O Caldeirão Mágico

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Este artigo faz parte do DesFilmes, a sua coletânea de filmes rejeitados.
Enquanto você lê, gente feia e peluda transa em uma pornochanchada

Night creature.JPG O Caldeirão Mágico surgiu das trevas!!

E está aqui pra puxar seu pé!

Puro osso.gif
O Caldeirão Afro Mágico
Poster-disney-oficial-25-caldeirao-magico.jpg
O filme que quase faliu a Disney!
1 hora e meia... de sono!
Direção George Lucas Ted Berman e Richard Rich
Elenco Taran
Dallben
Princesa Eilowne
Hen Wen
Gurgi
Flores Flama
Doli
Orddu, Orwen e Orgoch
Creeper
Rei de Chifres
Gênero Aventura
Animação
Fantasia
Falência
Produtora Disney Studio
Lançamento 1985
Idioma Em todas as línguas que puder imaginar
Exibição Levou mais de duas décadas pra
passar na TV (e apenas uma vez)


Cquote1.svg Você quis dizer: Caldeirão do Huck Cquote1.svg
Google sobre O Caldeirão Mágico
Cquote1.png Experimente também: A Lenda de Zelda Cquote2.png
Sugestão do Google para O Caldeirão Mágico
Cquote1.svg Levaram quase duas décadas pra fazer essa porra, e no final ainda foi uma bosta! Cquote2.svg
Crítica especializada sobre O Caldeirão Mágico

O Caldeirão Mágico (no original O Caldeirão Afrodescendente Negro) é até hoje uma das animações de maior renome na história da Disney pelo simples fato de ter sido o filme que quase faliu a empresa (QUASE, se ele tivesse se esforçado um pouco mais com certeza teria conseguido), isso porque seus criadores investiram uma grana preta prá-lá-de-absurda na produção dessa bagaça e levaram mais de uma década para concluí-la, sendo que no final o filme acabou sendo flopado pelo público, que preferiu assistir a adaptação horrorosa dos Ursinhos Carinhosos no cinema a ver essa desgraça.

Sobre a produção[editar]

Tudo começou nos anos 70 quando a casa do Mickey Mouse comprou os direitos de adaptação da série literárias As Crônicas de Prydain (e de lá pra cá a única coisa que a Disney realmente se empenhou em fazer foi comprar tudo o que fazia sucesso: foi assim com a Marvel, Lucasfilm, FOX e o caralho a quatro... Aceitem! A Disney vai comprar o Mundo!) e claro que com essa preciosidade nas mãos eles tinham que fazer o filme dessa joça; mas não seria um filme qualquer. Eles queriam fazer o mais melhor do melhor de todos os filmes da história do estúdio da face do Universo!

Daí começaram a sair contratando novos talentos artísticos qualquer idiota que soubesse desenhar (nem que fosse aqueles bonecos palitos ridículos, como foi o caso do Tim Burton) pra fazer essa super produção. Sábia decisão, não? Para ajudar esses novatos que estavam mais perdidos que cego em tiroteios, os veteranos de guerra trabalho iriam auxilia-los nessa árdua tarefinha. Em fim, tudo estava indo muito bem...

Quando todos se preparavam para começar a trabalhar nesse desenho dos infernos, eis que Don Bluth, o desenhista mãozinha de ouro da Disney, pede as contas no estúdio, bate seu último ponto no cartão e se demite por estar ofendidinho por como os novos chefões da casa do Mickey o estavam submetendo a tratamento de capacho (e também por não terem dividido a última bolacha do pacote com ele) e nessa ele ainda levou mais 13 animadores. Puta que pariu! Nem Lúcifer conseguiu tamanha façanha quando se rebelou contra Deus. Mesmo com os insistentes pedidos do fantasma do Walt Disney pedindo pra que ele ficasse, Don fechou a cara pra esse encosto, montou seu próprio estúdio de animação e pelo resto dos anos 80 fez uma reca de filmes que deixou a turma do Mickey morrendo de inveja (isso até termos a volta por cima de titio Disney & Cia nos anos 90... mas voltemos a falar de desgraça).

