O Homem Que Tinha Tudo

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O dia em que o Mongul deu uma encoxada no Azulão.

O Homem Que Tinha Tudo foi uma história que saiu num anual de 1985 do personagem Superman. Essa história era muito cheia de pornografia (típico de histórias do Alan Moore) e muitos fãs abominaram essa história. Ainda assim existem uns nerds doentes que acham que essa história e O que Aconteceu ao Super Homem? são o suprassumo do supremo e blá blá blá, sacumé, esses nerds...

História[editar]

Tudo começa em Krypton (heim?) em que um cara chamado Kal-El (sim, o Superman em pessoa) está comemorando seu aniversário (lá chamado de "feliz primeiro dia", eu heim) com sua esposa Lyla Lerrol e seus dois filhos (heeeeeeeeeeeeim???).

Na Terra, mais precisamente no Círculo Polar Ártico, 29 de fevereiro de 1984, na Fortaleza da Solidão, Batman, o segundo Robin e a Mulher-Maravilha vão até a casa do Cuecão Vermelho pra dar os parabéns a ele. Mas ao entrarem no lugar, se deparam com uma cena horrenda: Superman dando o honório pro Mongul Superman popotizado por uma planta roxa no peito.

De volta à Krypton, Kal começa a ter umas impressões de que está sendo enganado, igual quem não reconheceu que era o Tiririca na propaganda eleitoral dele. Ele vai conversar com seu pai Jor-El e descobre que ele anda metido com uns malucos seguidores do GRANDE NAPPA!!! Grande Rao e dá umas broncas no pai por ele começar a acreditar no Dia do Julgamento feito um bando de bananas que dizem que o mundo vai acabar (21-12-2012??).

Os heróis tentam tirar a planta infeliz do peito do Super, acreditando que ela fez ele ir parar em Outra Dimensão, mas eis que surge o dono da planta, Mongul, chamando a bonitinha de Clemência Negra e dizendo que ela seria a forma de ele dominar todo o planeta.

Voltando à ilusão do Super, lá ele descobre que muitos malucos que não curtiam a Zona Fantasma do pai dele no Facebook tinham dado um créu na sua prima Kara Zor-El (rima infame detected). Quando tentava fugir com seu filho Van-El pro interior do país, apareceram uns doidos daquela religião chamada crentes Espada de Rao. Enquanto no mundo real rolava um UFC entre a Diana e o Amarelão do Mongul, em Krypton ia começar um quiprocó promovido por Jor-El e os membros da seita de Rao que tinham virado amiguinhos. Fugindo de toda a tormenta, Kal diz ao filho que percebeu que nada daquilo era real e que tudo aquilo non ecsistia.

O Super consegue ser libertado pelo Batman, mas o Bruce Wayne, mais uma vez mostrando sua bambisse, não aguenta a pressão e deixa a flor engoli-lo. Bruce então começa a achar que Thomas Wayne, seu pai, conseguiu desarmar o Joe Chill e virou o herói da noite. Liberto, o Super decide se vingar do Mongul ter o traído com a Mulher Maravilha e foi comer o cu do mesmo. Já o Jason Tood teve que se virar com umas manoplas gigantonas do Super pra salvar o Bruce de sua ilusão maluca. Robin com um estratagema sacana joga a flor no peito do Amarelo Cabeçudo, o levando a ficar acreditando que virou o REI DO UNIVERSO, AJAJAJAJAHHAHSJASAHSUHSAUIARAIRIARIAI!.

Por fim, após a confusão toda ter terminado (incluindo o pesadelo do Bruce, que sonhou estar casado com a Batwoman, desespero pra uma biba isso), começou aquela babação toda de presentes, e a história acaba acabando.