Interno:Memórias póstumas de Ninjaboss, um desciclopediano desafortunado que tentou se matar com uma machadinha e ficou com a ponta presa no cu, e na hora que foi tentar tirar acabou rasgando a bunda toda, ficando sangrando até a morte

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HUMOR INTERNO
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Foto totalmente real do meu antigo eu, que NÃO foi retirada de um site de fotos stock!

Bem, de onde começar, caro leitor? Bem, eu estou morto. Ok, não bem morto. Sou um paralelo de outro humano que existe nesse mundo. Você deve conhece-lo por um nome, que começa com "mr". Eu não lembro, se eu lembrar, falarei depois. Esse meu paralelo, você o chame de reencarnação talvez, é agora quem está no meu controle. Mas ainda assim, decidi escrever este pequeno livro para descrever a minha vida. Sim, talvez o bom leitor esteja se perguntando "Que porra é essa, porque esse perdedor está querendo falar sobre a vida miserável dele?" Bem, não sei. É que como agora sou apenas uma não existência, um paralelo do PASSADO, só isto vejo de importante na minha existência. Isso, e porque esse site é LIVRE, porra, e desde que eu siga as regras, eu posso fazer o que quiser! Menos postar fotos snuff, é claro, os administradores aparentemente acham isso errado, o que é uma pena, as pessoas realmente não sabem apreciar artes underground. Os hipsters adorariam isso! Mas que seja. Comecemos a falar da minha vida, e do que eu fiz de importante (E não importante)

Capítulo 1: Criação[editar]

Tudo começou com uma pequena batatinha inocente...
  • Para melhor experiência, por favor ouvir música tema do The Sims"

Nasci em 2010. Eu não lembro o mês. Não quero me lembrar, mesmo porque sou um preguiçoso e não tenho saco nem pra ver minha conta, mesmo porque, como estou preso na minha vida paralela, sou incapaz de interagir com o mundo além das minhas memórias. Enfim, nesse dia, não fiz muita coisa. Criei um artigo sobre um dia do ano. Um usuário comentou na minha página de discussão o que achou, disse que tinha ficado bom, mas que tinha alguns erros. Eu, sendo um débil mental na época, não cheguei a responder nada, mas enfiei um dedo no meu cu por uma hora e me cortei em depressão, imaginando como um gênio como eu cometeu algum erro. Depois disso, criei mais alguns artigos. Eram sobre anos, datas, e coisas estúpidas, como por exemplo, deslivro sobre ir no mercado e fazer compras. Mas que diabos, na época eu mal sabia pedir troco pro seu Juarez no mercado da esquina, como é que eu iria fazer um deslivro sobre compras? Deve de ter sido ou burrice natural ou efeito secundário de enfiar os dedos no meu cu. Mas então, isso não importa. Porque isso é filler. E FILLER É UMA BOSTA, OUVIU NARUTO?

Então, depois desse momento sem ação da minha vida. Conheci ele. Seu nome era Dragomaniaco. Alto. Forte. Esperto. Bem, eu ACHO que ele é forte e esperto, eu sou tão anti-social que nem me dei a vontade de pesquisar sobre ele no Facebook pra saber a aparência física dele. Sim, eu sou ISSO de burro. Ele foi um grande amigo meu. Perguntei para ele se ele queria ajuda em algo, e ele me deu essa predefinição do Street Fighter. Eu não sabia PORRA NENHUMA de Street Fighter. Mas sendo um maldito bunda suja que aceita fazer favor pra todo mundo, decidi quebrar o galho e ajuda-lo. Fiz um artigo. Fiquei com preguiça. Mas aí vi aquilo. Aquilo que se chamava os "melhores artigos da Desciclopédia". E pensei: Esse é o meu caminho pra fama do humor. E foi aí que decidi que esse seria meu objetivo. Mandei o Dragomaniaco ir tomar no cu dele (De um modo passivo agressivo, ou eu estaria banido até o rabo) e em seguida comecei o meu "melhor artigo da DP". O meu tema era George Foreman Grill. Decidi criar um jogo ficcional que parecia ter sido projetado por autistas, chamado "George Foreman Adventures". E esse foi o começo do fim.