Com pouco cabelos brancos para ajudar os novos pseudo-artistas metidos a desenhistas profissionais, a Disney levou mais de dez anos pra COMEÇAR a rascunharem a porra do filme. Claro que com o passar de tanto tempo, já tendo efeitos especiais computadorizados, a criançada da época viciada no satanesco Dungeons & Dragons, a difícil tarefa de adaptar 5 livros numa história só e mais de 44 Milhões investidos na produção (até então o desenho animado mais caro da história... pelo menos esse feito ninguém tirou dele), a galera resolveu misturar tudo numa única gororoba e ver no que dava. Quando o filme foi apresentado ao presidente da companhia Jeffrey Katzenberg, este ficou chó-cá-dá com a quantidade de sodomia violência e o quão sombrio a animação estava. Daí o maluco foi pessoalmente até a sala de edição e apagou quase 12 minutos de cenas épicas de sanguinolência, decepamentos, sexo, drogas e rock'n roll (você sabe que um estúdio está no fundo do posso quando o próprio diretor executivo da empresa tem que fazer o trabalho sujo de um editor...) além de ter ganhado de brinde uma puta classificação PG 13 18+.

E assim em 1985 é lançado cheio de problemas e completamente sem um pingo de coesão O Caldeirão Mágico nos cinemas, competindo diretamente com a animação vagabunda dos Ursinhos Carinhosos (e ainda perdendo feio na bilheteria pro mesmo).

A Sinopse (sem sentido)[editar]

Spoiler5.JPG ATENÇÃO! O texto abaixo pode conter (ou não) um ou mais SPOILERS!

Ou seja, além de deixar o artigo com mais pressão aerodinâmica nas retas e mais estável nas curvas de alta, ele pode revelar, por exemplo, que Kira e L morrem, ou que Sansa se torna Rainha do Vale e declara a independência do reino.

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A história é quase uma espécie de aventura RPG celta medieval genérica, além de um plágio mal feito de Star Wars onde acompanhamos a vida nada interessante de Taran, um moleque chato que só a porra cuja única função é guardar porcos; na verdade o dono do chiqueiro é tão pobre que só tem uma única porca chamada Hen Wen, e Taran ganha à vida alimentando e dando banho nesse estúpido animal. Mesmo sendo um loser, Taran vive sonhando em se tornar um grande herói no futuro que salvará todo o reino do mal e todo aquele blá, blá, blá de protagonista com complexo de Luke Skywalker.

Em fim, ele trabalha pra um tiozão de terceira idade chamado Dallben Kenobi e diferente do Obi Wan que vivia botando ideias malucas na cabeça de seu pupilo, este vive tentando trazer Taran pra encarar a realidade, já que o garoto vive fantasiando tudo quanto é de coisa com os animais do chiqueiro (inclui-se fantasias sexuais também nessa joça... coitada da porquinha). O pior é que o velhote dá mais atenção a tal porca do que ao moleque dizendo que ela é muito especial (por que será que todo mundo é tão obsecado por ela? Será por falta de mulher?) e nisso a história segue de forma super sem graça e errada com os abusos que esse animalzinho vive sofrendo dos donos.

Taran e a porca vidente[editar]

Dallben, como um bom mestre, faz suas macumbas para meter Taran em alguma encrenca

Certo dia, eis que Taran está tomando banho com Hen Wen e ela começa a dar chilique; nisso Dallben pega os dois no flagra e pergunta o que diabos está acontecendo e Taran diz que a porca tava ficando atacada antes mesmo das pré-eliminares. Assim Dallben finalmente revela que a porca tem poderes paranormais de prevê o futuro e descobre que o tirano Rei dos Cornos de Chifres, uma espécie de Satanás que faz cosplay de Imperador Palpatine, está atrás do Caldeirão Negro, uma panela de macumba capaz de reviver um exército de zumbis que marcham ao passo de tartarugas. Por algum motivo que ninguém consegue explicar, o capiroto chifrudo descobriu que a tal porca pode revelar onde está o Caldeirão Negro, e nisso sobra pra Taran ter que levar Hen Wen pra um abrigo na puta que pariu antes que seja tarde demais. E assim finalmente começa a jornada do herói... ou do cuidador de porcos dessa merda.

