São Paulo Fashion Week

Origem: Desciclopédia, a enciclopédia livre de conteúdo.
Ir para: navegação, pesquisa
Bandeira do Estado de São Paulo.svg.jpg Eaew, jhow! Este artigo é paulista: não gosta de gaúcho nem de carioca e se acha um puta trabalhador, né, meu! E não tá completo, pois o vacilão foi tomar um chôps e dois pastel, meu!
Um dos primeiros modelitos da SPFW.

Cquote1.png Você quis dizer: Parada Gay Cquote2.png
Google sobre São Paulo Fashion Week
Cquote1.png Você quis dizer: Feira do Brás Cquote2.png
Google sobre São Paulo Fashion Week
Cquote1.png Você quis dizer: mão-de-obra escrava boliviana Cquote2.png
Google sobre São Paulo Fashion Week
Cquote1.png Isso é uma Bichona! Cquote2.png
Severino sobre SPFW
Cquote1.png Vagabuundo! Evento Vagabuuunndo Cquote2.png
Kassab sobre SPFW, porque ele prefere a parada gay
Cquote1.png Um evento heterofóbico Cquote2.png
Pastor Cabrália sobre São Paulo Fashion Week
Cquote1.png ♫♪Salve o tricolor paulista♪♫ Cquote2.png
Hino da SPFW

São Paulo Fashion Week, vulgo SPFW, é o maior evento de moda do Brasil o que significa a mesma coisa que porra nenhuma, porque o país é tão insignificante para a moda internacional quanto Trinidad Tobago é para o futebol. Porém é considerado o segundo maior evento paulistano depois da Parada Gay.

História[editar]

Para participar do SPFW é preciso ter predicados
Desfile de Junho da SPFW

O evento começou a ser realizado no ano de 1996, quando era conhecido como Morumbiba Fashion Brasil, um evento onde os bambis apresentavam os novos uniformes do clube.

O evento ganhou o nome atual em janeiro de 2001, porque a então prefeita Marta Suplicy quis promover a inclusão social e decidiu que a viadagem era patrimônio cultural de toda a cidade e não apenas da Bambilândia Gay Clube.

Durante este tempo, estilistas, produtores, modelos, patrocinadores, tecelagens, jornalistas, agências,indústrias e técnicos se aprimoraram profissionalmente e ganharam uma boquinha no evento.

Importância[editar]

Devido à abundância de travecos, michês e estilistas, o SPFW se tornou o evento da moda mais importante de toda a América Latina depois do Festival Folclórico de Parintins.

O evento também ajuda a aquecer a economia paulistana e outras coisas paulistanas também, a ponto de queimar a rosca de muitos. Graças ao SPFW, ocorre um grande aumento na venda de KY, de camisinhas e de movimento nos consultórios de oCUlistas

O SPFW é o segundo evento mais aguardado do ano por subcelebridades, ex-BBBs, depois do carnaval e o evento preferido dos cachorros pela abundância de ossos na passarela. Também é a época em que os devotos de Santa Gisele do Bundchen Magro aguardam a sua divina aparição e a concessão de milagres como fotos, entrevistas e até frases completas.

Grifes[editar]

Várias marcas participam deste evento, como a Daspu, o fabricante do KY, a tecelagem do Wang Park, a embaixada da Bolívia, a associação de amigos de bairro do Brás, a associação dos cidadãos bolivianos de São Paulo e várias ONGs GLBT.

Coleções[editar]

É um avião? É o cometa halley? É o Super-Homem? Não, é a Gisele Bundchen coletando mais dinheiro do que culto do Edir Macedo!

O São Paulo Fashion Week é composto por dois eventos: um em janeiro, quando são expostos os modelos de biquínis que serão usados durante o feriado de carnaval na Praia Grande e outro em junho, quando são exibidas as coleções de roupas para as festas juninas.

Como todo evento feito por gente frívola e alienada, a São Paulo Fashion Week vive totalmente fora de sintonia com a evolução da moda brasileira, cuja tendência passou da camiseta de propaganda de político para a camiseta do Curintia ou do framengo.

Como todo evento promovido por paulistas, a SPFW também não acompanhou a evolução da indústria calçadista brasileira, que passou das habaianas para o rider e agora se apresenta em sua versão Xing Ling nacional Ipanema, aquela que jurava que era mais gostosa, mas que ninguém se lembra dela.

Imprensa e mídia[editar]

Porém a São Paulo Fashion Week serve como fonte de informações e novidades para a imprensa especializada, tais como saber quem é o novo namorado da atriz global de segundo escalão, o avanço da devastação celulítica na bunda das modelos, o que a BBB que acabou de posar na Playboy não tem a dizer e quais são os novos gadgets eletrônicos ostensivamente exibidos pelas madames e jornalistas mais endinheirados para fazer invejinha aos colegas.

A imprensa brasileira também se mobiliza para registrar ao vivo o milagre do surgimento da Santa Gisele da Bundchen Magra no Brasil, um fenômeno quase tão raro quanto a passagem do cometa Halley.