Capítulo 2: George Foreman Adventures e o fim[editar]

  • Para melhor experiência, pro favor ouvir música tema do Metal Gear Solid 5*

Eu o criei com o maior carinho. Eu o eduquei. O dei de alimentar. Ok ok, esses dois últimos são mentiras descaradas, mas eu me ESFORCEI! E eles não entenderam. Esses tolos. Disseram que meu artigo não era bom o bastante. Eu fiquei 1 mês produzindo ele. "O artigo mais hilário de jogos já criado!". Era esse o objetivo. Mostrei o artigo pra outros desciclopedianos.

Eu, durante minha tentativa de conquistar a Desciclopédia.

Fiz propaganda. Comentei em fóruns. Até mesmo abri fóruns inúteis sobre essa merda. Recebi ameaças do meu amigo Dragomaníaco, dizendo que isso ia ser a minha queda. Mas eu não ouvi, e postei a indicação pra melhor artigo mesmo assim. Eu já era um demônio, e tinha feito tanta cagada que só uma privada tamanha extra premium iria aguentar a merda que fiz. Recebi alguns votos positivos. Mas aí, Masumasi, o salvador da pátria, disse "lol não!" e votou negativo. Isso acendeu um fogo em mim. Eu iria acabar com todos que me negassem. Eu falei "O QUE DIABOS VOCÊ DISSE DE MIM, SEU MERDINHA? SAIBA QUE EU ESTUDEI NA LINHA MARINHA DO EXÉRCITO AMERICANO, E QUE EU TENHO MAIS DE 300 MORTES CONFIRMADAS e blá blá blá".

A resposta do resto dos administradores foi "O que esse ninja amador que nem sabe diferenciar uma kunai de katana está falando?" e basicamente me disseram que estava sendo infantil. Mas eu continuei retrucando. Resultado: Votação mais massacrada que massacre do carandiru. Perdi tão feio que até minha alma doeu. Bem, doeria num modo certamente imaginativo, não real, e possivelmente inexistente, MAS DOEU CARALHO, E É ISSO QUE IMPORTA! Eu fiquei ofendido. Meu sonho tinha sido destruído. Tentei falar com o Dragomaniaco novamente, mas ele viu o ódio que eu tinha nos olhos. Não era mais o nerd simples que tinha entrado e virado um novato promissor no site. Eu era a falha ambulante conhecido como Ninjaboss, o nerd tetudo com óculos de fundo de garrafa que se masturbava com um dedo no cu (Pode ou não ser verdade). Foi aí que entrei na nova fase da Depressão: A própria depressão. Não pergunte, pesquise no Google "fases da depressão". Tenho cara de de dicionario agora? Após isso, eu vi que só havia uma alternativa: A própria fuga da existência. A.K.A para os leigos: SEPUKU!

Capítulo 3: Tentativa falha. Mais ou menos![editar]

  • Para melhor experiência, por favor ouvir música tema do My Hero Academia. Porque My Hero Academia? NÃO TE INTERESSA, FOI A PRIMEIRA COISA QUE VEIO A MINHA CABEÇA!"
Uma das minhas primeiras tentativas de suicídio. Ela... foi menos que efetiva.

O primeiro passo foi achar algo pra me matar. Fui na loja próxima que achei, uma mercearia. Tinha um cara lá que se chamava Paul Nosel Culem. Ele me disse que estavam vendendo machados em promoção, 20 reais. Olhei nos meus bolsos, e só tinha 10 reais. Devia ter gastado os outros 10 em revistas pornográficas. Mas isso era um problema secundário. Meti um murro no Paul, e ele em retaliação atirou um machado na minha direção. Eu desviei, peguei o machado, que tinha se prendido a uma parede, e sai correndo. Passo 1, conseguir o machado, completo. Cheguei em casa. Agora era hora do passo 2: Me matar com estilo e ir pro céu pra ganhar meu harém de Monster Girls que tanto merecia! Peguei o machado, fui cortar minha perna e... falhei. Olha, pode parecer fácil na ficção, cortar o pé de alguém. Só que eles não mencionam na vida real que CORTAR UMA PERNA É DIFÍCIL PRA CARALHO! O machado ficou preso ao atingir o osso, e dali não se mexia. Considerei me levantar e buscar um telefone pra pedir ajuda, mas me toquei em duas coisas: 1, eles iam provavelmente perguntar sobre o machado na minha perna. 2, TINHA A PORRA DE UM MACHADO NA PERNA, COMO EU IA ME MOVER?

