Ode à monotonia da vida

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A 'Ode à Monotonia da Vida', de John Aglethorpe, é considerada a mais longa sinfonia da história, durando 1 ano, 3 meses, 2 semanas, 1 dia, 4 horas, 43 minutos e 2 segundos e meio na única vez que foi tocada. Esta música, dedicada à inútil vida de cada mísero ser humano, não passa do barulho constante do computador de John. Tudo que há é uma variação entre lá sustenido e si bemol, ou seja, é a mesma nota tocando incansavelmente sem parar.

Imagem das primeiras linhas da partitura original de Ode à Monotonia da Vida

Jonh idealizou a Ode à Monotonia da Vida enquanto estava no escritório. O chefe dele estava tentando enviar um documento por e-mail para Aglethorpe. Porém, como a política da empresa era manter o computador mais barato possível funcionando, John ficou esperando sua máquina com Windows 95 carregar. Enquanto esperava aquele marcador sair do 0,2% resolveu ir ao banheiro e ao voltar, descobriu que mal havia saído do 0,3%. Irritado, Jonh resolveu escrever uma Ode com base naquele dia, que revelou a idotice da vida e do chefe dele.

Passado do Compositor[editar]

Jonh Aglethorpe nasceu em uma família de classe média, filho de uma mulher e um homem medianos, numa região de altitude média dos Estados Unidos em uma maternidade mediana. Teve o nível médio de alergias em crianças, desempenho mediano na escola, no trabalho, nos esportes e na música. Nunca recebeu uma promoção ou foi rebaixado. Não vou continuar sua biografia pois a esta você deve estar quase dormindo.

Composição[editar]

Réplica da sala na qual foi composta a Ode à Monotonia da Vida.

John conseguiu imitar perfeitamente o barulho de seu computador à vapor porque encostou o ouvido no HD. Ele ouviu o computador gemendo num ritmo constante e monótono, imaginando o que estaria acontecendo lá dentro. Após 1 minuto e meio sem fazer nada exceto isso, ele se apercebeu da futilidade da vida e compôs a Ode. Após cinco anos escrevendo a música sem tirar o ouvido do monitor, Aglethorpe percebeu duas coisas. A 1° foi que o computador ficava variando entre lá sustenido e si bemol, e a 2° foi que ele perdeu 5 anos de sua vida mediana numa tarefa aborrecedora.

A Pausa dos 4 Dias[editar]

'Porque tudo é uma pausa e porque você não deve ligar para isso' de John Aglethorpe

Na página 927, há uma mudança de tom que agradou a fãs e críticos. É uma pausa de 4 dias na música. Segundo alguns, tal pausa significa a entrada de outra pessoa na sua vida, que para o ritmo monótono, que logo após um período recomeça. Para outros esta pausa foi escrita durante 4 dias de apagão na empresa de Aglethorpe, o que desligou o computador.

Em seu livro, 'Porque tudo é uma pausa e porque você não deve ligar para isso', Aglethorpe nos fala sobre a pausa dos 4 dias:

Cquote1.png ...um belo dia, no qual estava em meu trabalho de compor a ode, houve um curto circuito na empresa, o que quebrou a monotonia da situação da minha vida e parou minha fonte de inspiração, o computador. Por alguns momentos eu olhei pela estreita janela de meu escritório e vi crianças brincando com cachorros, um céu azul e um belo parque. Por alguns instantes pensei que a vida tinha sentido, e não era monótona, mas então, percebi que estava tendo um ataque de loucura. Em homenagem ao tempo que meu computador ficou desligado, compus uma pausa que durasse até o conserto dos fios da empresa... Cquote2.png
'

Ao final de seu livro, Aglethorpe menciona que se chegamos a tal ponto, é porque de fato nossa vida é monótona.

Performance[editar]

Michael Trumman, após a primeira nota de 'Ode à Monotonia da Vida'

A 'Ode à Monotonia da Vida', feita originalmente para piano, já foi adaptada para mais de 93745 instrumentos diferentes, apesar de só ter sido tocada apenas duas vezes, em piano.

Os únicos homens que conseguiram tocar tal melodia inteira foram Michael Trumman, que morreu ao tocar a primeira nota mas conseguiu terminar devido a aparelhos especiais em seu corpo, e Chuck Norris, que tocou todas as mil páginas da música em 3 segundos e teve uma pequena insônia no dia.