Taran vai com Hen Wen pela estrada fora recitando seus monólogos entediantes, e no meio de uma de suas fantasias eróticas heroicas acaba perdendo a porquinha de vista. Como não queria voltar pra casa com o rabo entre as pernas deixando claro o quão inútil ele é, Taran sai desesperado entrando numa floresta mal-assombrada onde encontra Gurgi, um cachorro furry aidético de Chernobyl que apresenta ter algum tipo de parentesco com o Gollum (a diferença é que sua tara não é por anéis, e sim por maçãs) e este tenta roubar comida do garoto que nem um mendigo que não se alimenta á semanas, mas acaba fugindo que nem uma gazela no cio depois de escutar os gritos desesperados de um suíno fritando que nem churrasco.

Já Taran, como todo bom protagonista que esbanja uma insignificante pseudo-coragem, corre na direção dos gritos e acaba se deparando com a pobre porquinha sendo perseguida por dois dragões negros afrodescendentes de olhos vermelhos. Daí rola uma perseguição nada frenética pra ver quem fica com Hen Wen (o fedelho magricela ou as lagartixas aladas) sendo que no fim das contas a suína acaba sendo sequestrada pelos bichos voadores e Taran fica com cara de bunda olhando para o horizonte, vendo os malditos carregando sua única fonte de consolo sexual em direção a um castelo da Barbie mal-assombrado. Gurgi ainda tenta evitar que Taran vá até lá (inclusive se oferecendo como um novo sex-toy para o moleque), mas Taran ignora a cruza de chihuahua com vira-lata e vai atrás da dita-cuja.

No castelo trevoso do Chifrudo[editar]

Lugarzinho mais convidativo, não acham?

Depois de escalar varias uma torre e quase virar comida de crocodilo, nosso insignificante protagonista adentra o castelo malégino chegando numa sala repleta de barbaros onde a putaria rolava a solta, isso até a baixaria ser interrompida com a chegada do espanta-criancinhas Rei de Chifres no local. Para receber sua satanescidade, somos apresentados a um infeliz projeto de gárgula com sérios problemas de nanismo chamado Creeper que trabalha como capacho do vilão atendendo suas necessidades sadomasoquistas. No entanto o vermezinho pau-mandado diz que a festa de arromba era pra comemorar o sucesso do seu raquítico chefe, já que eles finalmente conseguiram capturar a tal Madame Cassandra versão suína, e trazem Hen Wen para o meio do swing acorrentada quem nem uma puta do Jabba the Hutt (coitada, saiu das mãos de dois zoófilos para ser estuprada por uma cambada de tarados... essa infeliz só se fode nessa porra de história).

Daí Creeper tenta fazer Hen Wen revelar onde diabos está o Caldeirão Negro, mas como uma grande cu doce que ela é se recusa a lhes dar (a informação, não a bunda), e nisso o gnomo feioso resolve apelar para o abuso do animal. Vendo que sua fonte de descabaço seria violada, Taran entra em cena pra impedir Creeper, mas acaba sendo encurralado pelos brucutus de plantão que está no lugar... Aliás, um plano genial da parte dele: Cquote1.svg Minha porca está em perigo, e preciso salva-la! Nesse caso, ao invés de bolar um plano super elaborado para resgata-la, vou pular no meio desses bastardos trogloditas e de seu chefe revelando que estou dentro do castelo e enfrentando-os mesmo sabendo que não tenho a mínima chance de vencê-los! Cquote2.svg Ideia 10/10! Nem Salomão teria tamanha inteligência!

