Launch Octopus

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E é especialista em natação. Se você vandalizar, ele te joga uma tsunami, então cuidado com os tubarões e não leia sem usar uma máscara de oxigênio.

Launch Octopus atacando um navio humano.

Cquote1.png Você quis dizer: Squid Adler Cquote2.png
Google sobre Launch Octopus
Cquote1.png Um verdadeiro artista, hm. Cquote2.png
Deidara sobre Launch Octopus

Launch Octopus é um polvo terrorista que fez parte da primeira manada de robôs animalescos da série Megaman X. De todos os vilões que fizeram aparição no game, Launch Octopus é de longe o mais apelão deles, principalmente pelo fato de que mesmo usando sua fraqueza contra ele, não será de muita utilidade, já que a mesma, para o seu azar é a arma mais inútil de todo game (sim, estamos falando daquela esfera azul tosca que você adquire vencendo o Armored Armadillo). Por ser o primeiro bicho que aparece na tela de seleções de fase, vítimas infelizes, por pura lógica, deduzem que ele será o mais fácil, pois geralmente é o que acontece em todos os games. Por conseguinte, assim que deparam-se com o desgraçado, acabam ficando com traumas eternos, já que o maldito se apropria de inúmeras apelações para acabar com sua raça, tais como armamento bélico, peixes explosivos voadores e drenagem de energia. Ou seja, é bem provável que você não dê nem pro cheiro. O pior de tudo é que é impossível deixá-lo por último, pois a arma dele é necessária para que você consiga matar Boomer Kuwanger e a arma desse último é necessária para que você possa matar Sting Chameleon, que são os segundos na escala de apelação do game. Ou seja, de uma forma ou de outra, você vai ter que apanhar muito para o maldito antes de zerar o game. Launch Octopus vem ser o mais importante membro da 6ª Unidade Marinha de Sigma, e aparentemente, Launch Octopus detesta humanos por provavelmente considerá-los pragas inferiores indignas de qualquer tipo de proteção, sendo que para ele, o mundo estaria melhor sem os mesmos.

História[editar]

Octopus tendo dificuldades em se adaptar a forte pressão do fundo do mar... Se ele fosse um ser humano, a essa altura já teria tido seus intestinos prensados contra sua cabeça, numa espetacular sopa de vísceras.
Launch Octopus e seu simpático olhar ao avistar um humano.

Launch Octopus foi o único a ver a luz dentre aproximadamente 150 mil ovos robóticos. Octopus não chegou a conhecer sua mãe, pois quando a cápsula de segurança o ovo no qual se encontrava eclodiu, sua mãe já tinha entrado em modo de autodestruição pouco tempo depois dele sair da casca, indo para os becos do além, assim como acontece com todo polvo que se preze. Chocado com a triste realidade de sua espécie, Launch Octopus já acaba sendo obrigado a se virar sozinho desde cedo. Ele inicia sua vida tentando se alimentar de algas murchas, pois como elas podiam ser encontradas em qualquer buraco marítimo, ele poderia se alimentar em segurança enquanto evitava fazer parte do cardápio matinal das águas-vivas animatrônicas que viviam perambulando aos montes a fim de um lanchinho dando sopa. Por mais que tenha conseguido viver alguns meses só comendo algas, ele se dá conta de que odiava aquela nojeira, e começa a se alimentar de pequenos peixes e crustáceos que passavam ingenuamente perto de sua toca.

Certo dia, Octopus decide dar um basta, pois ficar ilhado numa caverna escura e suja, rodeado pelo medo e pela constante insegurança de que poderia a qualquer momento ser capturado e virar a ceia de de domingo não era vida. Logo, mesmo sob a possibilidade de não ver a luz do amanhã, Octopus sai de sua toca e decide aventurar-se pelo mundo afora. Infelizmente, não consegue nadar nem 5 metros direito e já acaba sendo atacado por uma água-viva, faminta e sedenta por sangue carne. Em meio ao desespero e movido por seus instintos, Octopus se põe em posição de luta. Poderia morrer, mas lutaria até seu último suspiro de vida. No meio da luta, porém, após levar uma surra e prestes a virar presunto, Octopus olha para seus tentáculos e percebe que possuía ventosas fora do comum. Assim, numa última manobra de defesa, Octopus prende seu oponente, e começa a drenar sua energia, recuperando suas forças enquanto seu inimiga ficava cada vez mais fraco, até que finalmente cai duro no chão. Octopus nunca mais teria problemas com predadores daquele dia e diante.

