Patti Smith

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Ele(a) talvez tenha heterônimos, sua "inspiração" vem de um copo de whisky e sua obra só ficará boa quando morrer de tuberculose.

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Emblem-sound.svg.png Patti Smith
Patti Smith.jpg
3X4 da identidade
Nome Patricia Lee Smith
Origem Illinois, Bandeira dos Estados Unidos Estados Unidos
Sexo Ainda faz Feminino
Instrumentos
Nuvola apps kcmmidi.png
Guitarra
Gênero Rock
Influências Todos os drogados sessentistas
Nível de Habilidade Alto
Aparência Feminista mete-medo
Plásticas Vento.gif
Vícios
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Vento.gif
Cafetão/Produtor
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Bruce Springsten
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Para aqueles sem senso de humor, os espertalhões da Wikipédia têm um artigo (pouco confiável) sobre: Patti Smith.

Cquote1.png Você quis dizer: A 1ª Punk que sabia pensar Cquote2.png
Google sobre Patti Smith
Cquote1.png Você quis dizer: Acalmante de Punk Cquote2.png
Google sobre Patti Smith
Cquote1.png Because The Night... Cquote2.png
Poser sobre Patti Smith
Cquote1.png \m/ Cquote2.png
KT Tunstall sobre Patti Smith
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Pessoal do Them sobre a versão dela pra “Gloria”
Cquote1.png ... Cquote2.png
Pessoal do Rolling Stones sobre a versão dela pra “Gimme Shelter
Cquote1.png Kurt Cobain se revira no túmulo... Cquote2.png
Dave Grohl sobre a versão dela pra “Smells Like Teen Spirit

PATTI SMITH é uma visionária, uma mulher que soube o que a música precisava na sua época: uma cabeça pensante no Punk, coisa que nem existia. Como PATRICIA LEE SMITH era um nome muito difícil pro seu público-alvo, resolveu mudar seu nome pra PATTI SMITH, mas, aquela preguiça bateu e não foi a um cartório mudar o nome, preferiu que fosse só um nome artístico, o nome que ela usaria pra meio que se livrar de represálias por coisas em seus discos e livros. Ela também é escritora, e foi um nome importante no processo de intelectualização dos punks, que começaram a tomar gosto pela leitura após ver um ícone seu escrevendo alguma coisa. Nascida em Illinois, em 30 de dezembro de 1946, já tocou o terror no mundo e agora, já velhinha, acompanha todo de camarote. Sua legião de fãs e tietes é liderada pela KT Tunstall.

Pré-Carreiras:[editar]

Em Illinois:[editar]

Atualmente, fantasiada de bruxa no Halloween

Patti já começou sua vida sacaneando seus pais, ao nascer no dia 30 de dezembro, assim, impossibilitando os planos de seus pais de irem a Copacabana e o de seu pai de entornar na virada do ano e oferecer umas Sidras Cereser a Iemanjá. Nascida numa família com pai Ateu e mãe Testemunha de Jeová, ria muito das discussões religiosas de seus pais, assim, conseguindo o que rir durante toda a sua infância, já que cresceu numa família que se deixou cair em contradição religiosa. Com tantas contradições, Patti viveu uma infância não tão feliz, já que seus pais nunca tiveram tanta grana, mas, como dinheiro não era problema pra iniciar uma carreira na música e na literatura na época, ela nem ligou muito. Anos na escola e se tornou vítima da síndrome de Juno: engravidar na 1ª com um cara, tirando sua virgindade, e a parada foi completa: depois disso, colocou o bebê pra adoção e foi trampar numa fábrica que trabalha com impressão de livros, assim que se formou no 2º grau, já que Princeton, Harvard, MIT e Stanford não estavam aceitando mais punks, alegando que já era complicado lidar com os que estavam lá lutando pra serem alguém na vida. Usou o trabalho na fábrica pra produzir seu próprio livro escondido em outros livros, e viu que levava jeito pra coisa, e vai pra Nova York.

