Necropedozoofilia

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Clássica cena de necropedozoofilia nas Olimpíadas de Munique.

Necropedozoofilia é uma modalidade esportiva praticada pelos jesuítas que vieram em missão para o Brasil nos séculos XV a XXXIII. Recentemente, foi aprovada pelo Comitê Olímpico Internacional como um esporte olímpico, cujas provas serão divididas em 3 ou 17 categorias:

  • Estupro de pombos do Largo do Arouche
  • Sadomasoquismo equino com barreiras
  • Travestimento de pinguins
  • Prova de velocidade anal em alpacas
  • Caça erótica de pintinhos
  • Masturbação 4x100 com jabutis
  • Mutilação desordenada de golfinhos de uma pata só
  • Entre outras

Vale lembrar que na Grécia Antiga existiam trezentas e vinte e uma categorias, mas muitas delas foram banidas por decreto pelo Imperador Calígula no Império Romano por julgá-las ofensivas à moral da época. Até o século XIX, era praticada apenas a variação clássica, também chamada de Necropedozoofilia Gay. Porém, após um movimento crescente por igualdade de direitos, algumas fêmeas de wombat começaram a ser aceitas, até que em meados do século XX, as fêmeas já eram aceitas
normalmente em todas as modalidades.

Críticas[editar]

A prática desse esporte tem sido muito criticada pelos ambientalistas, sobretudo em países em que há torneios e campeonatos regionais, já que causou a extinção de mais de 500 espécies só no ano de 2010. O escândalo envolvendo uma moréia nos jogos Panamericanos de 2008, pega no exame antidopping pelo uso indevido de Complexo Vitamínico trouxe à tona a discussão da ética do uso de medicamentos controlados para cadáveres no esporte.

Necropedozoofilistas Famosos[editar]