Serviço Aéreo Especial

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The Merlim's Order First Class garante que este artigo é 100% inglês. Ele é industrializado, casto, vitoriano e tem a aprovação de Rainha Elizabeth II.

Se o artigo for sem graça, é apenas humor britânico.
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T6 Maria Fumaça.jpg Este artigo é da Aeronáutica!

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Símbolo da SAS com a tradução: Cquote1.png Quem dá, vence Cquote2.png.

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Google sobre Serviço Aéreo Especial
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Sugestão do Google para Serviço Aéreo Especial
Cquote1.png É um player de Counter-Strike! É dos Contra-Terroristas Cquote2.png
Nerd jogador de CS sobre Serviço Aéreo Especial.
Cquote1.png Eu sou seu fã, quer dizer, fã de vocês... Eu nunca vi vocês, como pode? Cquote2.png
Viciado do Call of Duty 4.
Cquote1.png Existe o SAS e depois todo o resto que eles fodem Cquote2.png
Coronel Charles Beckwith sobre SAS.

O SAS, Special Air Service ou Serviço Aéreo Especial, é a unidade operacional de força especial do exército britânico, criada para ser a melhor unidade das forças armadas do Reino Unido, e o é até hoje. Seu objetivo principal, usa força letal de forma discreta e cirúrgica (WTF?). É a unidade com maior número de missões consideradas impossíveis, que os mesmos foram e venceram, provando que missão impossível para eles é apenas clichê cinematográfico, apesar de tudo que fizeram, ninguém liga para eles, até porque se ligassem, os britânicos seriam mais orgulhos que os argentinos, não é? Ah! Eles foram reconhecidos duas vezes, como o personagem encapuzado vestido de preto de Counter Strike e em Call of Duty 4.

O Nascimento[editar]

SAS na Segunda Guerra Mundial

O SAS foi criado na Segunda Guerra Mundial, sobre a tutela do execêntrico sem-noção David Stirling, um abastado filho de nobres que gostava de aventura, por isso foi chamado de David, o louco (David, The Mad). David era um Royal Commando, a elite do exército aliado. Durante uma grande operação que antecedeu o Dia D, os Royal Commandos saltaram de paraquedas sobre um porto lotado de alemães, com o saldo espetacular de 54 mortes de 60 soldados. The Mad foi um dos que sobreviveram, porque estava contudido fazia uma semana no hospital de base dos aliados na África.

Ele ficou revoltado com seu comandante, na época era um tenente, resolveu então invadir a sala do comandante-em-chefe general Claude Auchinleck, chefe dos aliados no teatro de operações sobre toda a África. Lá Stirling começou a discursar sobre "as falhas do Royal Commandos" e sobre suas ideias de usar "pequenos grupos de soldados de no máximo 16 para poder invadir a Alemanha", Auchinleck ouviu tudo até encontrar uma pedra e jogar na cabeça dele, os guardas o prenderam e o arrastaram de volta para o Hospital. Mas isso não impediu que Stirling invadisse mais uma vez, mais outra vez, mais outra, mais uma outra vez, e bis, e de novo de novo...

Revoltado, Auchinleck desistiu de discutir. Logo, O Louco conseguiu o que queria, recebeu sua unidade com comando independente, com o evasivo nome de "Serviço Aéreo Especial", a ideia dele era "dar a falsa impressão de que existia uma brigada de para-quedistas" na África.

Cquote1.png Por isso eu vou na casa dela aí aí, e vou entrar pela janela aí aí Cquote2.png
SAS
Gilberto Gil é muito apreciado no SAS

O SAS - O Circo Africano

Stirling era louco de pedra, e isso o exército britânico já havia percebido. Ao requerir um campo para treinar, David foi agraciado com um acampamento local próximo das bases aliadas, cerca de 10 km norte de Cairo, e 5 km da base militar de outros britânicos, junto com os excluídos. Chegando lá, ele e seus 200 homens perceberam que não havia acampamento nenhum, resolveram roubar um grupo de beduínos que viviam há uns 12 km dali. Mais tarde descobriou-se que tratava-se de canadenses do Batalhão Diabo Vermelho que não encontravam a cidade do Cairo. Stirling tinha métodos não convencionais de treinamento, por exemplo, pela manhã os soldados pulavam com equipamento completo de um jipe em movimento para treinar para-quedismo, à tarde os soldados treinavam táticas espartanas de sobrevivência assaltando acampamentos vizinhos. Essas informações só faziam convencer o General Auchinleck de que Stirling estava louco de pedra. Estas estórias chegaram aos ouvidos do comitê de defesa aliado, com o General Eisenhower e o General Montgomery. Revoltado, Montgomery mandou dizer para Auchinleck que era para fazer um teste definitivo, que de preferência toda unidade fosse desqualificada.