Os tempos passam, e Launch passou a levar uma vida comum como qualquer cidadão de bem: concluiu o Ensino Médio, arrumou um emprego e arranjou uma namorada. Nos finais de semana, quando sua namorada não cismava em ir ao cinema assistir aos novos filmes do Leonardo DiCaprio ou fazer qualquer outra coisa desinteressante, Octopus ficava livre para descansar e se dedicar a seus hobbies, entre os quais estavam assistir aos seus Animes favoritos (como todo japonês que se preze) e assistir também documentários no National Geographic sobre o fundo do mar. Aquilo é claro lhe rendia reclamações de sua namorada quando essa tirava o final de semana para lhe fazer uma visita e perturbar a sua paz e sossego, mas ele costumava usar discretamente um fone de ouvido minúsculo, e geralmente não prestava atenção nas queixas dela.

Octopus utilizando seus tentáculos para realizar uma série de rituais de invocação a Cthulhu.

Assim que chega aos 22 anos, Launch acorda pela manhã e se depara com uma multa milionária em seu correio, com uma notificação. O aviso dizia que Launch Octopus deveria pagar aquele valor até o final do mês, caso contrário seria considerado um infrator da lei e potencial inimigo do estado, e um esquadrão de extermínio seria enviado até sua casa para eliminá-lo. A causa daquilo seria o fato de que Launch se esquecera de alistar-se no exército quando completou seus 18 anos de idade, e aquilo seria algo inadmissível. Porém, a miséria que Octopus ganhava em seu emprego de quinta como vendedor ambulante mal dava para pagar a conta de energia no final do mês, que dirá uma multa daquelas. Octopus se dirige até o quartel-general mais próximo, pronto para implorar de joelhos uma maneira de aquela dívida ser perdoada. Ele jura que não teve culpa, já que seus pais morreram cedo e nunca existiu ninguém para ensiná-lo sobre as questões importantes da vida. Porém, não teve sucesso algum, e a única coisa que conseguiu foi ser tocado pra fora do estabelecimento com um chute nos fundilhos por parte do general.

Octopus volta pra casa de mãos abanando e com o psicológico instável só de pensar naquela dívida abismal. No dia seguinte, quando estava prestes a se enforcar por não ter grana suficiente para pagar aquela indenização, eis que ele recebe uma ligação de última hora do general. Um grupo de humanos tinha iniciado um ataque a toda comunidade aquática, despejando todo tipo de lixo, veneno e óleo de motor em mar aberto como se esse fosse um aterro sanitário, e aquilo era uma clara declaração de guerra. Octopus teria sua dívida perdoada pelo estado, mas para isso precisaria lutar no exército ao lado de vários outros robôs marítimos. Como não tinha tido nenhum treinamento especial, caso sobrevivesse, não precisaria mais pagar nada. O general estava bem seguro de si, afinal, Octopus era apenas um zé-ninguém que serviria como escudo enquanto os soldados devidamente treinados fariam todo o trabalho na batalha contra os humanos.

Ódio aos humanos[editar]

Os efeitos psicológicos da dívida foram tão graves em Octopus, que o pobre coitado acabou entrando numa depressão forte a ponto de deixar de se alimentar adequadamente, o que acabou resultando num severo episódio de anorexia nervosa.

Assim que recebe a oferta do general, Octopus topa na hora. Não tinha nada o que perder, afinal de contas já ia se matar mesmo, e caso sobrevivesse estaria no lucro, e de sobra, nem precisaria pagar mais a dívida. Octopus é designado para o grupo dos principais trunfos do exército, mas não por ser uma peça crucial, e sim para servir como isca enquanto os demais davam cabo dos humanos, sem qualquer baixa importante. Entre seus integrantes estavam Duff McWhalen, Squid Adler e Bubble Crab, todos exemplares servidores da nação. Mesmo que Duff e Bubble tratassem Octopus como um inútil mero amador, ele logo faz amizade com Squid Adler, já que ambos eram moluscos e possuíam tentáculos, e passaram a ser como irmãos (na verdade, acredita-se que eles sejam de fato irmãos, mas esse é mais um daqueles grandes mistérios da vida). Porém, o que seus colegas não sabiam, era da incrível capacidade de drenar energia de Octopus, e graças a mesma, o grupo sai vitorioso. Na verdade, não foi bem sua habilidade de drenar energia que os levou a vitória, e sim seu abraço robótico, que quebrava todos os frágeis ossos humanos de seus oponentes. Assim, para infelicidade do general, a dívida foi perdoada e de sobra, Octopus ganha uma medalha de honra diretamente do presidente dos oceanos, Aquaman, numa grande cerimônia.

