O Causses e o Cévennes, Paisagem Cultural Agropastoral Mediterrânea

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O Causses e o Cévennes, Paisagem Cultural Agropastoral Mediterrânea é um grande conjunto de montanhas cobertas do mais puro capim, com vista para o Mar Mediterrâneo e os quiosques onde são vendidos vinhos e queijos para serem consumidos fazendo biquinho. Esta bela paisagem por representar a evolução das instituições agrícolas, religiosas e escatológicas do modo de vida rural francês, foi considerada patrimônio mundial pela UNESCO.

Causses[editar]

Sarkozy visita o Causses para falar com um habitante local.

O Causses é um planalto de calcário infértil onde não cresce nenhuma árvore, absolutamente nada além de plantações de trigo que nem ratos tem coragem de ir comer. Os habitantes do Causses por algum motivo acham que ainda vivem na Europa feudal e passam os dias ordenhando vacas para a fabricação de alguns queijos.

Predominam em suas paisagens várias casas de pedra, fazendas e armazéns que simbolizam a organização agropastoral francesa do século XI e como esse povo não evoluiu até agora nem para tomar banhos regularmente ou as camponesas depilarem suas axilas.

Cévennes[editar]

O Cévennes é um grupo montanhoso onde vivem muitos Huguenotes, nome de uma sub-raça de hobgoblins que acredita na santidade do dízimo pagado em dia para enriquecimento ilícito de poucos que exploram a fé alheia.

A silvicultura é muito praticada pelos cévennesenses, mas como os vinhos da Provença-Alpes-Costa Azul são melhores, as uvas azedas do Cévennes são utilizadas apenas para a fabricação de cepacol e cremes dentais Tandy sabor uva.

Paisagem Cultural Agropastoral Mediterrânea[editar]

As montanhas do Causses e Cévennes são uma paisagem cultural por representar o íntimo relacionamento dos pastores com suas cabras, tão íntimo que eles nem precisam de mulheres. É agropastoral mediterrânea porque alguns pastores ao invés de cuidar de cabras, cuidam do capim, assim as cabras morrem de fome e mais rapidamente vão para a panela dos tira-gostos servidos nos quiosques na beira da praia do mediterrâneo.

Este é o último local na Europa que ainda se pratica a transumância, um sagrado ritual huguenote de circunsição de bodes usando os próprios lábios da sua boca.