O Teste

Auchinleck propôs que o SAS invadisse um aeroporto da RAF protegido por três batalhões do Exrército Britânico e algumas unidades americanas no mês de Junho. No dia 23 (3 dias após o desafio), a RAF comunicou que 140 aviões deles estavam com um adesivo escrito "O SAS passou por aqui", além disso, a geladeira do Brigadeiro havia sido assaltada, e haviam levado alguns fuzis e metralhadoras. Após isso a SAS só fez se tornar cada vez mais famosa, mas após isso eles foram reformados.

Dias Atuais[editar]

Passado os 8 dias em 1980 que os terroristas ficaram confinados na Embaixada, o SAS faz uma caça as bruxas

O SAS foi reativada nos anos 50. Sem querer se tornou a mentora de várias Forças Especiais. O lema do SAS é a expressão em inglês: "Who Dares Wins" que significa, "Quem ousa Vence", mas isso não funciona com cantadas. O SAS atualmente, além de matar um brasileiro no metrô, tem matado iraquianos, afegães, africanos e alguns paquistaneses. Há a possibilidade de eles taram matando iranianos também. Nos anos 70 a SAS criou um conjunto de técnicas que mais tarde foram chamadas de Antiterrorismo ou Contra-Terrorismo, nada mais eram do que táticas de "Combate em Ambientes Confinados" (CQB - Close Quarters Battle), uma conjunto de procedimentos para invadir uma estrutura urbana (aka prédio, casa e etc). Mas para o orgulho inglês ser ferido mais uma vez, a grande fama desse procedimento pertence a SWAT

Organização[editar]

Hoje o SAS se divide em três Regimentos: o lendário 22o SAS Regiment... Ah! também tem os 21o e o 23o SAS Regiment, os "Artists Rifles", mas eles não são SAS de verdade, só agirão se atacarem o Reino Unido em seu território (ou seja nunca) - Registro do último ataque: RAF 151 x Luftwaffe 4 na Segunda Guerra Mundial... Quer tentar? O SAS fica na cidade de Hereford (português: Aquisefode), num aeroporto sobrevivente da 2ªguerra mundial chamado Credenhill , a base segundo o Google Earth é menor que a base dos brazucas das Forças Especiais, porém acredita-se que debaixo dos sete hangares que existem ali, esconde-se uma base subterranêa secreta do tamanho de São Paulo, com maquetes de todos os prédios importantes do Reino Unido, uma mini floresta tropical, um mini Iraque e a Bat-Caverna.



Invenções[editar]

Kit Magayver de Sobrevivência do SAS (Real!), tudo que um Operador SAS precisa para sobreviver 12 meses na floresta tropical do Congo

Para auxiliar estás operações o SAS criou o famoso "Flash" do CS, outra grande contribuição para humanidade. Uma força especial costuma lançar a pequena peste do inferno num quarto antes de entrar atirando. O SAS depois de anos explodindo isso nos seus treinamentos, costumam lançar enquanto entram numa sala atirando... Cientistas dizem que os soldados do SAS não miram com a visão, mas desenvolvem a cinestesia (procura um dicionário, tem haver com Cinética) altamente desenvolvida eles prevêm movimentações e sempre conseguem encaixar 3 balaços no crânio do imbecíl (no caso de um latino no metrô, foram 8). Também foi de criação do SAS a bomba C-4, o objetivo era destruir tanques, mas hoje é usada para arrombar portas. O SAS também criou os malditos "Claymore", minas sensíveis a movimento que explodem só em uma direção. E outras armadilhas infernais que nós praguejamos num FPS.