Nosso pseudo-herói tentando evitar que sua porquinha vire linguiça

Nisso o Rei de Chifres manda que Taran faça a porquinha em fim lhe mostrar onde caralhos está a sua desejada panela mágica, e depois de uma sutil pressão com ameaças de morte por parte da galera, Taran resolve atender ao pedido do cornudo e prepara todos os ingredientes pra que Hen Wen comece seu ritual de macumba. Quando ela já estava prestes a revelar o lugar onde o caldeirão estava, nosso desengonçado protagonista dá uns piripaques, atira água benta na cara do vilão (que fica mais estragado do que antes) e tenta sair de lá com a porca o mais rápido possível. Infelizmente para o nosso "herói", ele só consegue mandar Hen Wen pra fora do castelo, já que antes que pudesse pular o desgraçado do Creeper o pegou, e assim tanto por ter botado a porquinha pra fugir de lá quanto pelo fato de ter estragado a maquiagem do rei chifrudo, Taran é atirado no calabouço sem direito a um júri e muito menos um advogado de defesa.

Fuga das galinhas do calabouço[editar]

No calabouço, enquanto Taran ficava chorando em posição fetal novamente recitando mentalmente seus monólogos sem sentido, eis que aparece iluminando seu cantinho penitenciário uma espécie de orbe parente da Navi (só que diferente desta, esse não é um linguarudo que fica gritando Hey! Hello! Listen! pra toda porcaria que aparece) e com esse troço conhecemos a Princesa Eilowne, uma ruiva loira burra que só carrega o título de realeza pra fazer parte das princesas da Disney (e nem nessa panelinha a menina entrou) já que o filme não dá a mínima em dizer a qual reino essa guria retardada pertence. Por alguma razão sabemos que seus pais não dão a mínima pra ela, pois que outra explicação seria plausível para essa patricinha estar perambulando nos calabouços do castelo trevoso do Satanás encapuzado? Enfim, Eilowne e Taran se juntam para tentar sair dessa bagaça de lugar.

Perambulando sem rumo pelas entocas, o casalzinho acaba indo parar num mausoléu, onde Taran tem seus níveis de ladino upados, após furtar uma espada muito estilosa de um esqueleto moribundo que descansava em sua tumba aconchegante. Isso incomoda a princesa que questiona o motivo dele ter roubado o pobre cadáver, ao que Taran responde Cquote1.svg Ora, ele não vai usa-la mais! Cquote2.svg (bem... errado o garoto não está, né?), e mais pra frente encontram um trovador mancebo que sofre de velhice precoce chamado Flores Flama, o qual é constantemente julgado por sua harpa desmentidora e que também acabou indo parar nesse lugarzinho infernal sem nenhuma explicação. Assim Taran o liberta enquanto Eilowne pergunta se ele está em apuros (tipo, o cara tá amarrado num tronco, gritando desesperado e quase virou comida de doguinhos... Não, imagina! Com certeza não deve estar nem um pouco em apuros...), enquanto os guardas-barbaros-sem-noção descobrem que os prisioneiros escaparam, e com isso nossa dupla plagiadora de Luke e Leia resolvem se mandar dali, inclusive deixando o coitado do bardo de meia-idade para trás (se até os protagonistas nesse filme se fodem, o que esperar dos coadjuvantes).

Taran todo empolgado com seu sabre de luz (notem a cara de admiração da Eilowne ao ver o tamanho do brinquedinho do garoto)

Enquanto corriam por suas vidas, Taran dá uma tropeçada (infelizmente, depois dos monólogos, o que esse moleque mais faz é tropeçar... pena não haver ortopedistas nesta época), se perde da princesa e acaba tendo que enfrentar um dos capangas do zumbi cornudo. Nessa o jovem pseudo-corajoso resolve finalmente usar a peixeira que estava carregando todo este tempo e descobre que a tal espada além de estilosa também era mágica, e assim (ainda sob efeito dos últimos alucinógenos que consumiu) ele começa a balançar o afiado e brilhoso objeto fálico pra tudo quanto é canto, mais feliz que pinto no lixo e se sentindo macho poderoso pra caralho (hunf! adolescentes...). Ao reencontra-lo, e se deparar com esta cena de auto descobrimento, Eilowne pergunta se o garoto está batendo bem da cabeça (a de cima, já que a de baixo parecia estar ótima) e ele diz que sim já puxando a menina para o cantinho juntos saírem dali o quanto antes.

