Patrick Tambay

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Patrick Tambay foi um desses pilotos de Formula 1 bem medíocres que nunca se destacou, se ficou particularmente notável por alguma coisa, foi por correr em grandes equipes apenas quando estas estavam em decadência, jamais ajudando-as a conquistar alguma coisa, tipo um Fernando ALonso de sua época, só que com 2 títulos mundiais a menos.

Carreira[editar]

Estreia na Formula 1[editar]

A estreia na Formula 1 seria em 1977, com uma quase-corrida pela Team Surtees no GP da França, porque não passou nem da qualificação, de tão devagar que estava, foi proibido de participar da corrida. Mas contrariando toda ruindade que o piloto já demonstrava, foi contratado pela Theodore Racing, equipe que gostava de pilotos medíocres, e lá Tambay marcou uns pontinhos, os primeiros da carreira de resultados meramente medíocres e nada notáveis, e por isso ninguém o conhece ou o menciona.

McLaren[editar]

Em 1978 estava na McLaren, após provar-se um piloto mediano, mostrava-se o ideal para a equipe, passando o seu ano de estreia na sombra de James Hunt e ajudando a McLaren a ter um ano bem decadente, pois a equipe ficou em oitavo no campeonato de construtores. Em 1979 também não conseguiu grandes coisas, e ter pilotado 5 carros diferentes da McLaren só prova como a direção da equipe estava completamente perdida, sem saber que carro produzir, sem saber que piloto contratar.

Theodore Racing e Ligier[editar]

Ficou desempregado todo o ano de 1980 (e sem Tambay para atrapalhar, a McLaren voltaria a conquistar bons resultados e voltar a se tornar uma equipe d eponta). Enquanto isso, Tambay regressaria em 1981, recomeçando a carreira do zero na Theodore Racing (espécie de "Sauber" da época) onde conquistava sextas posições e as comemorava como títulos.

Não terminou o ano na Theodore, que faliu porque o capitalismo da Fórmula 1 não tolera equipe medíocres que ficam contratando pilotos medíocres. Mas como tem empresários insistentes, surgia uma outra equipe medíocre, a Ligier, para onde Tambay foi o restante do campeonato, onde conquistou a façanha de fazer 8 abandonos consecutivos, pois o motor Matra MS81 3.0 daquele carro era apenas uma adaptação de motores de cortadores de grama, e não resistia corridas inteiras.

Ferrari[editar]

Na Ferrari, Tambay conquista as duas únicas vitórias de sua carreira. E conforme a figura mostra, só pode conquistar essas vitórias graças à burrice dos rivais.

Metade do ano de 1982 correu na Ferrari, mas não por mérito, porque no curso normal das coisas estaria aposentado, mas graças ao falecimento de Gilles Villeneuve decorrente de um defeito no assento ejetável de sua Ferrari, Tambay herdou sua vaga na Ferrari. 3 corridas depois de sua etsreia na Ferrari, conquistaria a primeira vitória da carreira, e claro, por nenhum mérito próprio, mas graças a Didier Pironi que batei e quebrou as pernas nos treinos e depois Nelson Piquet na corrida que liderando bateu no retardatário Eliseo Salazar (aliás, bater em retardatário era algo que Piquet adorava fazer) e aí a vitória caiu par Tambay. Mas se até o Pastor Maldonado já venceu uma corrida, tudo bem Tambay ganhar a dele.

A segunda e última vitória da carreira seria ainda mais emblemática, esta já no ano de 1983 no GP de San Marino e até hoje considerada a vitória menos emocionante de todos os tempos. Na corrida Tambay disputava a liderança com Riccardo Patrese, outro piloto igualmente ruim, ambos disputando quem era o pior de sua geração, um sendo ultrapassado pelo outro a todo momento. Nesta disputa de ruindade Tambay parecia estar levando a melhor, com 7 voltas para acabar, conquistando a segunda colocação, até que Patrese ousou e bateu numa curva nada a ver, deixando Tambay com a vitória acidental.

E para fechar seu ciclo na Ferrari, foi substituído por um piloto igualmente ruim, o Michele Alboreto.

Renault[editar]

Nos anos de 1984 e 1985 correu na Renault (com sua saída da Ferrari, a equipe melhorou bastante). Na Renault foram os dois melhores anos da carreira do piloto, já que perdeu qualquer protagonismo e poderia tranquilamente ficar em posições intermediárias sem que ninguém enchesse o saco ou cobrasse resultados.

Lola[editar]

E para finalizar a carreira da maneira mais merda possível, foi para uma equipe bem porcaria, a tal Haas Lola, que disputava as corridas com carros de brinquedo. Entre os vários abandonos e posições medíocres, destaca-se a sua quase morte no GP de Mônaco daquele ano, mas como o acidente foi numa disputa de posições com Martin Brundle, outro piloto igualmente lento, a batida não foi tão chocante como poderia ser, e Tambay saiu ileso do incidente.

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