O Nome da Rosa

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Cquote1.png De que adianta ter nome? As Rosas Não Falam Cquote2.png
Cartola sobre O Nome da Rosa
Cquote1.png Meu nome é Enéas! Cquote2.png
Enéas sobre Nome
Cquote1.png O nome da rosa é rosa Cquote2.png
Capitão Óbvio sobre O nome da rosa
O Nome da Rosa é uma obra do escritor chinês, naturalizado na Itália, Umberto Eco. Trata-se um romance detetivesco, que é ironicamente baseado em fatos reais que aconteceram entre Itália e França na Idade Média no ano de 1327.

Protagonista da obra.

A obra, ficção que mistura aspectos históricos e políticos, mas que ao mesmo tempo satiriza a Igreja Universal das Testemunhas da Assembléia Metodista Batista da Congregação do Amor do Reino de Deus, é narrada em primeira pessoa, ou melhor, um personagem vai contando o que lhe aconteceu durante os sete dias em que ficou preso em uma Abadia, espécie de boate gay medieval, na qual ocorreram mortes estranhas e bizarras. Num primeiro momento, fica-se chocado com a obsessão do narrador com seu mestre, uma drag queen franciscana que vendia êcstasy para os demais frades e padres daquele lugar. Segundo Atso, o narrador, seu mestre (Frei Guilherme) "tinhus pintus et gigantescus omnia", ou seja, tinha um pênis gigantesco que se via em todos os lugares. Fato que pode ser observado com nitidez no prólogo e nos capítulos iniciais, que é quando passam a maior parte do tempo numa jacuzzi.

Nos capítulos seguintes, conforme as mortes vão acontecendo, o leitor perceberá nitidamente o quão brilhante é essa obra, cheia de referências literárias e ironias sutis que tornam "O Nome da Rosa" um clássico que merece e deve ser lido por aqueles que gostam de uma boa leitura. Enfim, como Machado de Assis disse certa feita "relaxe e goze", pois livros de ficção que prendem os leitores de forma inteligente, sem usar de subterfúgios banais ou já batidos, são difíceis de se encontrar.

Ver também[editar]

Os 100 livros do século do Le Monde