República Socialista de Bjorn

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Bjorn Socialistiska Republiken
The ABBA Music Republic
República Socialista da Björk
Bandeira
Brasão
Bandeira Brasão
Lema: Micronações do mundo, uni-vas!
Hino nacional: Intuel renaatayon (Renata ingrata)

Localização de República Socialista da Björk

Capital Pedra #1 (pode chamar de Pedragrådo)
Cidade mais populosa Matinho #3
Religião oficial Nenhuma
Governo Marxismo-Leninismo
 - Camarada, Querido Líder Oskar Augustsson
Heróis Nacionais Darth Mau Tsé-tung, Anni-Frid Lyngstad e Luciana Genro
Área  
 - Total 0.000007 km2 km² 
 - Água (%) 95
Analfabetismo 100 
População Todo camarada pode se considerar membro 
 
 
Moeda Pedras
Clima De revolução


República Socialista de Bjorn foi uma tentativa comunista de infiltrar no universo de micronações, no que constituiu um dos episódios mais sérios da Guerra Fria.

História[editar]

Um pôster do PCB (Partido Comunista Bjorneiro) comemorando o aniversário da vitória do proletariado em Bjorn. Repare a cara de demente do tiozinho sueco atrás chateado com tudo isso

A República Socialista de Bjorn surgiu durante os anos 60, em plena era da corrida armamentista e macartismo, de uma iniciativa do Partido Comunista da União Soviética em sua quest de dominação mundial. Para os líderes do partidão, se eles já tinham metido a mão em 90% da Ásia, metade da Europa e alguns paisecos da América incluindo o Brasil, não custa nada tentar insuflar a revolução do proletariado em Talossa, certo? Após fazer a pesquisa dos países mais esquerdizados da Europa e como não poderia ser diferente, a Suécia aparecer em primeiro lugar, os sovietes já prepararam o plano de infiltração, transferindo pro país escandinavo o único cara do partido nerdão a ponto de apreciar o hobby do micronacionalismo, o zelador Yaroslav Severinovsky (codinome Oskar Augustsson) que após cruzar o Mar do Norte numa boia de patinho desembarcou em Skåne e fincou sua bandeirinha numa pedra gigante. Estava fundada a República Socialista de Bjorn, homenageando a cantora preferida de Severinovsky, Björk Guðmundsdóttir, o nome foi alterado não só pra disfarçar mas também pra evitar a zueira do resto dos camaradas do partido.

Só que a experiência não deu muito certo porque o regime stalinista draconiano de Moscou já chegou instalando mísseis balísticos em território bjorniano, gerando extremas tensões pelo mundo micronacional no que entrou pra história como a Crise dos mísseis de Bjorn. Só que diferente do que ocorreu em Cuba o ocidente não deu pra trás e a ilhota foi invadida, pilhada e saqueada pelas potências anticomunistas Sealand, Molossia e Forvik. Os soviéticos nem responderam pois perceberam que aquele lance de micronação não ia dar em nada e abandonaram o rochedo, o sonho proletário bjorniano tinha sido esmagado mais uma vez pela burguesia.

Em 2005 o mané do Oskar Augustsson ainda tentou ressuscitar a República Socialista de Bjorn depois que a justiça sueca anulou seu casamento feito no ilhote e mediado por um coelho, mas desistiu da ideia após lembrarem ao recém-saído do coma Oskar que o comunismo já estava morto e enterrado na Europa há muito tempo.

Política[editar]

A República Socialista de Bjork era governada por um comitê central dirigido por Oskar Augustsson mas que na verdade era só um fantoche pois todas as decisões a respeito da conquista micromundial eram tomadas por Moscou. A incompetência um tanto suicida dos diplomatas enviados para Bjorn acabou significando o seu fim.

Cultura[editar]

Ilhota sem cultura onde as atrações se resumiam a atirar pedras no lago e ver elas quicarem, o Politburo do PCUS pensou em instalar cabines de tetris em Bjorn com o objetivo de lavar os cérebros de adolescentes suecos e recrutá-los para a causa operária. Outro plano que não deu certo pois todas as tentativas de levar eletricidade pra esse buraco resultaram em acidentes dignos de um episódio dos Super Choque ou X-Men. Os CDs da banda ABBA também foram usados com esse intuito.

Sealand fortress.jpg
Micronações do mundo
v d e h

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SANTAMARX.gif
Países comunistas comedores de criancinhas
v d e h

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