Em Nova York:[editar]

Não sou perito em relacionamentos, mas, vendo esse Robert, a Patti teria dificuldades...

Ao chegar na Big Apple, foi vítima de uns trambiqueiros num jogo de cartas e perdeu tudo, tendo que mendigar por lá, o que podia ser até bom, já que mendigar em NY era muito rentável. Após 1 semana, conseguiu repor tudo o que tinha perdido e envia currículo pra uma livraria, onde começa a trabalhar e iniciar sua carreira de escritora. Conhece um cara e era muito afim dele Robert Mapplethorpe, mas, ele... digamos que ele jogava no outro time, ao saber disso, Patti resolve iniciar a missão de trazê-lo de volta ao Lado Azul da Força, e consegue a proeza de pegar um gay! Isso fez com que a Homofobia crescesse no mundo, já que gays não são rivais dos homens na disputa pelas mulheres, e isso afetou o brio dos héteros. Mas, com o tempo, Patti ficou de saco cheio de tanta viadagem na relação e depois disso, ficaram só amigos. Como todo gay setentista, Robert sonhava ir a Paris, que vivia uma “la revoussióm” naquela época, e levou Patti a tiracolo com ele, e voltando de lá com uma Patti querendo ser cantora também.

A Carreira Musical:[editar]

Começando:[editar]

Depois de começar a escrever sobre música, algumas pessoas a acusaram de ser “mal-amada”, já que ela só descia a lenha nas bandas. Após receber uma carta de um fã que reclamou da crítica que ela fez sobre sua banda favorita, e ainda escrita no final: Cquote1.png Quero ver fazer melhor! Cquote2.png, resolve pegar uma guitarra, uma bateria, um baixo, um empréstimo no banco pra poder contratar alguns músicos e põe o pé na estrada, só pra poder provar que fazia melhor. Resolveu seguir a tendência e montou uma banda punk, mas, que não saía tocando o terror por aí e não aceitava tocar em briguinhas entre punks. Só queria estar ali pra provar que podia tocar melhor que muita gente, e porque já tinha alguma experiência como escrava do Blue Öyster Cult.

O 1º Álbum:[editar]

Assim que pegaram nos instrumentos, Patti & Seus Blue Caps já gravaram um álbum, já que ela achava que gravar só depois de alguns anos era para os fracos. Na verdade, fez o 1º álbum mesmo só pra conseguir dinheiro e um homem de verdade, já que ela temia fracassar de novo numa missão de trazer um gay pro Lado Azul da Força. Meio que conseguiu o que queria, e foi divulgar o álbum por aí, em shows e em rodinhas punks (sem brigas), mas, foi sacaneada por um deles, que lhe deu uma rasteira, fazendo com que ela se quebrasse toda, e a fazendo vestir uma armadura de gesso à la Os Cavaleiros do Zodíaco e Shurato, inclusive inspirando os criadores desses 2 animes a fazerem o que fizeram.

A Fama e O Gesso tirado:[editar]

Enquanto andava com sua armadura de gesso, com as pessoas achando que ela ia a um evento Cosplay, Patti percebeu que, no trajeto que ela fez, todo mundo estava namorando, vários casais pelas ruas se beijando, e só ela e o Bruce Springsten sozinhos, cada um de um canto da rua, o que lhes deu a inspiração pra fazerem o hit “Because The Night”, após escrever a música, pensou no álbum que essa música carregaria. Acabou que, a noite dos amantes fez com que ela ficasse muito mais famosa, e, as pessoas começaram a considerá-la “A Poeteira do Punk”. Bruce ficou sem nenhuma honra. Só ela ficou famosa com esse hit. Bruce ainda teve que esperar um pouquinho.