Porém, nem tudo são flores algas na vida. A batalha travada entre os robôs e os humanos teve um preço. Assim que voltou para casa, toda a suas pequena cidade havia sido completamente devastada. Não tinha sobrado ninguém: nem animais, nem plantas e nem os vizinhos. Octopus desesperadamente procura por sua namorada, a única que ainda restava e que conseguia lhe aturar com suas manias anormais. Quando Octopus finalmente a encontra, ele tem um choque: ele se depara com um cadáver. Na verdade, nem mesmo cadáver, a única coisa que ele acha são dois dos tentáculos flutuando no fundo do mar. Nesse exato momento, Octopus se revolta de vez contra a humanidade e declara ódio a todos os humanos. Nesse dia, Octopus acaba entrando em um longo processo psicótico-depressivo, e passa a ir frequentemente a superfície sequestrar pessoas para poder esmagar seus ossos para saciar sua sede por vingança. E não apenas isso, Octopus trouxe novamente à tona o mito do Kraken, ao atacar navios nórdicos e assassinar todos seus passageiros, além de intensificar os boatos sobre o Triângulo das Bermudas, onde costumava emboscar navios humanos e atacar seus passageiros, os quais nunca mais eram vistos, caracterizando o fenômeno do desaparecimento inexplicado.

Certo dia, Octopus estava tranquilamente em sua nova toca (tinha voltado as origens após seu psicológico ser enviado para o brejo) assistindo a uma novela mexicana do SBT, quando repentinamente a programação é interrompida por um daqueles plantões inconvenientes fora de hora. As notícias mencionavam um ataque terrorista as Torres Gêmeas. Por mais sádico que possa parecer, aquilo deixou Octopus fascinado, e o induziu a pesquisar mais a respeito do Oriente Médio e ataques terroristas. Após dias de pesquisa, maravilhado com tanta gente se matando naquela região na base de explosivos, bombardeios e tiroteios, Octopus decide dar um novo rumo a sua vida: matar humanos com classe. Assim, ele presta vestibular e ingressa na faculdade de Engenharia Nuclear, especializando-se posteriormente em Engenharia Militar.

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Assim que se forma, Octopus faz uma prova seletiva para ingressar na Al-Qaeda. A prova consistia em testar a capacidade estratégica por meio de revistinhas de lógica da Coquetel e também o nível de destruição em massa que cada candidato poderia causar individualmente. Octopus passa em primeiro lugar após destruir a embaixada norte-americana no Paquistão, o que lhe garante também o posto de comandante da marinha terrorista. O próprio Osama Bin Laden teria convidado Octopus pessoalmente para almoçarem juntos em diversas ocasiões em que o mestre terrorista queria elogiá-lo pessoalmente por seus serviços. Durante o tempo em que atuava na Al-Qaeda, Launch desenvolveu sua obra-prima: explosivos em formato de animais marinhos, caracterizados por investidas extremamente rápidas e precisas, impossibilitando qualquer chance de fuga de seus inimigos, que em geral, eram fragmentados em vários pedaços simétricos.

Quanto mais tempo atuava explodindo humanos, mais convencido de que aquilo era uma obra de arte ele ficava. Porém, o que é bom dura pouco: finalmente chegou o momento em que Osama teria sido capturado e supostamente morto pelos EUA, e os dias de glória da Al-Qaeda encontraram seu fim. A organização ficou completamente desestruturada, e instaurou-se uma briga interna para assumir a liderança da mesma. Como Launch só estava ali para passar o tempo explodindo pessoas, e não tinha nenhum interesse nas questões administrativas, ele decide pular fora, e a liderança acaba ficando para Bomberman. Vendo que não teria mais oportunidades de fazer aquilo que vivia para fazer, Launch acaba desanimando para a vida e tendo de trabalhar com explosivos artesanais para sobreviver e pagar as contas. Seu maior cliente era Bowser, para o qual confeccionava Torpedo Teds programados para caçar encanadores.

Aliança ao careca e Derrota[editar]

Octopus caçando alguns mergulhadores humanos para pendurar suas respectivas cabeças em cima da lareira.

Porém, chega o dia em que o rumo das coisas muda: Launch recebe a visita de um careca psicopata, que estava disposto a lhe oferecer mais uma oportunidade para acabar com humanos, caso se aliasse a ele. Sem nem pensar duas vezes, Octopus aceita, e volta a ativa para fazer aquilo que mais gostava nesse mundo. Assim, Launch Octopus é designado como general e principal membro da Unidade Marítima do careca. De acordo com o mesmo, todo o conhecimento em armamento bélico e nuclear do polvo seria de suma importância em sua empreitada de dominação mundial, já que seria muito mais fácil afundar os navios humanos através de torpedos, explosivos e mísseis perseguidores. Por se apropriarem de tecnologia obsoleta e embarcações de madeira e materiais de quinta dos tempos da brilhantina, os humanos não tinham muito o que fazer a não ser cair na água e esperar uma lenta morte por afogamento ou virarem a janta dos tubarões.

