Reforma da Previdência Social no Brasil

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Como resolver de verdade a Reforma da Previdência.

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Aluno de Hogwarts sobre reforma da previdência.

Uma Reforma da Previdência é um dos mais famosos contos da carochinha contados desde sempre que voltou a encher o saco nos dias atuais, sendo usado, assim como os cortes no Orçamento aprovado todo maldito ano pelo Congresso Nacional, como uma forma de vender uma imagem (obviamente mais falsa que nota de 3 reais) de que o governante está preocupado com a austeridade no campo fiscal, o que por si só já é motivo pra mandar pro caralho.

Geralmente baseia-se numa série de pirotecnias políticas com direito a compra de votos na tentativa de, quem sabe, conseguir manter as aparências, como nos tempos gloriosos do governo do presidente molusco, sem ver que a farsa não cola mais no ambiente atual, a não ser talvez para algum ou outro idiota que não caiu na real quanto ao Brasil.

Basicamente, é uma tentativa de tapar o buraco do rabo da tua irmã com um palito de dente, coisa que, por motivos óbvios não vai funcionar, apesar de ter muitos querendo fazer com que você acredite nisso ou em coisas tão idiotas quanto, como na Terra Plana, por exemplo.

História[editar]

Algumas tribos indígenas no interior de São Paulo, ao se encontrar pela primeira vez com Satanás, o chamaram de Reformatú, e desde então, passaram a louvá-lo com canções do James Brown, com exceção de alguns menos bombados, que migraram para terras mais quentes (nos dois sentidos) montados em capivaras albinas. Anos mais tarde, quando os primeiros bandeirantes adentraram os territórios corintianos e foram brutalmente assassinados com torpedos, ele finalmente foi invocado e trouxe balbúrdia para a humanidade. Em situação de calamidade, Dom Pedro II foi summonado com uma carta mágica de ritual para destruir a criatura, pediu ajuda aos Greybeards que habitavam o Pico do Caledônia em Nova Friburgo e utilizou um Elder Scroll, banindo Satanás para o caldeirão da Bruxa Baratuxa.

Passado o efeito do LSD do parágrafo acima, a história das reformas remonta ao ideário das reformas de base sem base nenhuma propostas por João Goulart, às vésperas da execução de uma revolução muy gloriosa, sendo que desde o momento em que a ditadura no Brasil passou a condição de ditadura democrática onde todos são obrigados a votar, elas passaram a virar mote de todo e qualquer demagogo que vise a subir as escadarias do Palácio do Planalto.

No entanto, a preocupação com a dita "reforma" da Previdência foi ter lugar somente no governo do Fernando Henrique Cardoso, a despeito das mudanças organizacionais no que dizia respeito a área no período dos anos de chumbo e mais adiante na Constituinte e no governo do ex-galã da Globo, Fernando Collor.

Primeiras reformas[editar]

ReformaPrevidencia.jpg

Como ficou no ar graças ao parágrafo acima, as primeiras reformas tiveram lugar na gestão FHC, que estava deveras preocupado em vender (a preço de banana) uma imagem bonita do Brasil de merda pra coisa não feder mais que o que já tava, então tratou de tentar conter a todo custo o buraco que se formou com a concessão desenfreada e inescrupulosa de benefícios estapafúrdios, como a aposentadoria por invalidez para pessoas com alguma condição de trabalho (vulgo: um dos braços) e a aplicação de um fator previdenciário com vistas a tentar incentivar as pessoas a se aposentarem mais tarde, bem como cortes nos pecúlios e nas generosas pensões vitalícias para filhas da puta, digo, filhas "solteiras" de servidores públicos do alto escalão. No entanto, como tais cortes foram muito tardios e em grande parte feitos pelo artifício em papel de pão nutellado tutelado pela constituição chamado Medida Provisória, os mesmos ficaram em condição periclitante (não é clitóris, não, lacriane).

Nos tempos do governo Lula, algumas modificações mínimas foram feitas, com vistas a garantir a alta injeção de capital financeiro (pra lucrar como agiota) e manter a aparência de sucesso durante tal governo, ainda que a enorme crise financeira, cognominada marolinha, viesse a dar enormes estragos mais tarde, como pão de queijo a mais de 2 reais, sendo o principal feito a inclusão dos créditos recebidos pelos aposentados na ciranda do crédito financeiro a custos inicialmente de 50% ao ano num país com inflação abaixo de 10% anuais, para alegria do Banco BMG, que lucrou pra caramba com as condições camaradas conseguidas numa negociação por baixo dos panos. [carece de fontes]

Reforma atual[editar]

Recém despertada em 2016, a reforma atual, conjuntamente a uma série de cortes feitos em vários programas de subsídio social herdados dos tempos dos milicos, quando também se perfumava bosta pra inglês ver, passaram a ser colocadas em voga no segundo governo de Dilmona, a preposta, para tentar fazer face a gastança feita impunemente em seu primeiro governo com vistas a financiar os cofres da CBF, da FIFA, da Rede Globo e um bocado de pilantras espalhados pelo mundo, bem como a tentar manter as aparências para os especuladores, digo, para os investidores internacionais de que o Brasil não era aquele país merda onde tem idiotas como teu irmão que ficam comemorando de pegar moçoila simplesmente por ela ter pepeka rosa. O resultado foi ainda pior: a xérox ultrapassou os 10 centavos pela primeira vez na história do Universo.

Como Dilmona virou alvo do baterista Eduardo Cunha e dos picaretas a frente (e por trás) da Operação Lava Jato, além de que xérox a 20 centavos era dose pra leão, ela foi a pique, o que ao final foi visto como lucro para a ala fisiológica do PT, que tinha nisso uma boa oportunidade de tentar manipular os otários contra as reformas propostas no próprio governo, mesmo tendo dado suporte para elas no início.