Isolamento:[editar]

Após ler o artigo

Após o sucesso mundial só expressando sua opinião sobre a noite, ela fez mais alguns álbuns e sumiu depois disso, resolveu ficar reclusa: se casa com Fred Smith do MC5, pra não precisar mudar o sobrenome, já que, só nisso, ela perderia algum tempo na sua carreira. Na falta de inspiração, e querendo curtir o maridão, ela se esconde do mundo, morando num buraco numa quebrada em Detroit, sabendo que só os negros eram destaque nessas quebradas, ou seja, uma branca como ela jamais seria percebida. A mídia, pra vender um pouco mais, fala que ela morreu. Revoltada, ela lanmça um álbum no isolamento só pra calar a mídia e processar os jornais de US$0,50 que eram vendidos nos EUA. Então, durante esse isolamento, a morte inicia uma amizade com ela, mas, essa amizade era meio falsa, já que, após uma briga, ela levou consigo o marido, desmontando o MC5 ainda por cima, o ex-namorado ex-ex-gay do início de sua carreira e um irmão dela. Após essa traição, ela resolveu não fazer nada de útil pra sociedade, graças a esse luto. Só ficar em casa pensando na morte da bezerra... pensando bem, morte não, já chega de luto! Pensar na vida sexual das bezerras. Foi então que um cara que estava saíndo da garagem com a sua banda, REM, estava procurando algum nome dos anos 70 pra tietar e dar aquela ajuda em sua carreira, e, numa ida as quebradas de Detroit, a encontram, e imploram pra que ela retomasse sua carreira, pra que fizesse algum show por aí com eles abrindo.

A Volta:[editar]

REM conseguiu o que queria, e, no processo de conquista da Patti, compuseram “Everybody Hurts”, pra falar da vala espiritual onde ela se encontrava. Como no isolamento antes das mortes, ela já tinha escrito várias músicas e livros, e, nem precisava fazer muito: era só ir pra gravadora pra gravar os álbuns e Ra editora pra entregar os manuscritos a editora pra eles imprimirem e editarem e censurarem os conteúdos dos livros. Numa falta de criatividade, o que sim, é um perigo pra uma escritora, regravou umas músicas aí, meio que baseadas na sua vida no isolamento. Ganhou alguns prêmios de fodasticidade por coisas como ser a 1ª punk inteligente da história e pela iniciativa de tentar trazer um gay de volta pro Lado Azul da Força (sem sucesso, mas, ela tentou, e isso já dá um mérito)

Ficha Musical:[editar]

Álbuns:[editar]

Uma mulher bem flexível
  • Cavalos: Resolveu dar umas galopadas (sem duplo sentido, seu depravado de merda!) e, se inspirou pra chegar a esse álbum (1975);
  • Rádio na Etiópia: Patti fez uma cartografia da sua música, e viu que o único país que tocava seus hits era a Etiópia, daí essa homenagem (1976)
  • Páscoa: Coelhinho da Páscoa, que trazes pra mim? Um ovo, 2 ovos, 3 ovos e o estrelato mundial com “Becauise The Night” assim! (1978)
  • Onda: Achava que os punks que estavam migrando pra 5ª Coluna do Punk intitulada New Wave estavam de onda (Shake down, 1979);
  • Sonho Com a Vida: Após disserem que ela morreu isolada, Patti pega alguns manuscritos que ela estava usando como papel higiênico pra e faz esse álbum só pra mostrar que estava viva. Foi um jeito muito educado que ela adotou pra não sair chamando todomundo de “Son of a bitch” (1988);
  • Indo De Novo: Pra carreira musical, graças aos apelos constante de Michael Stipe & Seus Blue Caps. (1996);
  • Paz e Barulho: É o que todo roqueiro quer. Ela tá no bolo também (1997);
  • Gung Ho: Com esse nome me militar chinês, não convenceu os fãs, que ficaram com medo de ouvir um álbum com conteúdo censurado (2000);
  • Trampando: Ela estava trampando nesse álbum e em mais alguns livros, ou seja, o luto já tinha acabado (2004);
  • 12: Homenagem ao cagão de merda que desiste do BOPE assim que é promovido a xerife do turno que participava. Como sua música favorita era a “Smells Like Teen Spirit”, Patti faz uma regravação desse hit e põe no CD (2007).

