra em geração de energia. Além da tecnologia de ponta, dispõe em suas instalações do melhor sistema de defesa que existe no mercado, promovendo grande eficácia na pulverização de ladrões, invasores ou clientes resmungões.

Uma vez passada dessa etapa, você vai para a segunda parte da fase, onde o cenário ficará escuro (provavelmente porque o chefão se esqueceu de trocar as lâmpadas) e você será atacado por estrelas cadentes vivas, que vão aparecer geralmente quando você estiver saltando de uma plataforma a outra para te fazer cair em qualquer um dos inúmeros buracos infinitos cultivados dentro da planta. Além dessas estrelas miseráveis, você ainda vai se deparar com uns avestruzes animatrônicos fracotes de penteado esquisito que ficam sempre parados no mesmo lugar te atacando com o chapéus do Kung Lao. Passado por essa etapa, você finalmente vai enfrentar o subchefe da fase: uma cabeça de robô enclausurada numa bolha, equipada com tubos de mostarda que ficam atirando choques do trovão e amoebas azuis para te prender no chão.

Passado dessa parte, as luzes começarão com seu efeito de pisca-pisca novamente, você terá de atravessar uma nova etapa da fase. Nessa etapa, primeiramente você terá de passar por uns robôs-lambreta que ficam andando de um lado para outra em cima de plataformas retangulares ou no chão. Em seguida, além desses robôs, haverão também aquelas porcarias chatas de sempre: canhões semi-esféricos presos em paredes ou no chão que ficam atirando para duas direções ao mesmo tempo. Após passar por esses chatos de galocha, você descerá uma escadaria de ouro falsificado, passará por mais algumas motocicletas robóticas com olhos e atravessará uma sessão com mais aquelas tartarugas rosas que ficam atirando torpedos paraquedistas. Após isso, você passará por uma nova sessão de apagão, onde novamente vão aparecer as estrelas cadentes criadas em cativeiro, além de uns bichos toscos compostos por um olho gigante, uma boca de peixe, uma cabeça de bola, umas pernas de flamingo e uns tênis metálicos do Sonic (os mesmos que aparecem na primeira fase paridos por aquelas varejeiras robóticas). Após isso, você finalmente chegará na sala do chefe, que estará te esperando para te dar uma coça.

Ver também[editar]