Daí vem mais momentos de ação genéricos com Taran balançando sua peixeira alumiada contra os capangas do rei chifrudo, Eilowne admirada com o brinquedo do garoto, Flores fugindo do homem-macaco cachorros, até os três finalmente chegarem aos portões do castelo. É nesse momento onde Taran mostra o quão hominho ele é recebendo ordens de Eilowne, que o manda parar de ficar balançando seu brinquedo futilmente e usa-lo para sairem daquela joça. Assim, depois de corta as correntes para abrir o portão e escaparem para a tão sonhada liberdade, nosso projeto de herói parte com a princesinha para um lugar o mais longe possível dos paparazzis na esperança de finalmente perder sua virgindade com uma fêmea de sua espécie (até porque a porquinha já tinha tomado chá de sumiço)... Ah, sim! E o velhote do bardo Flores também consegue escapar com o casalzinho só pra constar. Depois disso Creeper é mais uma vez torturado pelo Rei de Chifres por sua incompetência e manda seus bichinhos escamosos com asas para encontrarem o fedelho e a maldita porca... de novo.

Encontrando o maldito Caldeirão Negro[editar]

Gurgi mostra toda a sua simpatia e amizade esfolando o bardo com problemas de artrite.

Depois de fugirem da casa do capiroto, a guilde formada por um (des)cuidador de porcos, uma donzela magrinha e um menestrel decadente começam a suspirar aliviados, e Taran (em mais uma de suas overdoses fantasias de grandeza) começa a se gabar por ter salvado a todos do castelo, mesmo com a princesa Eilowne dizendo que na verdade quem tirou todos de lá foi a porra da espada mágica (afinal tem sempre que ter uma estraga-prazeres no grupo de RPG). Nisso o casalzinho-teen tem sua primeira briguinha enquanto Flores só fica assistindo o barraco de camarote tentando meter o pentelho onde não é chamado. Depois que Taran se toca que foi um babaca e tenta fazer as pazes com a princesinha, que ficou de chororô por não aguentar ser chamada de puta "garota tola" (ai, ai... hormônios são fogo mesmo), o raquítico bardo é atacado pelo filhote de Chernobyl do Gurgi, e este ao ver Taran já vai logo dizendo que sabe onde diabos se meteu a tal porquinha dele. A princípio Taran fica relutante, já que além de não ir com a cara do Jar Jar Binks-pigmeu, também já encontrou coisa melhor pra saciar suas fantasias sexuais (não que Eilowne tenha jogado verde pra ele, mas sabe como são os jovens nessa fase da vida), no entanto acaba cedendo depois de se lembrar o quão puto Dallben ficaria se soubesse que ele perdeu o seu estúpido bichinho vidente. Assim Eilowne e Flores resolem ir com os dois patetas já que não tem coisa melhor pra fazer (e foda-se levar a princesa patricinha de volta ao seu reino ou mandar o velho bardo para o asilo mais próximo).

Seguindo a cartilha dos filmes da Disney, este também tem seus momentos magia e viadagem.

Seguindo os rastros do swing suíno, o grupinho acaba sendo sugado por um redemoinho em um lago, onde acabam indo parar em Narnia Fair Folk, um reino underground cheio de fadinhas, purpurina e tudo de mais gay que você puder imaginar. Lá eles conhecem o Rei Lego Leg Leg (ou Eidilleg no original, já que os tradutores de girico não sabem pronunciar esse nome) e seu assistente Doli, uma espécie de Seu Madruga em versão miniatura com antenas e asinhas. Por uma conveniência absurda de roteiro, nosso protagonista finalmente reencontra sua porquinha e diz pra galera dos pirilampos que Rei Chifurdo está em busca do Ricardão que lhe meteu gaia Caldeirão Negro, só que Leg Leg diz que essa tal panela de macumba está escondido em Morva. Como esta é uma região muito difícil de chegar, o rei das (sa)fadinhas resolve rebaixar promover seu pau-mandado Doli de servidor público do setor de esgoto da cidade para guia turístico da guilde de Taran até esse lugar localizado no cu do mundo.