Hits:[editar]

Because the night belongs to my fans!
  • Porque a Noite: Chegou a algumas conclusões sobre a noite, chega de punks brigando a noite, era hora de eles se acalmarem. Essa música foi a Maracujina dos Punks, tudo porque ela e o Bruce Springsten estavam segurando vela nas ruas a noite, quando estavam caminhando pra aliviar o stress;
  • Dançando no Bar dos Pés: Os pés estavam curtindo o bar. Não é toda hora que aparece um assim...;
  • Canibais do Verão: Eles estão á espreita nas praias da Flórida, comendo todas as gostosas que aparecem (tudo em todos os sentidos);
  • Jubileu: Chegou lá!;
  • Sobre o Menino: Esculacha o Kurt Cobain, que tinha se inspirado em Ian Curtis, se suicidando por causa de vagabunda, justamente por ter se suicidado;
  • Strange Messenger: Já perceberam que alguns mensageiros das lendas são meio esquisitos? Ela percebeu isso, cantou o hit, mas, resolveu explicá-lo melhor em seu livro;
  • Gloria: Queria ser incluída nesse Them aí;
  • Mijando no Rio: Fez issue foi processada e multada;
  • Cheiro de Espírito Podre em Decomposição de um Jovem Suicida: Já velhinha, precisava se sentir jovem: regravou essa música;
  • Cadê o Abrigo dos Stones?: Queria compor uma música pra falar do isolamento, mas, como já tinha usado toda a sua criatividade num livro, só restou regravar um hit Hippie dos Stones.

Carreira Literária:[editar]

Pra poder bater no peito ao dizer ser a “Poetisa do Punk” , ela escreveu alguns livros nessa vida que foi formada com noites dos amantes, armaduras de gesso, isolamentos, ex-ex-gays, casamentos sem mudanças de sobrenome e outras coisas. Cada livro fala um pouco dela. Tudo começou quando ela trabalhava numa livraria e lia alguns livrosd que ela julgava poder fazer melhor. Enquanto ganhava rios de dinheiro na música, ela gravava livros, conseguindo algum por fora, além de que seus livros fizeram com que os punks mais extremistas aprendessem a ler, e os mais “calmos” conseguissem algo pra fazer de dia, e se prepararem mentalmente pras porradarias que participavam.

Bibliografia:[editar]

Mijando... WTF?
  • Seventh Heaven: Livro de poemas onde ela retrata seus dias na livraria onde trabalhava. Lançou um capítulo de cada vez e conseguiu colocar nos livros que saíam. Após todos elogiarem, consegue colocar tudo num livro só (1972);
  • Witt: Mais um livro de poemas. Fala da vontade de querer montar a banda e sair cantando e escrevendo por aí (1973);
  • Ha! Ha! Houdini!: Deu uma regredida e falou da experiência de namorar um gay. Livro de poemas que fala dessa experiência. O “Houdini” no nome sufgere que ela não fez mágica (1977);
  • Babel: Após o mundo perceber que a noite era dos amantes, ela faz esse livro de poemas pra explicar isso melhor e, por ser o 1º livro a ser vendido fora dos EUA, ela coloca esse nome (1978);
  • Woolgathering: Quando ela desistiu de desistir do luto (1992);
  • Early Work: O primeirão: achou seu 1º manuscrito num lixão em Illinois (1994);
  • The Coral Sea: Voltou a ativa. Já estava de saco cheio de ficar sem fazer nada, e escreveu esse livro. O nome vem do mar onde ela escreveu o livro (1996);
  • Patti Smith Complete: Tudo o que você queria saber sobre Patti Smith, mas que não tinha pra quem perguntar (1998);
  • Strange Messenger: Um monte de arte relacionadas a mensageiros estranhos e a explicação da música (2003)
  • Auguries of Innocence: Livro em colaboração com o lendário Cadim: cadim de cada um (2005);
v d e h
Patti Smith faz parte da Família Ferreiro Smith!
Inevitável
Scoop Smith

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