Professor de educação física

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O padrinho da profissão, por ser o único professor de educação física em forma.

O professor de educação física é aquele cara de meia idade cujos músculos (e outras coisas) já começaram a cair, e como não consegue mais trabalho como personal trainer, decidiu dar aulas de educação física em escolas pra não morrer de fome. A didática dos professores de educação física é padronizada, e consiste em jogar uma bola de futebol na quadra e deixar que a molecada faça o que quiser, enquanto ele fica batendo papo com as meninas ou mexendo no celular.

Características[editar]

Apesar da disciplina que "ensinam", os professores de educação física não possuem um shape muito bom, na verdade a maioria ou é gordo ou é frango, claramente nunca tendo puxado ferro na vida e achando que Arnold Schwarzenegger é apenas um ator gringo com nome engraçado. A maioria conhece apenas o futebol, no máximo vôlei, não sabendo tirar dúvidas de alunos pentelhos que gostam de esportes alternativos, como beisebol, badminton ou hóquei sobre a grama. Tem quem diga que pra ser professor de educação física basta ser amigo do diretor, e que a função é um cabide de emprego.

Os professores de educação física são pessoas calmas, afinal não fazem nada mesmo. A não ser que algum imbecil chute a bola de basquete, aí os professores ficam putaços e alguns até ameaçam levar o pirralho para a direção, bradando aquela velha história de que chutar a bola de basquete faz nascer furúnculo no objeto.

Apesar de ser mais um entusiasta do que um professor propriamente dito, o professor de educação física é um dos mais admirados no plantel de uma escola, pois ele mostra para os alunos com dificuldades cognitivas a.k.a. imbecis que mesmo não tendo capacidade pra fazer qualquer curso decente em uma faculdade, eles podem se tornar professores, desde que façam as amizades certas.

No Japão, o professor de educação física é um pouco diferente. Ele ainda não faz nada, mas obriga os alunos a fazerem. Eles adoram mandar a molecada dar várias voltas na quadra e fazer flexões, ao menos é isso que vemos nos animes.

Aulas[editar]

Típicos professores de educação física no Japão, treinando os pivetes pra eles conseguirem sobreviver aos ataques dos monstros gigantes que sempre aparecem no território nipônico.

Os professores de educação física evitam ao máximo dar aulas de vôlei, pois montar a rede dá trabalho, algo que eles não querem mesmo. Na pior das hipóteses, quando não há escapatória pois o currículo exige ao menos uma aula no bimestre, eles pedem "uma ajudinha" aos alunos, mandando eles montarem a rede, mesmo que eles estejam na primeira série e não alcancem o gancho pra prender o instrumento. Nada que uma escada não resolva, ficar se equilibrando no topo de uma escada velha de madeira caindo aos pedaços de 4 metros é educação física também, afinal.

Apesar de ninguém aprender nada, a aula de educação física é considerada de suma importância no currículo escolar, pois serve pra dar aquele refresco entre uma aula e outra, não há nada melhor do jogar bola ou fazer nada pra relaxar depois de uma daquelas leituras extensas e cansativas de 50 min. do professor de história.

No fim, a aula do professor de educação física vale a pena, por mais que haja quem não goste, como a maioria das meninas. Mesmo para elas, é sempre uma oportunidade de botar a fofoca em dia enquanto fingem que estão fazendo algum exercício. Ainda mais se lembrarmos que pode-se falar mal dos meninos à vontade, porque vão estar todos jogando futebol (ou algum esporte similar com bola; os caras não são bobos de desperdiçar uma chance de jogar qualquer coisa minimamente aceitável pra descontrair).

Mas, há também, é claro, aqueles meninos que não gostam de jogar, todos maricas. Aqueles que preferem atividades mais calmas, como por exemplo, fazer fofoca com as amigas. Para esses a aula tem uma função. A função de botar eles "na linha" pra ver se tomam jeito. De preferência fazendo flexões.