Mateus da Costa Meira

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Mateus ao ser preso. Ele só foi perceber que estava na cadeia quando não encontrou a poltrona em que costumava jogar videogame.

Mateus Quinan, mais conhecido como O Atirador do Morumbi Shopping ou O Atirador do Cinema, foi estudante de Medicina na Santa Casa mas teve que trancar a matrícula depois de metralhar mais de 20 pessoas (matando três) e ser convidado a se hospedar Asilo Arkham Hospital de Custódia e Tratamento Psiquiátrico Arnaldo Amado Ferreira, em Taubaté, onde sempre joga uma biribinha à tarde com seus grandes amigos Maníaco do Parque e Chico Picadinho. Foi condenado a 120 anos de prisão por seus crimes, mas provavelmente não cumprirá a pena toda.

Cquote1.png Só porque é rico não vai ficar preso! Chega de impunidade no Brasil! Cadeia pra esses filhos da puta! Cquote2.png
Alborghetti sobre Mateus da Costa Meira

Antes dos crimes[editar]

Mateus sempre foi considerado uma criança distante e meio alheia ao que estava acontecendo a seu redor. Só foi perceber que seus pais haviam se separado três anos depois do fato e, mesmo anos depois da morte de sua avó, ainda esperava que ela lhe desse seus presentes de Natal -- o que lhe causou uma grande frustração. Segundo os psicólogos que estudaram sua mente doentia, essa frustração deve ter sido a responsável por sua vontade de matar.

Entretanto, como todo psicopata anti-social, Mateus ia muito bem nos estudos. Tanto foi que conseguiu, mesmo sem ser japonês, ser aprovado entre os primeiros colocados no vestibular de Medicina da Universidade de São Paulo. Seu desejo era se tornar neurocirurgião para tentar arrancar de sua cabeça, mesmo que à força, as vozes que lhe mandavam cometer crimes horrendos e pavorosos.

Na faculdade[editar]

Mateus na USP

Por ser um psicopata anti-social, Mateus raramente ia ao bar beber com seus colegas da faculdade, o que fez com que caísse nas graças do grupelho dos nerds excluídos que não passavam de Adolescentes Nerds, gordos e suados jogando CS dentro de uma LAN-House. Cercado de influências tão nocivas, sua vida se restringia a estudar, bater punheta e jogar jogos em rede. Como na época (1999) o Counter Strike ainda não existia, Mateus ficou viciado em Duke Nukem. Uma página de seu diário demonstra a influência do jogo em seus pensamentos obscuros:

Cquote1.png 16 de março de 1999
Querido diário,
O Duke Nukem é foda. Ele é meu herói. Ele mata. Ele mata os porcos, os monstros e os negocinhos verdes que rastejam. Eu também estou cercado de porcos. E de monstros. E às vezes saem negocinhos verdes do meu nariz. Eu tenho que fazer como ele. Eu vou matar também.
Cquote2.png
'

O diário de Mateus não foi levado a sério por sua mãe (a dele, não a sua, amado leitor), que achou que ele estava escrevendo um conto psicológico. No entanto, logo depois desse registro, o jovem teria ido à Cracolândia comprar uma arma. Como não encontrou um lança-foguetes, uma arma encolhedora ou uma bomba de aproximação, contentou-se com uma metralhadora Uzi e quatro pentes de cabelo de munição.

Tiros no cinema[editar]

Mateus em ação, já no banheiro do cinema.

Metódico, frio e calculista, Mateus quis reproduzir no mundo real uma cena de seu jogo favorito. Como ele se passava quase todo em bases alienígenas e puteiros, lugares em que não podia ou não queria entrar, restou-lhe ir ao cinema, onde uma das fases acontecia.

Assim, escolheu o cinema do Morumbi Shopping, situado no bairro de classe alta de mesmo nome em São Paulo, porque era o único a que sua mãe permitia ir. Pagou a entrada—mas pagou meia porque, malandrão, tinha uma carteirinha falsificada—e entrou. No cinema passava Clube da Luta, mas o filme não teve nenhuma relação com o crime, já que os personagens principais não usavam nenhuma arma. Acredita-se que Mateus tenha sido influenciado por filmes que realmente destroem o célebro, como A Lagoa Azul e Meu Primeiro Amor.

Durante o filme, Mateus sentou-se na plateia como um espectador comum e viu as peripécias do(s) personagem(ns) principal(is) por cerca de uma hora. Depois disso, levantou-se, foi ao banheiro bater uma bronha para criar coragem e voltou já atirando. Disparou duas rajadas, matando três pessoas, ferindo quatro e apavorando quinze. No total, Mateus fez trinta pontos e ganhou medalha de cobre na prova de tiro das Olimpíadas Pestalozzi para Jovens Problemáticos, não podendo receber o prêmio por ter sido preso.

Depois do crime[editar]

Na cadeia, Mateus tem aulas de pintura com Chico Picadinho.

Mateus foi condenado a 120 anos de prisão, o que só conseguirá cumprir caso se torne imortal. O mais provável é que algum descendente seu (caso venha a ter algum e pare de desperdiçar esperma no vaso de sua cela) cumpra a pena depois de sua morte, já que pelo Direito Penal Brasileiro os filhos devem assumir as dívidas dos pais, sejam elas quais forem.

Na época da chacina, a Revista Veja publicou uma matéria de capa alertando os pais para os perigos de videogames e filmes violentos, o que gerou um intenso debate na sociedade brasileira a respeito da influência desses produtos no comportamento de adolescentes. Em seguida, o tema ganhou o mundo, dando origem em 2002 ao premiado documentário Tiros em Columbine (Bowling for Columbine), do comunista americano Michael Moore.

Quando não está jogando cartas, Mateus passa o dia inteiro em sua cela com seu Playstation 2. Por via das dúvidas, os funcionários do manicômio não permitem que ele jogue jogos de tiro, limitando-o a outros mais inofensivos como Guitar Hero. Apesar de não atirar em ninguém, ainda assim Mateus consegue incomodar:

Cquote1.png Ele fica tocando Air Guitar o tempo todo e imitando o barulho das notas! Assim não dá pra dormir! Cquote2.png
Chico Picadinho sobre seu vizinho de cela

v d e h
Criminosos, degoladores e cometedores de assaçíneos em geral
Bruno se apresenta ao Bangu.jpg
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