Octopus aparentemente foi o primeiro dos animais mecânicos a ser recrutado por Sigma. Ou seja, quando ele chegou naquilo que deveria ser sua base marítima, o lugar não passava de um ferro-velho aquático aonde eram descartado restos de automóveis, máquinas de lavar quebradas e outros pedaços de metal sem nenhuma utilidade. Ou seja, antes de a base se tornar operacional, o local teve de passar por um longo processo de reciclagem e renovação. Para tal, Octopus escravizou alguns robôs em formato de animais que antes de sua chegada viviam felizes nadando pela região e os espalhou por todo o lugar como guarda-costas para quebrar um galho até as coisas ficarem perfeitas. Seus guarda-costas ficavam expulsando curiosos das redondezas quando Launch Octopus precisava sair para comprar material clandestino para construção de seus artefatos bélicos ou quando precisava sair para afundar embarcações em alto mar.

Octopus é conhecido por toda sua simpatia, sendo famoso pelos populares abraços carinhosos que distribui aos visitantes.

Certo dia, pouco tempo depois de conseguir deixar a sua base dentro dos conformes, Octopus se depara com um verdadeiro caos após voltar de mais uma longa tarde de trabalho. O lugar estava uma bagunça, e seus lacaios estavam todos enfeitando o fundo do mar aos pedaços. Launch então se dá conta de que algum corajoso tinha tido a audácia de invadir sua base secreta. Launch fica puto da cara, pois tinha acabado de ajeitar o lugar e pago há uma semana a última prestação do material usado na reforma da base. Assim, ele vai pessoalmente de encontro ao vândalo que tinha sido responsável por aquela catástrofe. Assim que encontra seu adversário, ele percebe que não passava de um robôzinho azul tosco que tinha invadido o lugar para roubar alguns peixes exóticos que Octopus criava em cativeiro e vender para pirralhos humanos catarrentos. Aquilo só contribuiu ainda mais para seu ódio, e sem perder tempo, Octopus começa a atacar seu oponente.

Ele inicia sua investida pulando e arremessando Bullet Bills em direção a seu oponente, que fica completamente desequilibrado e sem saber como desviar. Launch continua seus ataques, dessa vez, lançando contra seu rival algumas piranhas perseguidoras explosivas, que vão direto de encontro ao infeliz o acertando em cheio. Por fim, Octopus completa seu combo ao saltar sobre seu oponente e drenar quase completamente a energia do infeliz. O robô azul tenta apelar, atirando contra Octopus uma bolota azul tosca. Octopus, por ser um estrategista nato, sabia muito bem que seria um problema se aquilo o acertasse, e lança contra as bolotas mais de ses torpedos, cancelando os ataques. Porém, seu oponente também deixa de ser um completo mané e parte para a estratégia, atirando as bolotas na cabeça de Octopus. Foi uma jogada esperta, já que Launch tinha uma cabeça muito maior que a de um alienígena, o que a tornava um alvo fácil. De tanto levar bordoadas na cabeça, Octopus encontra seu fim, e seus restos metálicos acabam virando peças decorativas no fundo do mar.

Fase[editar]

Acredita-se que Launch Octopus sofra de hidrocefalia, a famosa "Síndrome da Cabeça Grande", o mesmo mal que Jason Voorhees sofria quando era criança ( e principal motivo do mesmo ter afundando a uma velocidade incalculável quando fora jogado naquele lago)

A fase de Octopus, como já mencionado, é uma base marítima usada como ponto estratégico para afundar navios humanos. Porém, no início não passava de um depósito de lixo no meio do oceano, onde as pessoas jogavam todo tipo de nojeira imaginável. Inicialmente, Octopus teve de investir num poderoso sistema de despoluição aquática, já que era despejado ali o esgoto de toda cidade. Para garantir que o lugar não voltasse a sua deplorável situação, Octopus teve de eliminar todos os humanos da região. Em seguida, se apropriando de seus conhecimentos em armamento nuclear, ele criou inúmeras embarcações militares, equipadas com todo tipo de parafernália para deixar o lugar com cara de base. Para tornar o lugar mais agradável, ele também passou a atuar como reserva aquática destinada a proteção de espécies marítimas exóticas, tais como serpentes do mar, lulas-colossais, sereias e plesiossauros. De sobra, o lugar também passou a disponibilizar parte de sua água para a irrigação da reserva florestal administrada por Sting Chameleon, o que prova que Sigma, apesar de odiar os humanos, preza pela sustentabilidade e conservação do meio ambiente.