A partir daí, começou uma tentativa por parte do garoto de programas mais conhecido do planalto, o grão-mestre dos vampiros Michê Temer, de encampar a parada e "combater" sua presença sombria (da reforma da Dilma, não a dele) por baixo das cortinas, sendo que, no início, o mesmo foi bem sucedido, a ponto de conseguir alavancar a mudança da lei quanto a terceirização da mão-de-obra escrava no Brasil e mais adiante conseguir um arremedo de modificações vergonhosas pra qualquer um chamadas por Reforma Trabalhista.

Apesar disso, por conta do Michê querer pagar de austero demais e complicar a vida dos magnatas que tinham vida fácil com crédito subsidiado pelo BNDES, o mesmo caiu na chicana armada por Joesley Batista com o apoio dos abutres de plantão da imprensa brasileira, com destaque (sem surpresa nenhuma) para a Rede Globo e a Revista Veja, que também estavam altamente enrolados em passivos com o BNDES e viram nisso uma boa forma de tirar uma desforra, deixando o Michê numa situação tão periclitante a ponto de a reforma gestada para a previdência mal passar da primeira votação na Câmara dos Parasitas do Brasil.

Mais adiante, começou a campanha de Jair das Milícias Bosta N'Água, que como tiozão do zap que é, se manteve contra a reforma de Michê, por não entender merda nenhuma, mas passou a ser tranquilo e favorável, por ainda não entender merda nenhuma, para levar a reforma para o Planalto e nisso se tem uma ressurreição da temática por parte de pobres empresários que não estavam mais tendo condições de mandar seus bilhões pra Suíça e pras Ilhas Cayman, sendo que graças a isso e ao apoio da Globo e dos sacos de pancada retardados do Movimento Brasil Livre, a ação voltou com força total, enganando idiotas como você, colocando como bode expiatório dos problemas econômicos a aposentadoria de um João Ninguém aleatório que gasta metade do recebido com remédio genérico pro coração bater e até pra piscar o olho.

Em cima disso, se tem toda uma atualização na tramoia, com o abandono da proposta anteriormente colocada pelo Michê e uma nova votação, regada a cocaína mais novos milhões disponibilizados de empenho para execução orçamentária, tendo essa votação esperado mais de meio ano por conta do amontoado de medidas provisórias usadas como papel higiênico pra limpar a bolsa de colostomia do Bosta N'Água.

Vantagens e desvantagens[editar]

Ao contrário do que é propalado pela mídia golpista que vive de estelionato, tráfico de drogas e de enganar o povo apoiando demagogos dos naipes de Mula da Silva e Mijair Frouxonazi, as vantagens e desvantagens são inerentes ao jogo político, sendo questões que nem de longe vão na raiz de problemas estruturais presentes no país, sendo as principais as seguintes:

Vantagens[editar]

  1. Se tem no aposentado e no pensionista um bode expiatório para o fracasso da economia brasileira (se pá mundial).
  2. Em cima disso, tem-se um pretexto ótimo para cortar despesas fixas que não permitam desvios para os bolsos dos políticos e dos camaradas.
  3. É garantido um precioso apoio do empresariado brasileiro ávido por ter o mínimo possível de gastos com a gentalha, digo, com a grande massa de aposentados, pensionistas e servidores públicos no país.
  4. Sem contar o apoio extra de parcelas da população que querem a todo custo que os lulistas vão pra puta que pariu por eles encherem o saco sem piedade com seu comportamento típico de zumbi gritando merdas como #LulaLivre e outras asneiras no Facebook e em hashtags do Twitter, que depois são printadas e mandadas pro Facebook de novo.
  5. Com sorte, consegue gerar alguma aparência contendo a debandada da manada em busca de dólares, euros, ouro e bijuteria de nióbio outras reservas em moeda forte até que a situação de estagflação estrague as perspectivas de futuro, representando vantagem para os primeiros que pularem fora do barco (que por motivos óbvios, serão políticos e grandes empresários).

Desvantagens[editar]

  1. Tornam a sua potencial aposentadoria ou pensão ainda mais complicadas de conseguir do que já seria sem a reforma, além de reduzirem o valor a um nível abaixo do mínimo. Ou seja, devido ao seu caráter cruel, sua existência impede a aposentadoria dos velhos, causando efeito semelhante ao da osteoporose.
  2. Deixa o trabalhador mais tempo sujeito a condições de precarização das relações de trabalho, tendo de trabalhar como catador de papelão, cheirador de sovaco e até testando vibradores pra garantir a subsistência.
  3. Deixam o mesmo trabalhador arrombado desassistido a qualquer pretexto, se bem que, desde o governo Dilma, o INSS tem seu próprio sistema de metas de produtividade (no sentido de conceder o mínimo de aposentadorias possível) pra te deixar na mão sem nenhum tostão.[carece de fontes]
  4. Pode enganar a todos aqueles que esperam ficar um pouco mais livres do sufoco, o que pode incluir (ou não) o seu patrão, dado que a ideia não é exatamente a de reduzir encargos trabalhistas e sim aumentar os recursos disponíveis para a gastança com obras de utilidade duvidosa e os subsequentes desvios de verbas para os bolsos de alguns escolhidos.
  5. Deixam todo mundo exposto aos gritos esgoelantes de alienados bolsominions e lulistas te enchendo muito o saco pra tomar partido e ser massa de manobra em favor de algum dos lados, em uma disputa sem noção em que seu bem estar, sua liberdade e sua sanidade mental definitivamente não estão sendo levados em conta, os tornando mais merecedores de um socão na boca que o padrão.
  6. Aniquila o teu sonho de nascer aposentado, o único modelo de previdência que te agrada.