Sistema S

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Sistema S é o nome dado ao conjunto de instituições brasileiras que são mantidas com os impostos, taxas e demais sangrias que o sr. contribuinte brasileiro paga aos parasitas da nação, mas que apesar disso cobram (bem) caro os alguns serviços que costumam prestar a população (como cursos profissionalizantes) e oferecer outros gratuitamente (como os feitos pelo Ação Global em parceria com a Rede Globo).

É um serviço social autônomo que funciona quase como uma instituição, só que de caridade não tem nada.

Para que o sistema S funcione é cobrada uma pequena e extorsiva taxa aos murrinhas comerciantes e donos de indústrias brasileiros que deveriam se reverter em benefícios ao empresariado, o que acaba não acontecendo de fato. É como se os comerciantes chineses pagassem a taxa cobrada pelo sindicato no GTA e não recebesse a garantia que seu estabelecimento pudesse funcionar.

História[editar]

Destino dos recursos obtidos pelo Sistema S

O sistema S começou a ser criado lá por volta dos anos 40, durante a dita dura do governo Dutra, quando o Exmo. senhor Presidente da República sancionou uma lei dando origem aos principais nomes do sistema S, são eles, Senac, Senai, Sesc e Sesi.

Com a fatídica constituição de 88 a coletividade ganhou mais membros como o Senar, Sescoop, Sest e o Senat e assim completando a quadrilha de instituições que existe atualmente.

Durante a década de 90, também conhecida como a década da depressão (Grunge, crise do México e fim dos Trapalhões), algumas instituições que compõe o sistema passaram a dotar certa credibilidade. Com o fim do mobral e seu sucessor, o Senac, Senai, Sesc e o Sesi passaram a distribuir diplomas do ensino médio (a.k.a. supletivo) para toda a população, o que deu a eles o título de escolas ou centros de educação.

Atualmente somente o Senai detém o título de formador de mão de obra burra, eficiente e barata.


Instituições[editar]


O "sistema" presente no nome é devido seu caráter onipresente e também por causa da quantidade de rappers e estudantes de humanas que odeiam as instituições que a compõe, aversão causada pelo caráter dos cursos que as instituições ministram e que geralmente é voltado para pessoas que querem entrar no mercado de trabalho. Aí já viu porque tais grupos tem ódio do sistema.

As instituições iniciadas com Serviço Nacional de Aprendizagem visam (tentar) ensinar jovens (e adultos com deficit mental) a trabalhar com coisas de determinada área ou função do mercado de trabalho escravagista, como por exemplo o Senac e o Senat. Já as instituições iniciadas com Serviço Social não passam de um imenso clube recreativo para patrões e, as vezes, empregados, como o Sesc e o Sesi, este ultimo até time de voleibol tem.

O sistema S aos comerciantes equivale ao dizimo na corporação do Edir Macedo: dá ou desce.

Veja Também[editar]