Ao fundo de toda a fase, é possível ver uns aquários gigantes com um estranho líquido vermelho. Acredita-se que os mesmos sejam reservatórios contendo o sangue dos humanos assassinados por Octopus, guardados pelo mesmo como se fossem troféus e utilizados para fins decorativos. Na primeira etapa da fase, você se depara com vários inimigos clichês, tais como uma tartaruga de ferro que fica lançando Para Bob-ombs e umas pererecas verdes que ficam patinando sobre a água. Depois, você passa por uns cavalos marinhos chapados que pensam que são tatus, ficando enterrados na areia e se transformando em bolas para atacar. Assim você chega ao primeiro chefe, um submarino revestido com ouro dos tolos que lança cobrinhas e tenta te sugar com um sistema de ventilação ultra-potente que funciona através de um moinho holandês embutido. Também tem uns espinhos no meio do caminho, mas você só vai cair neles se for muito retardado. Logo em seguida, após dar uns dois passos e passar por uns baiacus obesos esquisitos, tem outro submarino, dessa vez, mais perigoso, pois você o enfrenta em cima de umas plataformas de ferro com uns espinhos entre elas, o que pode ser fatal para um noob.

A paradisíaca base submersa de Sigma. Acredita-se que sua rede elétrica seja abastecida com sangue, uma nova fonte alternativa de energia. Octopus e Sigma criam humanos em cativeiro, e quando esses atingem a idade adulta, são enviados para o abate, onde seu sangue é coletado para gerar a energia elétrica necessária para o funcionamento da base. O restante das carcaças é utilizado na confecção de ração para tubarões.

Após derrotar o segundo sub-chefe, você andará mais um pouco e chegará a uma sessão onde uns riscos azuis em forma de espiral o levarão até a superfície aquática. Esses riscos na verdade tratam-se de redemoinhos artificiais projetados pelo próprio Octopus. Não se sabe ao certo qual seu uso, mas é bem provável que eles sirvam para levar os restos dos robôs destruídos até a superfície para que Flame Mammoth os recolha e leve para sua fábrica de fundição e reciclagem de ferro-velho, já que ele sofria de um caso grave de hidrofobia (além do fato de sofrer de obesidade mórbida, o que o impediria de subir a superfície caso ele caísse na água). Não se sabe ao certo qual o princípio de funcionamento desses redemoinhos artificiais, mas tudo indica que os mesmos são gerados por um modesto sistema de cataventos e ventiladores que Sigma tinha jogado fora, provando mais uma vez que tudo pode ser reaproveitado (menos fraldas sujas, é claro). Caso você fique em cima desses riscos azuis, você flutuará escrotamente até a superfície, onde encontrará o terceiro sub-boss: uma embarcação fracote em forma de jubarte que fica jogando umas sirenes de ambulância explosivas (que deveriam ser mísseis). Para derrubá-la, basta atirar numa semi-esfera feita de vidro vagabundo que fica em evidência em cima do barco. Esse consegue ser o sub-chefe mais inútil e fraco do game todo, e a única defesa dele é lançar umas garras voadoras em você.

Assim que você derrubar o barco, o mesmo irá cair e destruir umas plataformas de plástico, caindo até o fundo da fase e revelando o antigo esconderijo secreto onde Namor guardava suas playboys da Ariel. Nessa fase você irá se deparar com o quarto sub-chefe, quase tão fraco quanto o barco-baleia anterior. O sub-chefe é uma espécie de cascavel marinha gigante mais burra que uma porta, cuja única coisa que sabe fazer é ficar flutuando de um lado pra outro na esperança de que alguém seja estúpido suficiente para encostar em sua cara. Na verdade, recomenda-se que você tome mais cuidado com os espinhos de morte súbita no cenário do que com esse chefe imprestável. Após matar o bicho, você poderá pegar um lampião rosa para aumentar sua barra de risquinhos vida. Após voltar a rota inicial, você irá enfrentar o quinto sub-boss, que nada mais é do que uma fotocópia do quarto. Esse consegue ser ainda mais fácil, já que nem espinho vai ter na hora de você enfrentá-lo. Depois de matar o irmão gêmeo inútil da outra cascavel, você passará novamente pelos peixes gorduchos e finalmente poderá enfrentar o chefe em sua sala particular.

Ver também[editar]