Loja

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Chama-se loja (ou luginha, em hebreu[carece de fontes]) um estabelecimento comercial, especialmente varejeiro varejista, voltado a vender coisas que as pessoas não querem, por um preço que elas não podem pagar, para mostrar para pessoas que elas não gostam, algo que elas não são[1]

Origens[editar]

As lojas tirevam origem quando os primeiros nômades fixaram suas caravanas de comércio, depois de uma das carroças ter um pneu furado, e os comerciantes ficarem sem estepe step.

A primeira luginha surgiu em Jerusalém, no ano de 1900 e guaraná de rolha a.C., e destinava-se a vender a mãe de Salim. Segundo achados arqueológicos, a mãe de Salim foi vendida mais de oito mil vezes só no primeiro ano de existência da luginha, mas nunca foi entregue, nem uma vez sequer.

Estudos recentes mostram que outras lojas surgiram simultaneamente em outros pontos do globo, mas não optiveram grande sucesso.

No Alasca escavações encontraram vestígios de um estabelecimento que comercializava gelo, enquanto no Deserto do Saara encontrou-se uma antiga tenda que vendia areia, por quilograma.

Foi só em 1400 e lá vai pedrada que as lojas começaram a aceitar, além do dinheiro, o cheque, o cartão de crédito e o serviço escravo como forma de pagamento.

Redes de lojas[editar]

A primeira rede de lojas que se tem registro foi a Igreja Católica Apostólica Romana, com sede em Roma[2], e data do século IV d.C.. Seu fundador foi o imperador, general e megainvestidor romano Constantino Magno e seu principal produto à época eram as indulgências.

Com a Reforma Protestante, um antigo sócio de Constantino, Edir Macedo, resolve desfazer a sociedade e criar sua própria rede de lojas, uma franquia conhecida como Igreja Universal do Reino de Deus, cujo produto vendido diversificou-se, sendo oferecidas não só mansões no Céu, mas também casas populares, e desde apartamentos em coberturas nos Céus, até unidades mais populares, com um, dois ou até três quartos, com ou sem suítes, com ou sem vagas na garagem, piscina, espaço gourmet, ou academia; tudo com um valor de condomínio muito baixo.

Nessa mesma época surge a rede de lojas populares Casas Bahia, cujo fundador, o multimilonário brasileiro Baianinho, oferece pela primeira vez um sistema de pagamento em carnês, mesmo sem comprovação de renda. As Casas Bahia tornam-se rapidamente a maior rede de lojas de produtos para pobres do mundo, e a maior credora das classes C e D brasileiras.

Shoppings centers[editar]

Shopping centers são conjuntos de lojas cuja consepção arquitetônica assemelha-se a um labirinto e é especialmente eficaz com mulheres.
Crystal Clear app xmag.pngVer artigo principal: Shopping center

Não satisfeitos em tomar o seu dinheiro apenas nas lojas de rua, das quais é relativamente fácil fugir, no século XIX guildas de comerciantes fundam o primeiro shopping center.

A inspiração arquitetônica para os shopping centers foi o Labirinto de Creta, construído na Grécia Antiga por Oscar Niemeyer para abrigar o Minotauro. Assim como o labirinto grego, um shopping center é construído para que aquele que nele adentre, não consiga sair nunca mais, e mesmo quando encontra a saída, valida o cartão de estacionamento, jamais conseguirá sair com seu carro nos quinze minutos de tolerância.

Lojas virtuais[editar]

O século XXI trouxe consigo uma nova modalidade de comércio: o comércio virtual.

Na internet, uma loja virtual é um website voltado a vender imagens em jpg de produtos e serviços pela metade do preço de uma loja física e um quinto das chances de entrega, resgatando o modelo de Salim, que vendia a mãe e não entregava.

Ver também[editar]


  1. A esse fenômeno também dá-se o nome de status.
  2. ORLY?
  3. Nem foi citada nesse artigo, mas afinal por que tem esse nome? Vende o quê?