Guerra das Malvinas[editar]

Conhecida oficialmente como Guerra das Falklands, também conhecida como "A guerra mais legal que os brasileiros já viram na História", ocorreu nas Falklands ilhas do império britânico, foi quando os argentinos depois de serem derrotado pela seleção brasileira, e com o orgulho ferido, resolveram invadir as ilhas para que pudessem se orgulhar de algo - se foderam o placar final foi 250 para a Argentina e 650 para o Reino Unido. A Ilha conhecida como Malvinas pelos Argentinos (traduzido do portunhol "Má-Vinda").

Operação: Raid em Pebble Island[editar]

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Você sabia que...
  • ...Que os argentinos perderam a guerra?
DramaticQuestionMark.png
Você sabia que...
  • ...Que os argentinos também perderam a guerra?
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Você sabia que...
  • ...Que eu amo repetir isso, pois o Brasil não participou mas também não se fodeu?

O SAS em uma nostalgia da saudosa Segunda Guerra Mundial pediu a Margareth Teacher que deixassem eles brincarem com os argentinos, a primeira-ministra recusou, dizendo que deixa-se que os malaios dos Gurkhas esfolassem os "latinos" com suas facas Kukri. Porém os britânicos do SAS insistiram, o gabinete de governo inglês recusou-se novamente, dizendo ser desnecessário enviar uma unidade tão preciosa para aquele fim de mundo. Foi quando apareceu uma oportunidade, a SAS mostrou que a Força Aérea Argentina estava montando um aeroportozinho com radar para localizar e lançar ataques nos návios do Reino de Sua Majestade. Dessa vez, eles conseguiram a autorização, coincidentemente houve uma festa na Base Militar de Hereford naquele dia.

Durante o Parlamento Chinês (momento onde os SAS discutem a estratégia de suas missões), os soldados num momento de descontração desafiaram a efetuar a missão Raid a Pebble Island com estratégias antiquadas dos lendários veteranos de David, The Mad do norte da África durante a II Guerra Mundial nos ataques a aeródromos inimigos. Os soldados toparam e marcaram a operação para o dia 13 de maio no calendário.

Na noite de 11 de maio oito membros do SAS desembarcaram no Oeste de Falklands, do lado oposto a Pebble Island e cruzaram a região até posicionarem-se em torno da posição argentina. Durantes as noites de 12 e 13 de maio, eles marcaram uma área para desembarque de helicópteros de 45 outros SAS e um controlador avançado do apoio de fogo naval. Para à noite do dia 14 encomendaram também para o navio que os levaria de volta, 22 litros de pura cerveja. O grupo foi dividido em dois; uma parte como força de ataque para destruir os objetivos e a outra como força de cobertura, para lidar com a guarnição, enquanto ao mesmo tempo, entre balas e granadas, preparariam uma festa. O desembarque do reforço de soldados porém atrasou, já que hoje é sabido que houve uma pane no radar brasileiro durante o translado em Congonhas que obrigou aos operadores de radar locais a realizar uma operação padrão, e atrasou um dia a operação da SAS. Após fazerem um pouso no Chile e decolaram para o porta-aviões de onde partiriam para a ilha, os soldados se deram conta que era melhor que abandonassem a ideia de fazer contato com a população local para fazer uma festa "in the british way".

Soldados do SAS sorridentes após foderem os argentinos

O dia[editar]

Adiado o dia, atacariam durante o jogo de futebol Brasil X Argentina, mas uns soldados insistiam que o jogo estava ótimo e decidiram atacar no final do jogo. Quando apitou o juiz o fogo de vários M16 do grupo de cobertura dos britânicos mantiveram os argentinos em suas trincheiras, assistindo o replay do jogo em que perderam para seleção brasileira, enquanto a força de ataque iniciava seu trabalho. Os soldados do ataque levavam pequenas cargas C4 que foram colocadas nas cabinas dos Púcara, aviões de caça argentinos, para destruir cabines e instrumentos, evitando assim que os argentinos pudessem canibalizar alguns para colocar outros em condições de voo. No total, eles destruíram seis Pucará, um Short Skyvan e cinco outras aeronaves leves, bem como a estação de radar e um depósito de munições. Porém os britânicos contavam qua iam reprisar também a pancadria após o jogo que rolou entre os torcedores, o que não aconteceu e iria passar no jornal. Na retirada foram atacados pela guarnição Argentina, digo, os argentinos tentaram atacar a SAS pela retaguarda, pelas costas e na retirada, e falharam estupidamente, e isso deixou os operadores do SAS muito irritados, e uma coisa que ninguém quer ver é estes caras muito irritados... No primeiro reflexo institivo, um sniper do SAS abateu o oficial argentino que comandava a reação com o lançamento de fuzil a distância, o oficial argentino levou uma coronhada e o fuzil disparou na arma dele que era uma bazuca, isso fez ela explodir e em seguida fez com que as granadas do pelotão argentino também explodissem... Enquanto os argentinos explodiam como uma festa de Revellion em Copacabana, o SAS comemorava fazendo uma festa com música e cerveja, logo a população da ilha - Sir John e Miss Anne e seus irmãos Carl e Walter - ouviram, chamaram os outros vizinhos e se reuniram, catando músicas inglesas. Os atacantes não sofreram nenhuma baixa. O SAS voltaria às ilhas em outros operações memoráveis, mas isto já é outra historia...