Bem. O passo 2 tinha dado merda antes mesmo de começar de verdade. Se inteligência totalmente superior a qualquer outro ser humano não funcionou, o jeito era usar FORÇA BRUTA, HULK ESMAGA! Segurei o machado e arranquei ele fora. Doeu pra porra. Se já tentou arrancar fora um machado do seu corpo com as próprias mãos? Parece... que você está tentando tirar um machado do seu corpo com suas mãos. Yep. O machado voou pro outro lado da sala, e tive que ir rolando que nem um tatu bola pra chegar lá. Eu fiquei tão cansado, que acabei deitando no chão. Eu tava menstruando mais que uma mulher sofrendo de TPM. Tentei achar algo pra limpar minha bunda, mas na hora que tentei procurar só achei o guardanapinho customizado que mamãe me deu de presente de 1 ano. Bem mamãe, vamos ser honestos, aquele guardanapo já tava semi velho. E ei, a cor vermelha nele deu estilo bem gótico pra ele. Depois da limpeza, voltei meus olhos pro machado. Yep, aquela coisa estava pesada. Tão pesada, que na próxima tentativa frustada minha, o machado escorregou, e por causa de alguma macumba, foi parar em outro lugar. No meu cu.

Capítulo 4: Tem um machado no meu anus[editar]

  • Para melhor experiência, por favor ouvir "Ocean man" por Ween.*

Eu estava no chão com um machado no meu cu, com a minha perna sangrando que nem um porco após um abate numa fazenda. E tudo o que eu conseguia pensar era como isso parecia uma cena tirada de Elfen Lied. Yep, eu era um fracassado. Tentei me aconchegar no chão, ficar de joelhos para diminuir a dor, mas não consegui. Percebi que se tentasse isso, meu anus iria explodir em mil pedaços. Se isso acontecesse, além de morrer uma morte de bosta, os malucos que fossem me enterrar iam ter um puto trabalho coletando os pedacinhos do meu rabo, então nope, essa opção havia de ser descartada. O jeito era tentar tirar o machado BEM devagar. Iria pegar na ponta dele e puxar com cuidadinho. Seguro a ponta do machado, e tento tirar com cuidado... mas aí eu espirrei. E aí a DESGRAÇA da minha mão teve a brilhante ideia de se mexer pra baixo, arrancando fora o meu anus inteiro. Quando voltei pra olhar, eu vi que minha bunda inteira tinha sido feita em pedaços. Nem mesmo uma bunda parecia, tava mais pra um bolo de bacon mal passado. Com a dor da minha bunda rasgada ao meio, ao cai no chão como um pedaço de bosta.

Bem, o que dizer depois disso... bem, fui achado por minha família. Eles não ficaram muito chocados. Bem, chocados ficaram, mas não com a minha morte, e sim pelo fato de que acabei sujando a sala toda com os pedaços sangrentos da minha bunda. Tinha alguns até mesmo em cima do quadro do meu pai, o que fez minha mãe espancar o meu corpo mesmo depois da morte. Como ninguém ia pagar pra enterrar um perdedor que nem eu, esperaram até chegar quinta feira e jogaram meu corpo dentro de uma sacola de lixo pra ser levada. Meus restos foram esmagados que nem um rolo compressor, e o que sobrou da minha bunda foi achado por um necrófilo, que agora a usa para se satisfazer suas necessidades todo dia. Bem, agora você sabe da minha história leitor. Pode até estar faltando alguns detalhes, mas isso é uma mistura de charme pessoal meu e preguiça. Se quiser saber mais sobre mim, é só procurar a minha antiga conta, ela ainda deve existir em algum lugar... ou então falar com o meu eu paralelo, conhecido como Mr Maconha.