Lenda do Açaí

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Rambo.jpg Bem-vindo à selva!

Este artigo é sobre algo ou alguém localizado no meio do mato e vai te levar para o Lado Verde Escuro da Força. Se vandalizares, Rambo vai descarregar a metralhadora no meio da tua fuça!

Hoje, iremos contar a história dessa frutinha aqui! Esse vinho é feito a partir dela (ou não)

Cquote1.png Você quis dizer: Possível origem do açaí oposta à Teoria da Evolução? Cquote2.png
Google sobre Lenda do Açaí
Cquote1.png Experimente também: Lenda do Guaraná Cquote2.png
Sugestão do Google para Lenda do Açaí
Cquote1.png O que é açaí? Cquote2.png
Qualquer pessoa que não seja nortista sobre o açaí
Cquote1.png Eu já tomei com granola! Cquote2.png
Reconhecendo alguém que não é nortista
Cquote1.png Açaí bão é com farinha e camarão! Cquote2.png
Verdadeiro Nortista sobre o que é bão com açaí

Apresentação[editar]

Apreciado da forma errada nos estados fora da Amazônia (sendo acompanhado com granola, mel e outras frescuras) e da forma certa no norte do país (com farinha, camarão, peixe ou charque), o açaí é um delicioso manjar, degustado (não importando o modo) por várias pessoas, não só no Brasil como no mundo todo, além de ser um ótimo energético e anabolizante natural (sem a necessidade de hormônio de cavalo). Assim como o guaraná, ele é um fruto que não poderia deixar de ter uma lenda para explicar a sua origem, não que isso fosse importante de ser feito, mas como índio não tem mais nada pra fazer do que criar estórias, assim surgiu também a Lenda do Açaí (sim, mais uma lenda de origem indígena).

A Lenda[editar]

Cquote1.png Minha terra tem palmeiras de açaí! Cquote2.png
Gonçalves Dias mostrando que conheceu a Lenda do Açaí (ou não)

Em uma aldeia cigana indígena (claro!), o cacique decidiu decretar uma nova lei, sancionando a morte de todo e qualquer curumim que viesse a nascer na tribo a partir da data da criação da devida lei. Isso se deveu pelo motivo do grupinho indígena estar passando por uma grave crise financeira, devido a globalização e nacionalização de seus bens naturais por índios de outras tribos, o que corroborou para a quebra da bolsa de pesca e caça dessa tribo, acarretando na tal crise. Quanto menos indiozinhos nascendo por alí, mais a tribo poderia plantar e colher para os que já estavam vivos, tendo em vista que, se uma mulher fica grávida, ela fica inútil por nove meses e tem o direito de receber a licença maternidade por seis meses, coisa que a tribo não poderia garantir pelos problemas que enfrentava.

Iaçá churando a morte de seu filho ao melhor estilo Kiko!

Todo mundo apoiou a ideia do cacique e, a partir daquela data, vários bebês começaram a ser executados. A filha do Cacique, chamada de Iaçá (mais tarde vocês vão entender o porquê), era uma índia bem gostosa fogosa, mas que, por não usar camisinha com o seu último macho, acabou contraindo uma DST gravidez indesejada. Como nem mesmo a filha do cacique era excessão à regra, ela resolveu esconder o menino que nasceu na floresta (me pergunto como o pai não desconfiou da gravidez dela), até que ele tivesse grande o suficiente para se passar por um índio que nasceu bem antes da criação da lei (o que era, simplesmente, impossível). E o tempo foi passando sem que, todo o santo dia, ela ia visitar seu filhinho que ficava bem escondido.

E assim, tanto o menino quanto a mãe, viraram uma árvore (WTF?)

O pai dela, temeroso pelo que poderia estar levando a filha todo o santo dia para o meio do mato, resolveu seguí-la em sua última andança. Para a sua surpresa, deparou-se com ela segurando um bebêzinho que tinha mais a cara do primo dela, do que da própria índia. Envergonhado por sua filha, executou a criança alí mesmo e na frente dela, para mostrar quem é que realmente mandava naquela porra, para a desgraça da pobre Iaçá, que teve que chorar por dias e dias, pelo seu bebê brutalmente assassinado pelo próprio pai. Ela recorreu ao IBAMA, ao IBGE, à FUNAI, mas ninguém poderia ajudá-la, já que a morte do bebê já tinha sido feita, então, seu último recurso foi apelar para o Céu.

Cquote1.png Ó Tupã! Pela minha virgindade que não tenho mais traga o meu filho de volta, ou poupe a nossa tribo de tal lei, dando-nos comida o suficiente para o sustendo de toda essa pobrada indígena! Cquote2.png
Iaçá implorando a Tupã por sua tribo

Pegador do jeito que era e atencioso com suas filhas, Tupã atendeu aos desejos da moça, fazendo com que a mina acordasse durante uma noite, ao escutar choros de um baby do lado de fora de sua casa oca. Reconhecendo o choro, Iaçá vê o seu filho do lado de fora, sorrindo para ela e ela o carrega nos braços. Porém, seus pés haviam se transformado em raíses, suas mãos em galhos e seu corpo em uma palmeira (WTF?, sim ela virou uma arvore). O bebê em seus braços, transformou-se no fruto dessa frondosa árvore, de cor preta afro-descendente e comestível.

Ao acordarem, todos da tribo se depararam com a grande árvore que havia surgido, ao perceber que sua filha Iaçá havia sumido, a ficha do cacique caiu e ele percebeu que a árvore era a sua própria filha, que foi transformada para que pudesse ser comida por todos (ui!). Para homenagear a sua filha, foi dada a árvore o nome de Açaí que, coincidentemente, é Iaçá de trás para frente (ORLY?)!

Ver também[editar]