Os supertreinados Comandos Argentinos não foram completamente humilhados e também tiveram seus feitos heróicos. Em outra vez conseguiram prender um soldado, e matar outro de uma patrulha de quatro SAS, enquanto os esperavam durante 12 horas, enterrados debaixo da areia. Isso ainda é um feito heróico, não qualquer um que consegue passar 12 horas enterrado numa guerra para emboscar 4 soldados com 12. Essa foi a ocasião em que chegaram mais perto da palavra vitória (pelo menos sobre a SAS). Durante toda a Guerra, o SAS registrou mais 3 baixas, sendo que uma foi uma transferência para o MI6 (Serviço Secreto), e os outros dois morreram de complicações na saúde, Câncer e AIDS.

O Que você deve saber sobre os SAS[editar]

  • Estátisticas, 70% dos soldados da SAS, são bêbados escoseses e 90% oriundos de unidades paraquedistas.
  • A Primeira Lei da Guerra Moderna É: O SAS é um inimigo indesejavél...
  • Os soldados do SAS não passam fome, pois eles têm hábitos alimentares estranhos, comem peixe-cru, cobra, e até podem comer camêlo apodrecendo no Deserto (Sim eles Comem).
  • Os SAS cultivam barbas e bigodes esquisitos e estranhos, e gostam do visual Chuck Norris.
  • Os SAS também têm vício em adrenalina, os soldados quando saem da unidade costumam se tornar mercenários ou espiões.
  • Quando não conseguem atingir nenhum dos dois objetivos, os soldados do SAS fazem a segunda opção que mais amam, essa história de fazer estória, ou vice-versa, existem vários escritores best-seller na Inglaterra que serviu na SAS.
  • O SAS também gosta de apresentar programas documentários. Por que você não vai assistir o Bear Grylls na Discovery Channel ou Eddie Stone na BBC?
  • Os SAS como disse acima, são loucos, a seleção visa os loucos, um belo exemplo é o Bear Grylls apresentador do Discovery Channel, nada melhor para figurar sua loucura que uma passeada nos seus recordes (além de assitir o programa): Cruzar o Oceano Ártico num barco inflavél (WTF?); rodear as ilhas britânicas com um jet-ski (WTF?2); fazer o jantar mais alto do mundo a 25 mil pés (WTF3), entre outros (WHAT THAT FUCK???)
  • Os soldados da SAS costumam usar tarjas no rosto e pixels distorcidos como maquiagem
  • O SAS é pai da Força Delta, e tem que limpar a merda que os americanos fazem.
  • O SAS na batalha de Tora Bora no Afeganistão havia encontrado o Bin Laden, mas foi obrigada a esperar os Deltas americanos para estes poderem posar de hérois. E enquanto os Deltas armavam o circo, Bin Laden deu no pé, após isso o SAS mandou os Deltas tomar no cu e foram para um pub; mas com dor na conciência fizeram as pazes no Iraque.

Galeria de Fotos[editar]

Videos[editar]

SAS no Tubio, não é tão popular quanto o Kibeloco, mas você pode viciar por suas peripécias

SAS, tenha medo, muito, mas muito mesmo...
  • PS: No primeiro video, o SAS encomendou 300 Talibans pro além, enquanto o apoio aéreo que os Deltas chamaram não chegava. Qualquer referência a outros 300 é outros 500...
THIS IS SAS!!(*)
  • (*) Pronúncia-se: Diz is ésss-ei-ésss

Ver Também[editar]

Ligações externas[editar]