Taran se reune com sua trupe, dá uma de Cebolinha e lhes conta o seu plano infalível para acabar de vez com toda essa presepada. O plano é: achar o maldito caldeirão e destruí-lo antes que o capiroto encapuzado o tenha em mãos (e o motivo já sabemos: para assim finalmente ele se tornar o herói fodão que salvou o reino e blá, blá, blá... Enfim, aquele lenga-lenga de sonhador que você todo mundo já está de saco cheio de saber), e como nem a princesa, nem o bardo e muito menos o filhote do cruzamento de Chewbacca com Gollum bate bem das ideias, acabam resolvendo ir com Taran, o qual já pela terceira vez deixa a pobre da Hen Wen para traz sobrando pro reizinho-fada ter de manda-la com segurança de volta a Dallben (certamente depois dessa o sósia de Obi-Wan nunca mais deve ter confiado uma mísera missão ao garoto, nem mesmo a de comprar 1 real de pão na venda da esquina).

Como podem ver, esta é mais uma animação focada completamente no público infantil.

Chegando a Morva, Taran e seus comparsas encontram uma cabana com duas coisas em abundância: caldeirões em queima de estoque e sapos, além de três bruxas velhas e mais feias que briga de foice: Orddu (a líder gananciosa do grupinho), Orwen (a tapada com hábitos canibais) e Orgoch (a gordinha pomposa com desejos de luxúria que só quer saber de tocar a harpa do Flores... Pois é! O coitado do bardo só se fode mesmo). Com isso Taran dá uma de macho escroto, aponta sua grande e longa espada contra as bruxas e fala que estão atrás do tal Caldeirão Negro. Impressionadas com o brinquedinho do garoto, Orddu resolve abrir um leilão dizendo que está disposta a trocar o caldeirão pela peixeira mágica do protagonista. Mesmo com Flores e Gurgi oferecendo outras relíquias para as bruxas (tais como uma harpa mágica arrebentada e resto de comida estraga), além da insistência de Eilowne para que Taran não abrisse mão da espada (até mesmo para ele não perder sua chance de descabaçar com a única personagem feminina dessa bagaça, ainda mais sendo uma loirinha gostosa e tapada), nosso projeto bosta de herói acaba fazendo a troca. Orddu bate o martelo da compra/troca e assim Taran é castrado e seus grupinho conseguem enfim encontrar a caceta do Caldeirão Negro (nisso já se foi quase uma hora de filme pra só agora mostrarem essa porra que dá titulo a desgraça do longa).

Depois de muito abra-kadabra, salagadula, bibidi-babidi-boo e tchuplec-tchuplim-no-ratiofly, as bruxas entregam a panela de macumba pra guilde dos perdedores, mas antes de desaparecerem revelam que o caldeirão é indestrutível (ou seja, fudeu com o plano infalível do Taran) mas que só o seu poder pode ser neutralizado (ou seja 2, nem tudo está completamente fudido). Segundo reza a lenda, o tal poder malvado será quebrado quando alguém se jogar dentro do tal caldeirão por seu próprio livre arbítrio, só que nesse processo o tal herói que se atirou lá dentro também morre (ou seja 3, voltamos a estaca zero). No meio dessa gandaia toda, Gurgi até chega a cogita se atirar lá dentro (para a alegria dos telespectaddores) mas acaba voltando atrás, e Doli, já muito puto da vida com toda essa viadagem, abandona o grupinho de merda. Nisso começa um momento muito emo, com Taran começando a perceber o quão otário ele é por ter vendido trocado a espada mágica pela panela maléguina, achando que iria destruir o caldeirão sozinho; ai Eilonwy começa a dizer que acredita nele mesmo ele tendo o pinto pequeno se achando um troxa e assim começa a pintar o clima entre os dois. Mas quando Eilonwy e Taran estão quase partindo para os finalmentes se beijando, eis que surgem os empata-foda dos soldados do Rei Cornudo que os seguiram até Morva, e como já era de se esperar, eles pegam o Caldeirão Negro e prendem o grupinho dos heróis levando todos de volta ao castelo do Tinhoso... Todos exceto o Gurgi que, como o bom cagão que ele é, foge no meio da muvuca.

