Le Havre

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Francia d.JPG ALLONS EN₣ANTS DE LA PUTARIE!!

Este artigo è ₣rancês! Ele não toma banho, come camembert e faz biquinho. O autor já mendigou na Avenue Champs-Elysèes e è xenofòbico.

Cuidado! A qualquer momento um alemão pode invadi-lo!

Este artigo é um
Patrimônio Mundial da Humanidade.

Pode ser uma ruína, uma cidade
de merda, um matagal abandonado,
mas está protegido!

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Leitura recomendada apenas para
pessoas com cultura.

A UNESCO monitora este artigo.


Le Havre é uma cidade francesa que fica numa das melhores áreas do país, pois sua localização lhe permite ser facilmente dominada por ingleses, alemães, Acreanos, entre outras nações. De tantas invasões, tiveram que reconstruir a cidade. O arquiteto encarregado do trabalho fez os prédios no estilo neo- viadístico, um estilo recente que surgiu na França.

História[editar]

Mais um dia pacífico e comum em Le Havre.

Talvez seja por causa dessa arquitetura diferente que Le Havre seja um patrimônio mundial. A cidade foi construída para servir de base e sustentar invasões francesas contra os países inimigos, que ficavam próximos. Naquela época, o exército francês tinha esperanças de que um dia poderia ganhar alguma guerra sem precisar de ajuda. Por causa dessa confiança toda, eles fizeram a cidade próxima à Alemanha e ao Reino Unido.

O problema é que eles nunca ganham as guerras, pelo contrário, só perdem. Para piorar, como Le Havre estava bem no meio do campo de batalha, era ela que mais se ferraria. Durante a Segunda Guerra Mundial, a cidade foi totalmente destruída. Como ela não oferecia resistência, acredita-se que Le Havre foi atacada principalmente por soldados com dor de corno, que descontaram nos pobres cidadãos o chifre que tomaram das suas esposas.

No final da guerra, a cidade estava uma porcaria. Percebendo isso, um arquiteto primo de Clodovil decidiu aproveitar a oportunidade realizar seu sonho de infância e construir uma cidade fashion. Assim, ele se ofereceu (não pensem besteiras) para refazer a cidade. Sem ninguém melhor, ele foi escolhido para o trabalho. Depois da reconstrução, Le Havre ficou com uma arquitetura "moderna e fashoion, meu amorrrrrrrrrrr"; segundo as palavras do próprio arquiteto.

A UNESCO decidiu transformar o local em patrimônio mundial por representar a nova arquitetura francesa, mais gay fresca chique do que antes. Hoje Le Havre sobrevive vendendo restos de bombas que atingiram a cidade para o mercado negro, onde os explosivos usados são misturados aos gatinhos para intensificar os efeitos da droga no cérebro.