Principais personagens[editar]

  • Taran - O protagonista chato e presunçoso da história. Um moleque metido a Luke Skywalker que de tanto consumir drogas, sofre periodicamente com alucinações e complexo de grandeza. Pensa que é um jedi, tanto que até furtou uma espada mágica pra provar que tem coragem;
  • Caer Dallben - O mestre de Taran. Um plágio do Ben Kenobi que obriga seu querido pupilo a trabalhar noite e dia cuidando de uma estúpida porca. É um dos poucos personagens que quer tirar Taran do fantasioso mundo das drogas pra que ele encare o mundo real;
  • Princesa Eilowne - Se temos cópias genéricas do Luke e do Obi Wan, é claro que também não pode faltar a da Princesa Leia. Eilowne é a típica donzela em perigo que toda historinha de contos de fada ostenta, que consegue sobreviver ao lado do herói só pra servir como parzinho romântico pro mesmo no fim das contas;
  • Hen Wen - É a tal porca que todo mundo no início da história quer tacar a lingüiça (e no meio do filme é ela quem quase vira lingüiça). É considerada especial por ter os mesmos poderes da Mãe Dináh e conseguir prever o futuro, ao que sua importância só se limita a isso (razão porque foi abandonada pelo resto do filme);
  • Gurgi - Personagem mais querido dentre todos, já que é o equivalente a uma cruza de Jar Jar Binks com o Smeagol. Mostra toda a sua bravura, sabedoria e utilidade desde sua aparição até o final do filme (além do seu apetite refinado). No entanto, até hoje ninguém faz ideia do que diabos é esse bicho;
  • Flores Flama - Um pobre trovador mancebo que sofre de velhice precoce e só está na história com o objetivo de se fuder. Não querendo parecer um plágio completo de Star Wars, decidiram colocar esse bardo idiota no lugar de um Han Solo (que no fim das contas é o C-3PO dessa joça). Além de ostentar um nome original difícil que só a porra de se pronunciar, Fflewddur Fflam, ainda tem uma harpa que denuncia todas as suas histórias mentirosas;
  • Doli - Guaraná diet brasileiro Um fada que mais parece uma versão em miniatura do Seu Madruga. Depois de anos trabalhando feito um escravo para o escroto rei das fadas, é rebaixado promovido de servidor público do setor de esgoto para guia turístico da guilde do Taran (só pra depois voltar a sua velha rotina miserável);
  • Orddu, Orwen e Orgoch - Três bruxas velhas corocas que adoram barganhar. Passaram tanto tempo isoladas do mundo e sem receber visitas que acabaram hospedando rãs e morcegos em sua decadente cabana no meio do pântano. Possuem um gosto peculiar pelo sexo oposto além de serem mal-comidas (motivo pelo qual querem trocar o caldeirão pela grande e poderosa espada do Taran);
  • Creeper - Gárgula pigmeu que é assistente do vilão principal dessa joça e que vive sofrendo bully do mesmo. Como Gurgi não podia servir como saco de pancada na obra, sobrou pra este pobre infeliz pagar o pato;
  • Rei de Chifres - O satanesco vilão da história. Um velho ressecado com artrite metido a Darth Vader que depois de ter tomado gaia quer se vingar de todos dominando o mundo com um exército de zumbis raquíticos. Só bota medo nos outros devido a sua cara feia de ameixa seca, pois mal tem força pra tentar se manter em pé;
  • Caldeirão Negro - Sim! Esse troço também é um personagem do filme, ou você tava achando que esse título era só de enfeite? Era um ex-rei que foi vítima de uma macumba dos deuses e acabou virando essa panela de pressão que ressuscita cadáveres mal cozidos;

Ver também[editar]

v d e h